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Raikkonen acaba de postar em sua conta no Twitter. “Novidade na asa traseira”, escreveu.

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Muito bom o volante de Raikkonen que a Lotus fez questão de mostrar como será em 2013 em seus releases oficiais. Tem até botão para abrir portão. A Lotus está dando um banho de bom-humor e criatividade nas outras equipes.

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MEU TIME

SÃO PAULO (gosto) - Segunda-feira a Lotus apresenta seu carro novo, que eu adoraria ver vencendo todas as corridas de 2013. Hoje a equipe colocou no ar um “teaser” com Raikkonen sendo entrevistado por Matt LeBlanc, de “Friends”. Reveladora, a conversa.

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Depois de ver aquela coisa horrorosa da Williams, ótimos votos de Feliz Natal de Raikkonen. A Lotus é esperta.

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Inexplicável não haver um funcionário no local. Bem nessa hora ele foi ao banheiro?

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A maior figura da F-1. Alan Buch mandou o vídeo.

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TRI IN SAMPA (23)

SÃO PAULO (Lusa, meu amor, linda, maravilhosa, campeã gaúcha!) – Um dos momentos mais interessantes do GP do Brasil hoje foi a experiência de Kimi Raikkonen pelo anel externo de Interlagos. Ele perdeu a saída da Junção porque não estava enxergando nada, com a viseira embaçada, e foi direto pela área de escape. Como ali tem grama para retornar ao leito da pista, achou por bem passar pelo asfalto do lado de fora.

Por ali, nos áureos anos da Vemag e da Willys, Marinho e Bird Clemente sentavam o pé para chegar bem na 1 e na 2. Kimi foi em frente. Só que no fim da linha havia uma porteira.

Garoto simples do interior, imediatamente vieram à mente de Kimi os versos da canção que seu pai cantava para ele nos passeios de urso polar pelas estepes finlandesas. Ele até deu um sorriso dentro do capacete, lembrando daqueles dias ternos e calorosos.

Toda vez que eu viajava pela pista d’Interlagos
De longe eu avistava a figura de um menino
Que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo:
- Acelere o possante, seu moço, que é pra eu ficar ouvindo.

Só que o menino não estava lá para ganhar a moeda de todos os anos, e Raikkonen teve de fazer meia volta, passar pela grama e voltar para a pista. “Eu sabia que podia passar pelo pit lane das outras categorias porque fiz exatamente isso em 2001 e a porteira estava aberta, mas desta vez fecharam. Ano que vem é melhor eu me certificar antes”, falou.

O falante finlandês terminou a prova em décimo e o campeonato em terceiro, com um incrível retrospecto: completou todas as voltas das 20 corridas e marcou pontos em 19 delas. A exceção foi a China. Subiu ao pódio sete vezes e ganhou uma corrida.

Para quem estava fora havia dois anos, nada mau. Figuraça, trouxe de volta à F-1 aquilo que falta à maioria dos pilotos: personalidade.

Tomara que, no ano que vem, essa Lotus que honrou o nome faça um carro mais consistente, capaz de ser competitivo em todas as pistas, e não apenas em algumas. Kimi brigando pelo título é algo que só fará bem à F-1.

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A CAMISETA

SÃO PAULO (quero uma)Raikkonen mandou fazer 500 camisetas para a turma da Lotus com a inscrição “Leave me alone, I know what I’m doing”. Em preto com letras douradas.

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FALA MUITO

SÃO PAULO (surprise!) – Vídeo enviado pelo blogueiro Giovanni aí nos comentários, muito legal. A figura de Raikkonen, cerveja na mão e chinelo de dedos para comemorar a vitória na foto oficial da Lotus, é divertidíssima. Mas o que me chamou a atenção foi mesmo o depoimento de Coulthard. O escocês, hoje comentarista de TV, contou que Raikkonen, num ambiente relaxado, é um moleque que fala sem parar. A imagem de sujeito quieto, introvertido, fica para os momentos em que está no paddock, no meio de gente chata e insuportável.

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Está na página do Facebook da… Lotus!

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CAMELÓDROMO (6)

SÃO PAULO (nunca haverá outro) – Espero que ninguém tire do ar. Para quem não ouviu, as duas patadas de Raikkonen no rádio da Lotus, levadas ao ar pela transmissão da FOM na corrida de hoje. Claro que deve ter sido assim o tempo todo. A gravação dessa prova no rádio da equipe deve ter sido das coisas mais engraçadas do mundo.

