Arquivo da tag: Petrobras

FUSCA DO DIA

No Iraque, em 1980, bravo enviado especial da Braspetro. Quem mandou a foto foi meu amigo Rogério Gonçalves, que vende burcas em Bagdá.

fuscairaque

Tags: , , , | 9 comentários

ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (por hoje, tá bom) – Alertado pelo Rodrigo Mattar, fui ver que história era essa. O governador do Rio, meu ex-vizinho Sérgio Cabral, não vai renovar as concessões de uso de solo para a Petrobras manter funcionando seus cinco postos na avenida Atlântica e três no canteiro central da Lagoa. Tudo na Zona Sul, onde não tem posto de gasolina, onde não tem terreno disponível para construir mais nada. Onde tinha o Postinho no Jardim de Alá, e já não tem mais. Tem um prédio enorme lá.

Pô.

Esses postos da Atlântica fazem parte da paisagem de Copacabana. Os da Lagoa também. Caramba. Pra quê fazer isso? Moradores da Zona Sul estão protestando. Claro. Olha como eles eram antigamente. A foto aí embaixo é de 1971 e publiquei aqui em maio do ano passado. O mais bonito da Lagoa também apareceu no “Enche o Tanque”.

Pô, governador. Vai cuidar de coisa mais importante. Deixa os postos onde estão. Puta chatice, essa de querer mudar tudo só por mudar. Tenha dó.

 

Tags: , , , , | 29 comentários

O TROFÉU

SÃO PAULO (pode parar de chover, grato) – Está aí o troféu do GP do Brasil concebido por Paulo Soláriz, com a inclusão de um pedaço de rocha do Pré-Sal. Ficou lindo. Eu diria que o mais bonito já entregue aos vencedores de Interlagos. A ideia de usar as pedras foi da Petrobras.

Os troféus estão expostos em quatro lugares diferentes no Rio, SP e Brasília.

Tags: , , , | 28 comentários

A ROCHA

SÃO PAULO (frio da peste) – Desconfio que para a maioria é novidade. Mas se não for, não tem problema. Trata-se do troféu do GP do Brasil de F-1. Sai o plástico reciclado e o desenho by Niemeyer, entra o Pré-Sal. A Petrobras, patrocinadora da corrida, arrancou das profundezas do oceano amostras da rocha do Pré-Sal e é com elas que o artista plástico Paulo Soláriz está confeccionando o troféu que será levado pelo vencedor da corrida de Interlagos, que fecha a temporada.

Como é que eu sei? Bom, é que me mandaram uma rocha do Pré-Sal e me contaram. E vou te dizer: saber que esse pedaço de pedra aí embaixo tem alguns bons milhões de anos e estava debaixo d’água guardando as reservas de petróleo que vão ajudar o Brasil a dar um baita salto não deixa de ser emocionante. Vou colocar ao lado do meu pedaço do Muro de Berlim. Minha vida é cheia dos pedaços.

Acho boas essas ideias para troféus no Brasil. Aquele de plástico também era bacana. Feio foi um que vi uma vez no museu da Williams. Era do Mansell em 1992, creio. Mansell ganhou em Interlagos em 1992? Deve ter vencido, naquele ano ele encheu o rabo de troféus. Mas eu dizia que estava lá no museu da Williams e havia várias taças muito bonitas e uma vagabunda de dar dó, e quando fui ver, adivinha de qual corrida era?

Putz. Acho que por causa daquilo a FIA estabeleceu alguns padrões para taças e troféus. Estão em regulamento, inclusive. Poderiam incluir no regulamento a proibição daquele que parece um cocozinho bancário, é feio demais.

Bem, voltando ao Pré-Sal, seria legal que o vencedor recebesse, além do troféu, alguma explicação sobre a importância e o significado da rocha. A Petrobras já preparou um hotsite sobre a bagaça, deve começar a ser divulgado em breve. Como sou um espertoman, já encontrei e está aqui.

