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FOTO DO DIA

sambarghdinha

Não poderia faltar a… coreografia.

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DE CATALUNYA (3)

gaudi003SÃO PAULO (lá vem cacetada) - E para fechar o sábado, falemos da TV. Notei a ausência do comentarista Reginaldo Leme na transmissão dos treinos de hoje em Barcelona. Não sou corporativista, longe disso. E nunca fui nem particularmente contra, nem particularmente a favor de ex-atletas fazerem o papel de jornalistas. Muitas vezes o uso desse recurso ajuda, especialmente em ocasiões sazonais — em Olimpíadas, por exemplo, quando é preciso recorrer a alguns deles para falar de esportes que não possuem equipes permanentes e especializadas nas emissoras de TV, ou sites e jornais.

Alguns ex-atletas acabam se tornando jornalistas. E ex-técnicos e ex-árbitros. Conheço vários. Vão estudar, se preparam, assumem a função. É uma continuidade legítima de uma carreira ligada ao esporte, não tenho absolutamente nenhum reparo a fazer. Poderia aqui dar uma lista de excelentes ex-alguma-coisa que viraram excelentes jornalistas. Alguns se transformaram em apresentadores, outros em comentaristas ou colunistas. São muitos mesmo: Casagrande, Glenda, Meligeni, Tostão, Jaú, Wlamir Marques, tem agora o Roger Chinelinho que está muito interessante no ar… Pode-se gostar ou não de um ou de outro, mas nota-se que se prepararam para o que passaram a fazer na vida.

Só que a lista de ex-atletas que viraram patetas no ar, como comentaristas e apresentadores, seria bem maior. Não vou citar nomes porque estou meio cansado de confusão. Essa turma ganhou espaço nos últimos tempos por conta da burrice e da estupidez de executivos que comandam as emissoras de TV. Basta falarem umas merdas e fazerem umas piadas escatológicas que, bingo!, ganham um palco e um microfone. Ou ostentarem um rostinho bonito, ou ainda um sotaque bem aprimorado no Leblon  acrescentado de algumas aparições em “Caras”. Pronto.

(Vão todos para a TV. Manda essa gente escrever 20 linhas de texto compreensível para ver o que dá.)

Por isso, confesso que me irrito quando ex-atletas tiram o lugar de quem se preparou a vida toda para fazer aquilo — apurar, comentar, reportar, analisar, escrever. Uma coisa é usar ex-atleta para acrescentar. Outra, para subtrair. Barrichello certamente tem potencial para acrescentar algo às transmissões da Globo. Era piloto de F-1 até outro dia, percebe algumas coisas, dá a visão de quem já esteve lá dentro. Burti é ótimo tradutor. Não corre de F-1 há mais de uma década, mas tem noção de alguns aspectos técnicos, claro.

Só que no grid, como repórter, não funcionou porque ninguém sabe quem ele é. E porque ele não é repórter. Não sabe ser repórter. Não se preparou para ser repórter. E aquele estilinho “vou chegando e vou falando porque sou bonitinho e conhecido no Brasil” não funciona para todo mundo. Rubens foi bem em Interlagos na primeira experiência de microfone na mão, no grid. Foi simpático e tal. Mas era mais um personagem do que um repórter. A atração era ele, pelo inusitado da função. Mas jornalismo não é assim. O repórter não deve ser a atração. Nunca. Como será daqui para a frente?

Não entendo por que não deixar um repórter de verdade trabalhar no grid. Eu fiz isso durante anos em rádio. O Fábio Seixas também. E nunca ninguém recusou uma palavrinha a nós. Basta saber fazer. Somos treinados para isso. Para fazer perguntas, para questionar pessoas. Não para dar sorrisos e tapinhas nas costas.

Enfim, nem tudo que funciona lá fora, funciona aqui. Os ingleses usam muito ex-pilotos e dirigentes em suas transmissões, como Eddie Jordan, Martin Brundle e David Coulthard. Mas o estilo da TV inglesa é outro. Primeiro, os caras são bons pacas e não passam o tempo todo dizendo amenidades. Um jornalista está quase sempre com eles fazendo o papel de âncora. E eles são treinados pelas emissoras para fazer algo mais do que soltar frases pueris e pasteurizadas, como adora a Globo — que acha necessário explicar tudo, dizer “carro de segurança” em vez de “safety-car”, que fala “posições de largada” em vez de “grid”, “RBR” em vez de “Red Bull”, tudo isso porque algum gênio lá dentro acha que todos aqui fora somos idiotas funcionais.