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CAMELÓDROMO (5)

SÃO PAULO (aí sim!) – Tenho uma teoria. Em pista ruim, ou a corrida é muito ruim, ou é muito boa. Não tem meio termo.

Hoje foi muito boa.

E há algumas explicações para isso. Uma delas é que quando os pilotos estão dispostos, passam por cima da chatice de um traçado e vão buscar alguma coisa diferente. Hoje, muitos fizeram isso. Algumas ultrapassagens entrarão para qualquer antologia da F-1. Foi, mesmo, uma corrida excepcional.

Excepcional, também, porque ganhou quem ganhou: Raikkonen, o melhor personagem dessa F-1 plastificada e coxinha do século 21. Um cara tão diferente que quando David Coulthard, o entrevistador do pódio, perguntou a ele que dizer da corrida e da emoção da vitória, ouviu: “Not much, really”. Tem como não amar?

De fato, para Kimi, a vitória esteve longe de ser a mais emocionante das 19 que acumula em sua carreira — foi a primeira desde o GP da Bélgica de 2009, pela Ferrari. Ele largou muito bem e apareceu em segundo logo na primeira volta. O pole Hamilton, depois de atacado no início pelo Ice Man, estabilizou-se e estava tranquilo na liderança, quando, então, as coisas começaram a acontecer. Lewis quebrou miseravelmente (adoro “miseravelmente”) na 20ª volta e abandonou. Problemas na bomba de combustível, explicou a McLaren. Tive problema semelhante no meu Wartburg outro dia.

Assim, a ponta caiu no colo de Raikkonen, que teve como única preocupação, até o fim, dar coices no seu engenheiro pelo rádio. “Just leave me alone, I know what to do”, disse, uma hora, depois de uma instrução qualquer. Quando o cara pediu para Kimi cuidar dos pneus dianteiros, escutou: “É o que estou fazendo desde o começo da corrida, você não tem de me lembrar disso o tempo todo”.

É uma figura, esse finlandês.

No final, Alonso se aproximou e a diferença esbarrou em um segundinho, apenas. Ficou no ar a sensação de que se a corrida tivesse mais umas cinco voltas, passaria. Mas não tinha. E, se tivesse, os dois teriam de se preocupar mesmo com Vettel.

Esse rapaz fez uma daquelas corridas de encher os olhos. Largou dos boxes, e logo na primeira volta, apareceu em 20°. OK, normal, só nanicos à frente. Na quarta, já estava em 14°. Aí, na nona volta, aconteceu um acidente esquisitíssimo (e muito violento) de Rosberguinho com Karthikeyan. O alemão tentou passar por dentro do indiano e quase arrancou sua cabeça. Algo aconteceu com o carro da Mercedes, ou com o pé direito de Rosberg. Ou, será que ele estava arrumando o cabelo no espelhinho e não viu o pobre Narain?

Nada disso. O filhote de Curma contou que ficou sem a direção hidráulica, tirou o pé de repente e Nico encheu sua traseira. Culpa do representante do I dos BRICS, pois, assumida publicamente.

Durante o safety-car, Vettel, que já tinha perdido um pedaço da asa dianteira num toque com Bruno Senna, acabou indo para os boxes depois que a besta do Ricciardo brecou na sua frente, quase causando uma batida bizarra em fila indiana. Estávamos na 14ª volta. Vettel caiu para 21°, teria de remar tudo de novo, mas com uma vantagem: tinha calçado pneus macios (largara com os médios) e todo mundo na frente teria de parar também, em algum momento.

Depois que Hamilton abandonou, a corrida pegou fogo. Alonso passou Maldonado, numa vacilada do venezuelano, e assumiu o segundo lugar. Já tinha passado Webber de forma monumental no início, numa daquelas manobras de foder o pião (expressão usada em priscas eras pelo meu amigo Nivaldo Freixeda que eu nunca soube o que quer dizer, mas sempre me pareceu muito apropriada para certas situações). O australiano, aliás, foi o barbeirão do dia. Se deu mal quando tentou passar Maldonado, idem quando foi para cima de Massa, no fim da prova, e acabou sendo levado de roldão no acidente múltiplo que causou o segundo safety-car, na 39ª volta. Saiu desolado, o marsupial.