Tags: , , , | 60 comentários

ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (a mesma praça) – O Rogério Lemos manda a foto e a explicação:

É da minha cidade “herdada”, Mendes/RJ. Sou de Cruzeiro/SP, mas moro aqui desde 1988. Casei, tive meu filho aqui, e por aqui vou vivendo mesmo. A bomba na praça não existe mais. Aliás, a praça não existe mais. Foi desmanchada para fazer uma igreja Matriz, bem em frente. Com isso, onde era praça, agora só tem um poste. A propósito: ainda está em construção, mas tenho uma enorme quantidade de fotos da cidade de Mendes e, em parceria com alguns historiadores (ou contadores de história) da cidade, estamos criando um site/blog “História de Mendes”. Eu, que não sou daqui, conheço muito mais a história que os meninos novos, nascidos nessa cidade. É uma pena que uma cidade pequena, mas rica em sua história, caia no esquecimento de seu próprio povo. Quem sabe, com o site, eu consiga resgatar isso de novo.

Tags: , , | 5 comentários

DECALQUES

SÃO PAULO (e olhe lá) – Lembram quando, no auge da crise do petróleo, o limite máximo de velocidade no Brasil inteiro foi definido em 80 km/h? E ainda tinha a história de os postos de gasolina fecharem na sexta-feira à noite para o país economizar. Era um sufoco…

Mais um plástico da coleção do Edu de Pina.

Tags: | 36 comentários

DECALQUES

SÃO PAULO (de que ano?) - Aos poucos, vou pingando alguns que têm me enviado. Este também é da coleção do Eduardo de Pina. Bacanas demais. Alguém sabe exatamente o que a Petrobras estava comemorando?

Tags: , | 31 comentários

ENCHE O TANQUE

SÃO PAULO (sem numerar, porque dá muito trabalho achar o último) - Retomando nossa série gasolineira, segue foto enviada pelo Doktor Luque, a quem eu sempre ultrapassava nas provas da Classic Cup — quando a gente subia a escada para o briefing na torre. Fica em Natal, perto do aeroporto. Consta que o dono era um colecionador, e quando ele morreu seus filhos colocaram a Mercedes na torre como forma de homenagem. E o carro tá novinho…

Tags: , , , | 41 comentários

ENCHE O TANQUE (75)

SÃO PAULO (guardem!) - O Márcio Kawahara clicou o postinho em Barra Bonita. Segundo ele, será reformado. Está na hora, eu diria… Pena que o antigo luminoso da Petrobras deve ir para o lixo. Mas é uma relíquia interessante.

Tags: , , | 19 comentários

ENCHE O TANQUE (63)

SÃO PAULO (completa, doutor?) – O Kato Merccato mandou. A foto é de 1982, em Jacarepaguá. Os pilotos eu espero que vocês identifiquem…

Tags: , , | 29 comentários

ENCHE O TANQUE (57)

SÃO PAULO (sentido!) – Claro que a Jackie Della Barba, mais uma vez, mandou a foto sem informação nenhuma. O que fará com que os blogueiros tentem descobrir do que se trata. Tudo que dá para perceber é que essa gasolina, um dia, foi Petrobras. E era “servida” ao Exército Brasileiro.

Tags: , , | 12 comentários

ENCHE O TANQUE (50)

SÃO PAULO (sem esmorecer) – Para retomar a série abandonada por causa da Copa, um postinho que o pessoal do litoral não vai estranhar, mas nós, da cidade grande asfaltada, sempre achamos algo levemente exótico. Esse aí fica em Ubatuba, e se chama Ímola. Duro é chegar com o carro… Tá bom, piadinha boba. Quem mandou foi o marinheiro Ronei Pacheco.