Nada a reclamar de Barrichello e Burti como comentaristas e palpiteiros, pois. Mas ao jornalista, o que é do jornalista. Leme tem a experiência, a vivência, a informação. Barrichello e Burti falam do que já sabem. A asa-móvel é isso. O pneu é aquilo. O câmbio é assim. O motor é assado. Não são treinados para levantar, apurar e passar informações. Reginaldo é. Foi Reginaldo, e não Burti, ou Barrichello, ou sei lá quem mais, quem revelou o escândalo de Cingapura em 2009. Foi para ele que Piquet contou, não para Burti, ou Barrichello, ou sei lá quem mais. É com Reginaldo que fluem as conversas no paddock que vão além de “e aí, beleza?” muito comuns entre ex-pilotos. É essa bagagem que ele leva para uma transmissão. E isso está sendo jogado fora em nome dessa cultura das celebridades-convidados que infesta a emissora oficial — no futebol, vi outro dia Michel Teló comentando um jogo de Champions League e um certo Naldo, que não tenho a mais remota ideia de quem seja, numa partida de Libertadores, acho.

No caso da F-1, essas celebridades ganham muitíssimo bem para dar sorrisinhos no ar. Os contratos de Burti e Barrichello batem na casa dos cinco dígitos fácil, e o primeiro dígito não é 1, nem 2, nem 3. Como jornalistas, eles são péssimos. Gravando comentários e/ou chamadas na frente das câmeras, são constrangedores. Participando ao vivo de programas de estúdio, idem. Um horror. Um festival de obviedades que acaba não justificando a presença de nenhum dos dois. Mas são da turma, ricos & famosos, celebrities, e dane-se o resto.

Não acho certo, enfim. Vocês achem o que bem entenderem.

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TWO COMMENTS

Não vai bem Barrichello na Estoque. Largou em 30° e chegou em 20°. Mas vai bem a equipe na escolha das meninas. Serrinha venceu hoje no Tarumã.

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RB NA RG

SÃO PAULO (acrescenta) – Barrichello estreia como comentarista fixo da Globo no GP do Bahrein, ao lado de Reginaldo Leme e Luciano Burti. Ontem a emissora oficializou aquilo que Victor Martins já tinha antecipado em seu blog.

Os 19 anos de experiência na F-1, o fato de ter deixado a categoria faz pouco tempo, a convivência recente com boa parte dos pilotos, a empatia com o público, tudo isso pode ser muito útil nas transmissões. E ele foi bem como repórter de grid no GP do Brasil.

E vocês, o que acham?

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REGI SIM, BURTI NÃO

SÃO PAULO (esses bastidores…) – Victor “Soniabrão” Martins informa que a Globo reviu algumas coisas e vai escalar a dupla Reginaldo Leme-Rubens Barrichello nos comentários no GP do Bahrein. A ideia de revezar Leme com o ex-piloto foi deixada de lado por enquanto. Quem fica fora da corrida de Sakhir é Luciano Burti.

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RUBINHO, 20

SÃO PAULO (e vai longe) – Graças ao Luca Bassani, que postou essa foto aí embaixo na sua página no Facebook, fico sabendo que hoje faz exatamente 20 anos da estreia de Barrichello na F-1. Claro que o Grande Prêmio também lembrou, mas abri o “face” antes do meu próprio site… Foi no GP da África do Sul de 1993, pela Jordan. Data importante demais para passar em branco. Na época, ele era apenas o Rubinho, vindo, pela ordem, da F-Opel, da F-3 Inglesa e da F-3000 — isso, claro, falando apenas de Europa.

Uma bela carreira, digna e vitoriosa — como não? Se na F-1 o título que ele e seus torcedores sempre esperaram não veio, não quer dizer muita coisa. Não faz de sua trajetória menos marcante. Ninguém disputa 19 temporadas na F-1 à toa.

Parabéns ao Rubens, pois!

fotodolucabassaniATUALIZANDO…

Esse negócio de colocar os acervos completos dos jornais na internet é um assombro. Fui ao da “Folha” para ver minha cobertura daquela corrida, em Kyalami. Três páginas sobre o GP no caderno de Esportes. Cinco fotos, um infográfico e 16 (!) matérias. Vejam como é hoje. Basta abrir o jornal. Eu não fazia turismo. Era legal cobrir F-1.