Antes disso, a janela de pit stops já tinha acontecido, entre as voltas 29 e 32. Vettel, àquela altura, por conta das paradas de todos à sua frente, chegou a ficar em segundo. Tá bom ou quer mais? E aí emergiu a pergunta que atormentaria todo mundo: o cara iria aguentar até o fim com esses pneus-chiclete? A resposta veio logo, na 38ª volta. Tião Alemão parou de novo, colocou pneus novinhos, voltou em quarto e já estava melhor que a encomenda, para quem tinha largado dos boxes.

O safety-car, desta vez causado pela imprudência de Pérez depois de uma briga linda e amalucada com Grosjean, Di Resta e Webber por quinto, sexto, sétimo e oitavo lugares, ajudou Tiãozinho mais uma vez, que encostou em Button e ficou dez voltas estudando o melhor momento de tentar a ultrapassagem, depois da relargada. Conseguiu a três voltas do final, de forma sublime, num ponto arriscado que poderia jogar seu campeonato no lixo. Mas era Button o adversário, um piloto limpo e decente, e assim o alemão foi ao pódio.

Raikkonen deu à Lotus sua 80ª vitória, a primeira desde o GP dos EUA de 1987 em Detroit, com Ayrton Senna. Alonso era o menos animado no pódio. Menos por seu resultado, excepcional — segundo lugar com essa carroça vermelha é para comemorar a qualquer tempo. Mas porque se ele tinha uma chance de voltar à briga com força, talvez até de reassumir a liderança, era essa, com Vettel largando em último.

E não adiantou muito. O carinha chegou em terceiro, e os 13 pontos de diferença viraram 10. Ficou praticamente igual, sua situação. Sebastian, com uma atuação exuberante, não deixou que o prejuízo fosse grande demais. E provou que além de ter um carro superior, possui também um talento acima da média, muito acima, porque não é qualquer um que faz o que ele fez hoje.

O pódio foi exemplar por isso. Nele estavam três pilotos que podem facilmente ser colocados entre os maiores da história. O Mundial, que viveu alguns meses modorrentos com a sequência de vitórias rubrotaurinas depois das férias, pega fogo de novo nas duas últimas provas.

Vettel segue sendo o favorito. Mas tem jogo, ainda. É difícil para Alonso, mas o espanhol não está com jeito de ter desistido da luta.

E uma vitória de um sujeito como Raikkonen é a melhor coisa que poderia ter acontecido no ano. Kimi é aquele cara que nos lembra, a todo momento, que para ser feliz e vitorioso não é preciso seguir cartilha nenhuma. Basta ser autêntico.

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KIMI FICA

SÃO PAULO (the best) – A Lotus anunciou de forma pouco convencional a renovação (esperada) de Raikkonen para 2013. Em vídeo. É a equipe que tem usado melhor as novas mídias. Gosto muito do estilo. Kimi, pelo jeito, também curte sua nova equipe. Uma equipe que não exige que ele seja um fantoche publicitário e deixa que ele se ocupe apenas com aquilo que lhe interessa: pilotar.

Com seis pódios em 17 corridas e pontos em 16 delas (só zerou na China), Raikkonen está em terceiro no Mundial. Isso depois de dois anos dando cabeçadas no rali. Uma façanha contra pilotos de equipes infinitamente mais poderosas, como Red Bull, McLaren e Ferrari. É o sujeito mais legal do grid, disparado. A figura humana mais interessante entre as 24 que largam a cada corrida.

Está no lugar certo. Pena que, para ser campeão de novo, precisaria de uma conjunção de fatores pouco prováveis num esporte dominado por orçamentos.

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FOTOS DO DIA

SÃO PAULO (o tempo passa, o tempo voa…) – Ontem, na rádio, eu já tinha mencionado a coincidência, mas foi legal o Felipe Silva ir atrás das fotos e fazer a montagem. O pódio de ontem em Valência repetiu o que aconteceu no GP da França de 2005, em Magny-Cours, quando Alonso era da Renault, Kimi corria pela McLaren e Schumacher fazia sua penúltima temporada pela Ferrari.

Sete anos depois, os velhinhos voltaram nas mesmíssimas posições. A média de idade deste pódio, ontem, foi de 35 anos. Não sei se houve alguma outra corrida com os três lá em cima nos mesmos lugares, não pesquisei. Mas o fato é: o mundo nem sempre é só da garotada.