Tags: , , | 31 comentários

ENCHE O TANQUE (38)

SÃO PAULO (lembro disso) – Ah, Copacabana… A foto é de 1971. Esses postos ficavam na ilha central da avenida Atlântica. Desconfio que não faz tanto tempo assim que eles deixaram a paisagem carioca. Ainda há postos na Atlântica? Eram todos Petrobras, não? Rio, manifeste-se.

Tags: , , , | 62 comentários

ENCHE O TANQUE (28)

SÃO PAULO (e deu por hoje) – Meu amigo Rogério Gonçalves, dono de cemitérios verticais, foi quem mandou a foto do Posto Catacumba, na Lagoa, Rio. Na verdade, mandou outra foto, muito ruim, diga-se, e fui atrás de outras na rede. Mas ele está perdoado.

Acabei encontrando essa aí embaixo, que vem acompanhada da história do posto. Como se vê, uma obra de grande importância arquitetônica, premiada no exterior, inclusive. No destaque, o local hoje em dia. Folgo em saber que não foi abaixo.

Antigamente, e o pessoal do Rio pode confirmar, a parte central dessa construção funcionava como galeria de arte. Se for isso, genial. Hoje, parece que é um escritório de alguma coisa.

Vamos, cariocas, contem tudo! Quando é que foi desativado? Teve alguma outra bandeira, além da Petrobras? Gozado é que eu morava no Rio quando esse posto funcionava, no início da década de 70. E não me lembro dele.

Tags: , , | 23 comentários

ENCHE O TANQUE (26)

SÃO PAULO (era o máximo) – Momento anos 70. Quem enviou a foto foi meu amigo Rogério Gonçalves, que descobriu o Pré-Sal. É daqueles tempos em que havia gasolina azul e amarela. Hoje, seria o equivalente às aditivadas, creio. Não lembro direito, porque na época não tinha carro, e só pedia para meu pai colocar azul porque ele jurava que o carro corria mais.

Corria?

Tags: , , | 85 comentários

ENCHE O TANQUE (6)

SÃO PAULO (tá lá?) – O blogueiro Luis Fernando mandou a foto. Diz que o posto fica na sua querida São Marcos, no Rio Grande do Sul. “A foto é da década de 60. Ele é conhecido como posto do Bilu. Pouca coisa mudou para a atualidade”, garante o amigo. A bandeira, na época, era Petrobrás. Com acento, ainda. E agora? Gaúchos de São Marcos, apresentem-se!

Tags: , , | 23 comentários

BR DE VOLTA

SÃO PAULO (nos meus velhinhos, só Podium) – Depois de um ano e pouco de fora, a Petrobras volta à F-1 possivelmente a partir do GP da Espanha. Foi fechado um contrato de patrocínio com a Lotus de US$ 9 milhões pela temporada, mais o fornecimento da gasolina e dos lubrificantes. Ainda falta assinar, mas é questão de dias. A Petrobras foi parceira da Williams de 1998 a 2008. Fecharia com a Honda se esta permanecesse na F-1. A ideia da petrolífera brasileira foi, sempre, estar associada a equipe oficial de fábrica. A Honda desistiu, a Petrobras saiu.

Parece que mudaram de ideia, porque a Lotus é uma independente. Mas a F-1 também mudou, e hoje praticamente não há times de fábrica.

Muita gente vai falar besteira aqui. Vai malhar o governo e a empresa. Não tenho procuração para defender ninguém, mas digo o que acho.

A Petrobras é uma das maiores empresas do mundo e concorre, no mercado sul-americano, com outras gigantes que estão na F-1, como a Total/Elf e a Shell. Portanto, é um patrocínio como qualquer outro, e associar seu nome à F-1 é algo positivo quando se trata de uma companhia que atua num ramo em que tecnologia é importante. A Petrobras, embora estatal, está na briga pelos mesmos consumidores que as suas concorrentes privadas.

Outro aspecto importante, que normalmente não é percebido. A presença no automobilismo de ponta exige produtos de ponta, e nos anos de F-1 a Petrobras ganhou uma reputação muito boa no meio. É algo que ajuda também internamente, com o aperfeiçoamento de técnicos e engenheiros que trabalham aqui.