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NA TV

SÃO PAULO (gostaram?) – Victor Martins revela em seu blog, em detalhes, como serão as transmissões da Globo na F-1 neste ano. A novidade será a presença de Barrichello como repórter/comentarista, o que vai levar a um revezamento com Reginaldo Leme nas corridas.

Barrichello na F-1, pelo que informa Martins, fazia parte do “pacote” que resultou em sua ida para a Stock Car.

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A NOVA STOCK

novologoscSÃO PAULO (pau na máquina) – A Stock começa sua 35ª temporada neste fim de semana em Interlagos. Um material de apresentação foi produzido pelo Renan do Couto e está disponível no Grande Prêmio com várias reportagens especiais.

Destaque para o texto sobre os pilotos que foram punidos por doping no ano passado, Marcos Gomes e Alceu Feldmann. Ambos tiveram as penas reduzidas e estão de volta às pistas.

O campeonato está mais enxuto neste ano e as etapas terão apenas dois dias de atividade, sábado e domingo. A exceção é a prova de abertura, que oferece um treino extra na sexta. Na prática, é a pré-temporada. Na TV aberta, a Globo mostra três corridas. A Sportv levará todas ao ar ao vivo, e mais os treinos de classificação.

Rubens Barrichello será a atração óbvia. A categoria começa o campeonato sem patrocinador principal (a Caixa saiu) e com novo logotipo, esse aí do alto.

Alguém aqui está se programando para ir a Interlagos? Apostas?

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FOTOS DO DIA

SÃO PAULO (olhem lá o que vão dizer…) - Algumas coisinhas interessantes pingaram na minha caixa postal hoje. Vamos escolher a foto mais importante do fim de semana? A primeira vem da Granja Viana, estreia oficial do filho de Rubens Barrichello, Dudu, no kart brasileiro. O pai coruja se emocionou muito, como não poderia ser diferente. Criança é criança, não tem jeito. Um grande barato o evento e, por favor, não comentem resultados. Ganhando ou perdendo, Dudu estava lá para se divertir, como ordenou Rubens, com toda razão. Nessa idade, não faz sentido outra coisa.

O piloto da foto do meio, em compensação, saiu emburrado de Interlagos, com o carro todo estropiado depois de uma patética 27ª colocação na abertura da temporada paulista da Classic Cup. “Não me diverti muito”, disse o indigitado através de comunicado oficial.

Já a terceira foto é meio intrigante. Parece que a Ferrari guardou seus dois pilotos nos boxes de Barcelona durante o fim de semana, já que os próximos testes serão lá, mesmo, a partir de quinta-feira. Economia de diária de hotel.

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NAS 24

SÃO PAULO (acabou o verão?) – Barrichello, Kanaan, Nonô Figueiredo e Ricardo Maurício. Esse é o quarteto que vai para as 24 Horas de Daytona num Porsche do Dener Pires. Essas corridas são muito legais. E tem um exército brasileiro na edição deste ano.

O blog continua com problemas para inserir fotos, e por isso andamos devagar desde ontem.

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“AGORA É OFICIAL”

SÃO PAULO (à próxima) – Barrichello confirmou agora pela manhã aquilo que o amigo internauta do Grande Prêmio sabe desde o dia 10: vai correr na Stock, pela equipe Full Time, com o patrocínio da Medley. “Hora de voltar para casa”, disse o piloto, que passou as últimas duas décadas na F-1 e na Indy (um aninho apenas na última, onde as coisas, definitivamente, não deram certo).

É muito bom para a Estoque, claro, ter um piloto desse nível em suas fileiras. E não será por pouco tempo, a julgar pela paixão que Rubens tem pelas pistas. Está em forma, é novo (40 anos, hoje, é um garoto) e dá um “upgrade” na categoria como um todo.

Para além das questões esportivas, a presença de Barrichello, se ele se esforçar nesse sentido, pode melhorar as coisas em vários aspectos: qualidade e segurança dos carros, das pistas, dos eventos, tudo. Basta que ele, que tem peso, seja um piloto “falante”, no sentido de apontar problemas que, claramente, existem no automobilismo brasileiro. É uma voz que será ouvida, se resolver falar. O que não quer dizer que tudo vai mudar num passe de mágica. Nunca é demais lembrar que os carros da Estoque são concebidos e construídos por parentes dele, e por isso as críticas nunca serão muito diretas e explícitas. E quando falo de críticas, me refiro, especialmente, à questão da segurança, que nunca foi devidamente discutida mesmo depois dos graves acidentes de alguns anos atrás, com os carros das categorias de acesso feitos pelo mesmo pessoal.

