Arquivo da tag: Trabant

INVEJA MATA?

A coleção do meu brother Paulo. A garagem dele é um espetáculo, coisa de cinema. Um dia ainda faço algo parecido para enfiar todas minhas tranqueiras.

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FOTO DO DIA

Quarteto fantástico…

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NAS ASAS

SÃO PAULO (tinha Business?) – Coisa mais linda o Tupolev da Interflug, a companhia aérea da DDR. E o Trabi de serviço? Tem algum túnel do tempo por aí? O Philippe Jr. mandou a foto.

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FOTO DO DIA

Trabis sorridentes na Hungria. Enviada pelo meu amigo Rogério Gonçalves, gerente de um cabaré em Budapeste.

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CARS & GIRLS

Um Trabi “woodie”. Incrível. O Nê Lemos, marceneiro nas horas vagas, mandou.

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NATAL DO GOMES (2)

GUARUJÁ (muquiranas) – Como as contribuições para comprar a peruinha Lada de 10 mil euros não foram suficientes, apesar da generosidade de muitos blogueiros, vamos pedir algo mais simplezinho. Quem entrar aqui, baixar o modelito em PDF, montar os dois bem montadinhos e me mandar pelo correio ganha um presente em troca.

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ACHTUNG, BABIES!

SÃO PAULO (eu bem que queria…) – Olha lá o concurso que o U2 abriu no seu site. Pelo que entendi, os caras vão comemorar os 20 anos do LP (álbum, CD, como queiram) “Achtung Baby” com novas versões para a capa do disco. Como seria a capa se o disco fosse lançado hoje? O melhor vai ganhar um Trabant customizado!

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TRABIS IN DC

SÃO PAULO (invadimos) – Isso aí aconteceu no Spy Museum, em Washington, no ano passado. E se repetiu no último dia 5 de novembro. Todos os anos a gente enche a capital de fumaça.

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DOIS AMORES

SÃO PAULO (bravinhos) – Olha só a foto que o Luis Filipe, que trabalha no museu da Portuguesa, me mandou. É destino, mesmo. De alguma excursão que a Lusa fez à Alemanha Oriental, em julho de 1968. Não é inacreditável? Eu daria um braço por esse troféu! Será que tem como descobrir quanto foi esse jogo?

ATUALIZANDO…

A blogaiada é muito rápida. O Matheus Pinheiro, pelo Twitter, me informa que a Lusa ganhou do Sachsenring por 2 a 1. A lista de jogos de 1968 está aqui. Fico imaginando as histórias em torno de uma partida da Portuguesa na DDR no auge da Guerra Fria. Putz.

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FOTO DO DIA

O carro-símbolo da torcida do Dynamo de Dresden, que acaba de se transformar no meu time na Alemanha. Quem enviou foi meu amigo Rogério Gonçalves, que tem uma salsicharia na cidade.

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ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (sem complicações) – Um posto numa Autobahn da DDR em 1986. Só coisa linda abastecendo. E vou contar uma coisa para vocês, analfabetos em dois tempos. Mesmo os últimos modelos de Trabant, Barkas e Wartburg, além das motos, feitos na Alemanha Oriental não tinham Lubrimat, que mistura o óleo na gasolina — como os DKWs brasileiros a partir de 1965. É que como a maioria dos veículos que rodavam no país tinha motor dois tempos, o felizardo proprietário já colocava gasolina misturada com óleo direto da bomba, na proporção certinha. Vendia assim. Sonho de consumo. E na fila o pessoal ficava conversando, falando de futebol, mulheres e música.

Quem mandou a foto foi meu amigo Rogério Gonçalves, que faz pesquisa sobre o uso de óleo de girassol em aeronaves.

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Explicado por que calça Levi’s vende tanto.

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DECIDIDO

SÃO PAULO (com moderação) - Minhas próximas férias já estão resolvidas. Esse hotel na Saxônia é simplesmente o mais legal do mundo. E a diária é baratinha!

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CARS & GIRLS

Quem adivinhar onde é essa fábrica e de quem era, ganha um doce.

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FOTO DO DIA

Cada vez que vejo esses carrinhos, fico com más intenções. Até amanhã, macacada.

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SETE ERROS

SÃO PAULO (joga no lago) - Quando eu for presidente do mundo, vou proibir que qualquer um fale sobre Trabant. Qualquer pessoa que se mete a escrever sobre Trabant acha que tem de fazer alguma gracinha. Como o pessoal da revista “AutoEsporte”. Vou manter o nome do autor da reportagem no anonimato, para que ele não corra risco de vida.

O rapaz fez uma viagem a convite da Michelin, provavelmente para alguma matéria sobre novos pneus, segurança nas estradas, sei lá, e aproveitou para dar uma passada por Berlim.

OK, Berlim é a cidade mais legal do mundo, tem mais é de ir.