A Petrobras tem atuação no automobilismo interno mais modesta, em termos financeiros. É fácil explicar. O automobilismo interno é uma bomba e não desenvolve nada. Talvez a Lotus não seja a melhor porta para voltar à F-1, mas com certeza há algumas vantagens nesse relacionamento. “Ah, e por que não patrocinam o Bruno Senna?”, perguntarão os mais histéricos. Porque o que determina onde a Petrobras vai colocar dinheiro não é apoio pessoal a ninguém, só por ser brasileiro. Há critérios técnicos, e eles são sérios. Tanto que, na Williams, não havia brasileiros titulares na época da parceria.

Portanto, nada a reparar.

Tags: , | 122 comentários

ONE COMMENT AND…

…one information. O comment, primeiro: estou gostando do estilo da Lotus, a máquina de fliperama é o máximo. A information, que foi antecipada ontem pelo blog do Fábio Seixas: a Petrobras vai mesmo fechar com a equipe, como patrocinadora e fornecedora. Mas gasolina, mesmo, acho que só para o fim da temporada. Leva tempo fazer tudo, testar e o escambau. E atenção: eu disse VAI FECHAR, não que fechou.

Tags: , | 25 comentários

SENNA EM CAMPOS*

SÃO PAULO (*acho que já usei esse título) – Bueno, almoçamos, os jornalistas, com Bruno Senna e a cúpula da Campos Meta hoje, antes da chuva. Fiz algumas anotações no meu Moleskine que quase já não tem páginas em branco, então vai faltar alguma coisa, porque quando as páginas acabaram eu parei de anotar, e também não anotei nada na hora da sobremesa, que estava muito boa. O cara da Meta, Enrique Rodríguez de Castro, falava comigo e com o Reginaldo Leme, e eu só comia.

Começando do começo, Adrián Campos, o dono da bagaça ao lado da Meta (uma espécie de Traffic, empresa que agencia atletas e faz eventos esportivos) e de mais um sócio cujo nome não anotei, contou que quando corria na Minardi, o orçamento do time era de US$ 7 milhões. Ele pilotou para o time italiano em 1987 e parte de 1988, quando chegou Pierluigi Martini. “Dois pilotos da mesma nacionalidade na mesma equipe não funciona. É um desastre. Os patrocinadores são os mesmos, não dá certo. Pilotos de diferentes nacionalidades abrem o mercado de seus países”, disse.

Assim, fica claro que a dupla Bruno Senna/Nelsinho Piquet, ao menos na Campos, jamais existirá. Aliás, sobre Nelsinho, Adrián disse que conversou com ele só uma vez. Não tem negociação em andamento. E falou que Piquet-pimpolho foi “vítima de grandes interesses da F-1″. O segundo piloto da equipe, segundo o dono, será definido antes do Natal. Os nomes: Pastor Maldonado e Vitaly Petrov. Vai ser o russo. Ele tem grana e correu para a Campos na GP2 asiática.

Depois, Adrián falou com orgulho de sua equipe, que nasceu em 1998 e já conquistou títulos importantes na F-Nissan com Marc Gené (no ano da estreia), Fernando Alonso (1999) e Antonio Garcia (2000). Na GP2, foi campeão entre as equipes em 2008. Um de seus pilotos foi Lucas di Grassi.

Falou sobre Alonso: “É um piloto que faz a equipe funcionar. Felipe Massa pode se beneficiar disso, porque é rápido e a Ferrari gosta muito dele”. Disse que o carro da Campos, que está sendo feito na Itália pela Dallara, vai participar dos quatro testes de fevereiro: três dias em Valência, depois dois testes de quatro dias em Jerez e, por fim, mais um de quatro dias em Barcelona. Elogiou a Cosworth, que está fazendo um ótimo motor, segundo ele. Não contou, mas eu soube, que amanhã se reúne com a Petrobras no Rio. É óbvio que a Petrobras será sua fornecedora de gasolina.