A temporada estoquiana de 2013 começa no dia 3 de março em Interlagos.

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VAI DE STOCK

SÃO PAULO (e eu, de moto) – Está no Grande Prêmio, site do qual não tenho muitos motivos para duvidar. Barrichello fechou com Medley e Full Time e vai de Estoque no ano que vem. A Indy é página virada no seu folhetim. Precisaria levar dinheiro. Na categoria nacional, vai ganhar algum, ainda. A Medley curtiu o retorno de mídia de Rubens nas três provas que disputou.

É o desfecho natural para uma carreira longa e bem-sucedida. Ficar no Brasil, correr entre os seus, menos provas, menos viagens, mais tempo, inclusive, para administrar o que tem e cuidar de outras coisas, como o instituto que mantém com Tony Kanaan.

A Stock ganha, claro, com um piloto do nível de Barrichello. Que poderia, em contrapartida, atuar na direção de um upgrade técnico da categoria. E dos autódromos brasileiros. E da segurança. E de um monte de coisa no automobilismo nacional, no qual passará a militar a partir de agora.

Nisso, porém, não acho que vá mudar muita coisa, inclusive pela relação de parentesco entre piloto e gestores técnicos. E no que diz respeito ao automobilismo brasileiro em geral, menos ainda. Nem se viessem, ao mesmo tempo, Alonso, Vettel, Hamilton e Schumacher aconteceria algo. Os quatro teriam de pagar pela carteirinha o mesmo que eu pago.

ATUALIZANDO…

Alertado por blogueiros e leitores em geral, vi que ontem mesmo o sempre muito bem informado blog do Nei Tessari já dava a informação de Barrichello decidido pela Stock. Feito o registro, pois!

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COISAS DO MILHÃO (1)

SÃO PAULO (são muitas) – Amanhã acaba a temporada da Stock em Interlagos com Cacá Bueno na pole, precisando de um quarto lugar para ser campeão. É o favorito, o melhor piloto de Turismo do Brasil atualmente — seguido de perto por Ricardo Maurício, Max Wilson e Thiago Camilo, na minha modesta e não muito confiável opinião.

A corrida vale um milhão de reais para o vencedor e conta os pontos em dobro. O Grande Prêmio faz grande cobertura desde quinta-feira.

Mas a notícia do dia hoje foi a entrevista de Barrichello sobre o futuro. Pelo tom de suas declarações, eu diria que ele está muito mais perto de abraçar a Stock de vez do que tentar de novo a Indy, para onde precisaria levar um caminhão de dinheiro. Caminhãozinho, claro, nada parecido com o que é necessário para a F-1. Mas precisa, e do bolso ele não vai tirar. Quem bancaria a brincadeira?

Rubens disse que define antes do fim do ano. Amanhã, larga em sétimo. Está começando a gostar da coisa.

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VAI, CURINTIA!

SÃO PAULO (go, Chelsea!) – Barrichello, que nunca escondeu seu corintianismo, faz uma homenagem ao clube da Marginal s/n° no capacete que vai usar domingo na corrida da Estoque em Interlagos.

O Corinthians está no Japão, de onde voltará com o honroso posto de vice-campeão mundial.

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RUBENS, O REPÓRTER

SÃO PAULO (por que não?) – Todo mundo que viu, e com quem conversei, disse que foi bem legal a participação de Barrichello como repórter na transmissão do GP do Brasil pela Globo. Não assisti, porque estava no ar na rádio.

A ideia de usar um ex-piloto de F-1 no grid não é nova. E funciona bem. Os ingleses, principalmente, fazem isso com maestria. Os pilotos conhecem os veteranos, muitas vezes correram contra eles, e costumam atendê-los com mais paciência e cortesia do que aos jornalistas. Em geral, são amigos. E não se deixa um amigo falando sozinho.

Pelo que me contaram, Rubens teve jogo de cintura, iniciativa, bom-humor e, na cabine, foi bem nos comentários. É evidente que, no grid, ele acaba sendo recebido com muito mais reverência do que Burti — que disputou apenas 15 GPs, um em 2000 e 14 em 2001. Daquela época, sobraram apenas Button, Raikkonen e De La Rosa. Os demais não conviveram com o atual comentarista global e piloto da Stock Car, e mal o conhecem. Assim, o resultado não é o mesmo do que, por exemplo, quando é Coulthard a empunhar um microfone (o que ele faz pela BBC, e muitíssimo bem).