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AND ANOTHER ONE

Chapolin de Pérez, cassinos de Alonso, Alesi de Vergne, homenagens mil nos capacetes monegascos. Mas Raikkonen ganhou de todos.

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NOVINHOS…

SÃO PAULO (destinos cruzados) – Legal a foto que o Humberto Corradi mandou. São os quatro estreantes da temporada 2001: Raikkonen na Sauber, Montoya na Williams, Alonso na Minardi e Bernoldi na Arrows. É legal olhar para 11 anos atrás e ver o que deu na carreira de cada um. Aquele em que mais se apostava, Montoya, desfila sua pança na Nascar, hoje em dia. Bernoldi nunca foi considerado uma grande esperança. Kimi era uma incógnita, com suas 20 e poucas corridas de carros no currículo. E Fernandinho já era namorado pela Ferrari.

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Kimi é simplesmente sensacional (e a Lotus tem sido muito espertinha). Isso aí estava na sala de imprensa na posição de cada jornalista em Sepang.

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Raikkonen é a única figura realmente interessante nesta F-1 atual. Nunca torço para ninguém em corridas, mas neste ano vou torcer para ele. Não aguento mais a burrice, chatice, irrelevância e frivolidade que andam tomando conta do mundo.

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AGORA, MELBOURNE

SÃO PAULO (falta pouco) – Pois terminou a pré-temporada. As equipes tiveram 12 dias para treinar. A maioria delas usou carro novo o tempo todo. Outras, como Mercedes e Lotus, entre as que importam, perderam alguns dias por um probleminha ou outro.

Os aurinegros fecharam o último dia, hoje, com o melhor tempo do inverno em Barcelona. Com Raikkonen. Já tinha andado bem, a Lotus, com Grosjean. É uma equipe que pode aprontar nas primeiras corridas, como fez no ano passado com um pódio de Petrov e outro de Heidfeld. O carro é rápido e Kimi é sempre um competidor interessante.

A Ferrari é a grande interrogação. Será possível que tenha saído um carro ruim de novo? Silêncio forçado dos pilotos e pessimismo do corpo técnico indicam que será um ano daqueles. E, se for, pode vitimar pelo menos duas figuras de proa de Maranello: Domenicali e Massa.

Quanto a Alonso, que tenha paciência. Vai para sua terceira temporada de Ferrari. Schumacher enfrentou calvário parecido. Chegou em 1996 numa equipe em frangalhos que estava sendo remontada, foi vice em 1997 (“título” cassado) e 1998, poderia ser campeão em 1999 se não quebrasse a perna e só no quinto ano de vermelho veio a taça. É preciso paciência e perseverança. E, também, montar um time à sua volta, como fez o alemão ao convencer Todt a trazer seus parceiros Brawn e Byrne. Leva tempo, mas quando pega no breu, funciona. Ao menos funcionou com Schumacher.

Dos carros novos, só não se viram os da Marussia e da HRT. O hispânico fará um shakedown amanhã, se der. O marússico, só na Austrália. Duvido que se classifiquem para o grid em Melbourne. Mas tomara que sim, coitados. Ir até lá para ficar vendo a corrida dos boxes é muito triste.
Com o GP da Austrália, começa também uma nova fase do Grande Prêmio, a parte séria da empresa. Estamos finalizando os detalhes de uma importante mudança que será devidamente informada a todos aqui e ali. Vai dar tudo certo
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JEREZ, DIA 1

SÃO PAULO (começou) – Bem, a pré-temporada está em marcha. Raikkonen fez o melhor tempo hoje. Normalmente, não significa nada. Mas no caso dele, significa, sim. Mostra que a readaptação não será um problema. Velocidade não se perde. A McLaren foi mesmo o único carro novo não inspirado nos ornitorrincos (que me disseram que cheiram muito mal) e não procede a informação de que teria um bico com degrau prontinho. Pelo menos não até agora.

No mais, tudo normal. A única equipe que não andou foi a Marussia (ex-Virgin) e só a Mercedes usou dois pilotos. Mercedes que passou a usar a sigla AMG junto ao nome do time. Na foto acima, uma homenagem a De la Rosa, voltando agora, com o carro de 2011 da voluntariosa HRT.

Primeiro teste do ano serve para isso mesmo: testar tudo que for possível, se adaptar aos novos pneus, ver se as trapizongas criadas pelos engenheiros nos computadores funcionam na pista. Depois de uns três dias vai dar para falar alguma coisa mais concreta.

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