Aí, vê uns Trabis na rua e tem a ideia genial e nada original: vou andar nesses carros e escrever uma matéria engraçadinha. Tem uma firma que aluga.

Ah, que saudades da Stasi…

“Fomos até Berlim andar no (poluidor) símbolo da Alemanha Oriental”, diz o “olho” da matéria. Erro 1: chamar o Trabi de poluidor. Motores dois tempos, embora emitam uma fumaça mais visível, não poluem mais do que essas tranqueiras quatro tempos que rodam por aí. Advertência ao repórter, também porque isso não é relevante para colocar no “olho” de matéria alguma.

“Foi o carro mais caro em que rodei em Berlim. E ainda tive de dirigir.” Como assim, “ainda tive de dirigir”? Sacrifício? Erro 2, desprezar a melhor das experiências ao volante de qualquer automóvel. Detenção na hora, claro.

“A carroceria é de plástico frágil e, na última geração, o motor era um de dois cilindros e dois-tempos que erndia 26 cv”, diz a legenda de uma foto. Erro 3. Não pelo “erndia”, um erro de digitação banal e demonstração de desleixo na revisão. Frágil é o cacete, e não é de plástico, é fibra de algodão com resinas mil. E na última geração o motor não tinha dois cilindros e dois tempos. Era um motorzinho 1.1 quatro tempos da VW. Interrogatório nele.

“Pago feliz os 15 euros e mato o tempo de espera escolhendo meu Trabant: tem os convencionais amarelo gasto e azul apagado, peruas, conversíveis, uma limusine e jipinhos militares sem capota. (…) Primeira instrução básica: trocar as marchas. A alavanca de câmbio é na coluna de direção. Primeira para trás e para cima, segunda para baixo, terceira para a frente e para cima, quarta para baixo. O ponto morto fica mais ou menos no meio.” Erros 4 e 5, gravíssimos. “Amarelo gasto” e “azul apagado” suponho serem Schilfgrun e Gletscherblau. O azul também é conhecido como Sky Blue. Se o repórter não tem intimidade com a paleta de cores de Sachsenring, que não se meta a escrever sobre elas. Quanto às marchas, pelamor… A primeira é para a frente, em direção ao painel, e para baixo. A segunda, para cima. A terceira é para trás, em direção ao motorista, e para baixo. E a quarta, para cima. Pelo jeito, o rapaz não aprendeu a engatar a ré. Custódia sem avisar a família.

“Acelero, o motor não morre, mas vejo a fumaça pelo retrovisor esquerdo. Escrevi esquerdo? É o único, pois o Trabant não tem espelho do lado direito. E o que existe ainda fica meio coberto pela coluna do pára-brisa.” Erro 6. Tem do lado direito, sim. Se você não viu, pobre escriba, azar seu. Não atribua ao carro seus problemas de visão. Leva pra outra salinha.

“Imagino o desespero dos ex-alemães ocidentais quando a horda de Trabants invadiu suas ruas em 1989, soltando fumaça e atrapalhando o trânsito. Olho para a esquerda e estou parado junto a uma viatura. (…) Será que a polícia pega no pé deles por entregar um carro tão precário a qualquer um?”. Delito de opinião. Dois no mesmo texto. Erro 7. Dá uns tapas, coloca o capuz e deem um fim nesse rapaz. Ele nunca passou por aqui.

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ONE COMMENT

Foi o Julio Cezar Kronbauer que mandou. Essa história de “Das Auto” a VW copiou. Exijo royalties!

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GUERRA FRIA

SÃO PAULO (semana longa) – Bom dia, macacada. Arma secreta da DDR só agora revelada, graças ao blogueiro Oscar Mello. O cara fez um tanque de guerra sobre uma plataforma de Trabant!

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CARS & GIRLS

Elas adoram, eles aproveitam…

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CENAS RARAS

SÃO PAULO (e nem tinha YouTube) – Adoro ver essas cenas de “cinegrafistas amadores” de uma era em que não havia YouTube & cia bela. Aliás, não aguento essa de “cinegrafista amador”. Cai um avião, o cara grava com um celular e o crédito na TV é “cinegrafista amador”. Verdade. O cara ainda não se profissionalizou, mas certamente será cinegrafista um dia. É tudo o que quer da vida. ESSA GENTE NÃO É CINEGRAFISTA, PESSOAL. Nem profissional, nem amador. Estava apenas passando com um celular no bolso. Sacaram?

Dito isso, as imagens são do dia 9 de novembro de 1989, quando um burocrata da DDR disse em entrevista que o país iria passar a permitir o livre tráfego de pessoas para a Alemanha Ocidental. Um repórter perguntou quando a medida passaria a valer e o cara respondeu, meio titubeante: “Agora”.

E aí caiu o Muro.

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