Vocês viram? O que acharam?

Foto Instagram de Rubens Barrichello

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TRI IN SAMPA (15)

SÃO PAULO (pingando rapidinho) – Daqui a pouco a gente fala da classificação. Antes, uma notícia importante publicada pelo site Tazio: Barrichello está conversando com a Caterham. Foi lá bater um papo. Assim como outros pilotos, como Bruno Senna e Razia. A informação é interna.

Quem também conversa com a Caterham, que já anunciou Charles Pic para o ano que vem, é a Petrobras. A petrolífera brasileira foi fornecedora da Williams de 1998 a 2008 e está a fim de voltar a fazer gasolina para alguém na F-1. É um importante laboratório para a empresa.

Rubens também cogita correr na Stock. E na Indy. Atira para todos os lados. O que é normal. Quer correr, está a fim, se sente em condições, que tente, uai. Aqui, ontem, ele disse que ainda se sente “parte da F-1″.

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BATE-BATE

SÃO PAULO (eu digo…) – Alguém poderia dizer, depois de ouvir Barrichello contando como foi sua corrida estoqueana em Brasília: welcome to the jungle.

Mas não compartilho do prazer daqueles que deliraram com as pancadas sofridas pelo veterano, que acabaram levando ao seu abandono, com o carro todo estropiado.

A Estoque é assim? Sim, é. Mas não deveria.

ATUALIZANDO…

Para deixar claro o que penso, é óbvio que provas de Turismo têm toques. Ninguém precisa me explicar, eu corro desse negócio e meu carro é batido nos quatro cantos. A questão não é se tem ou não tem toque. É o tipo de toque. Quem pilota sabe do que estou falando. Uma coisa é esbarrar, se esfregar, apoiar de vez em quando no adversário. Outra, bem diferente, é bater de propósito, dar na quina, tirar o rival da corrida. E nisso a Estoque é pródiga. Trata-se de discutir, aqui, o respeito ao adversário. Não de dizer o óbvio, que corrida de Turismo tem contato. Não nasci ontem. Nem o Barrichello.

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STOCKINDY

SÃO PAULO (quebra-ossos)Helio Castroneves também vai para a Corrida do Milhão da Stock, em Interlagos. Patrocínio da Shell. Tony vai de Itaipava e Barrichello, de Medley.

Que ninguém, portanto, fique achando que a Stock virou um eldorado. São acordos comerciais, todos bem amarrados e legítimos. Nenhum dos três, creio, tem pretensões na categoria — Barrichello talvez sim, mas acho que não é para agora; ele quer ficar na Indy, ao menos é o que declarou.

De toda forma, é claro que a prova ganha atrações interessantes. Assim como é claro que nenhum dos três tem chance alguma diante dos caras que estão nesse negócio há séculos.

Como já dito, trata-se apenas de grana, promoção, essas coisas. Não de competição.

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PROCURA-SE TALENTO PERDIDO

SÃO PAULO (crepúsculo) – O que aconteceu com Schumacher, afinal? Por que sua volta à F-1 não foi um estouro? Por que ele não lutou por vitórias e títulos?

Esse é o tema de capa da edição #31 da Revista WARM UP, nas bancas virtuais desde ontem, com uma profunda reflexão sobre o retorno do alemão. E, claro, com opiniões das mais di

versas. Há os que acham que ele não foi fracasso nenhum, como eu. Outros consideram que cometeu um erro, foi um fiasco e nunca foi nada demais. Tem de tudo.

Aliás, boa hora para discutir o tema, como fez Barrichello na Sportv. Ele disse que se pudesse voltar à F-1 hoje, estaria mais bem preparado que Schumacher. Vocês concordam?

A revista traz ainda linda entrevista com Alex Dias Ribeiro e a história do jovem brasileiro que largou um contrato com a Red Bull para fazer carreira no motociclismo para ser policial em São Paulo. Boa leitura, é de graça!

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O ÚLTIMO RECORDE

SÃO PAULO (tem mais algum?) – Schumacher, no apagar das luzes de sua carreira na F-1, estabeleceu um novo recorde ontem na Índia: o de voltas completadas em GPs. O alemão bateu em 16.644 desde a estreia, em Spa/1991. A marca anterior era de Barrichello, 16.631 voltas entre 1993 e 2011. O brasileiro completou 323 GPs, contra 304 de Schumacher.

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