O time tem 90 funcionários, mas quando começar a fazer o carro na Espanha, vai ter 200. Serão 45 por corrida. Isso é regra, todas as equipes estão limitadas a 45 almas por GP. Eu não sabia disso. Contou que o critério de escolha das novas equipes pela FIA foi geográfico, acima de tudo. “Era importante uma equipe espanhola, uma americana, uma da Malásia, que terá dinheiro do governo, e só uma inglesa. Eles não queriam um monte de inglesas. Está nascendo uma nova geração de equipes. Se Max Mosley não tivesse aberto as portas para as novas, a F-1 hoje teria oito times, ou menos.”

Adrián também falou que ninguém tem muita informação sobre as rivais. “Estamos chegando a um meio cheio de tubarões, ninguém confia em ninguém. Por isso, ninguém passa muitas informações.” Contou que a USF1 é aquela sobre a qual menos sabe.

brunoAí chegou a comida e quem começou a falar foi o Bruno, e não anotei muita coisa. Lembro que ele disse que o número 21 foi uma sorte, apenas, nada a ver com a Embratel. Como deram 20 e 21 para a Campos, explicou Bruno, a equipe pediu para a FIA para inscrevê-lo com o 21, mas não disse por quê. “Se dissessem que era por causa de patrocínio, eles não davam. Devem ter dito que era meu número da sorte, algo assim.” O primeiro-sobrinho falou que há duas semanas tem tido reuniões com possíveis patrocinadores no Brasil, mas a prioridade é arrumar grana para a equipe; depois, patrocinadores pessoais.

Da sobremesa já falei, não anotei quase nada do que disse o cara da Meta, comi um merengue com morango, um musse de goiabada com queijo, um pudim de leite, um cheese-cake e um pedaço do crème brûlée da Vanessa Ruiz (a da foto), da CBN. Os acentos do creme eu tirei da internet. Francês é muito difícil. Enrique, o cara da Meta, está cheio de ideias, disse que a equipe vai plantar árvores para compensar a emissão de poluentes de seus carros, quer que a Campos seja uma “ecoequipe”, que precisa conquistar os jovens e que os novos times da F-1 são “filhos da crise”, porque foi a crise que afastou as montadoras da categoria.

E foi isso. No fim, ainda ganhamos uma camiseta da equipe. Tamanho G, vai ficar grande, não vou usar.

Tags: , , , , | 123 comentários

PODE ENCHER

SÃO PAULO (flex?) – “Mas não precisa arredondar não, quando travar, travou.” E o motorista ficou observando pelo espelhinho se o frentista fez direito seu trabalho…

Rapaz, gasolina em latão de leite passando pelo funil do posto é demais. Hoje, as fornecedoras de combustível cuidam de seus tambores como se fossem relíquias egípcias recém-encontradas na tumba de Tutankâmon (é assim que se escreve o nome desse faraó?).

Não pode entrar nem ar, porque existe o risco de contaminação e de a gasolina não passar pelos testes de laboratório da FIA, que são rigorosíssimos.

E ainda tem o lance da temperatura (quanto mais fria, melhor; mas existe um limite mínimo por regulamento), do transporte, do armazenamento, da colocação nos equipamentos de reabastecimento… E quando sobra alguma coisa, uma gota que for, a petroleira “estraga” o restinho jogando qualquer coisa no precioso líquido, para que a concorrência não recolha amostras na mão grande. Por isso que meu amigo Rogério Gonçalves, engenheiro da Petrobras, resolveu mudar de carreira para fabricar álcool de milho no Líbano.

Em 1970, porém, Surtees, o da foto (enviada pelo Humberto Corradi, claro), só estava preocupado em saber se aceitavam cheque ou não. Afinal, a conta era ele mesmo quem pagava…

Tags: , , | 36 comentários