Arquivo da categoria: Kart

EXPLICADO

SÃO PAULO (longos dias, longas noites) – Reparem no patrocinador principal do garotinho Sergio Pérez em seu capacete e no macacão. Explica, claro, seu talento. A foto foi extraída da página do mexicano no Facebook. Quem descobriu foi o Fernando Silva, do Grande Prêmio.

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GP + AK

SÃO PAULO (sempre é tempo) – Repito o título da notinha do blog do Victor Martins, postada no final do mês passado (quando, por razões já conhecidas, este blog ficou meio abandonado). O Grande Prêmio fechou uma parceria com a turma do Allkart, que tem o melhor conteúdo sobre kart do Brasil. Nosso conteúdo de kart, a partir de agora, passa a ser produzido pelo pessoal que mais se especializou no tema nos últimos anos.

Mais uma na série de novidades do GP na era MSN.

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BRUNO EM 1991

SÃO PAULO (deu por hoje) – Legal o vídeo que o Denisson Gervásio, assíduo colaborador deste blog, mandou. É uma matéria do Otávio Mesquita na inauguração do kartódromo de Ayrton Senna em Tatuí. Foi em 1991. E tem uma entrevista engraçadinha com o Bruno. Até eu apareço no vídeo, aos 4min22s, por mais ou menos três décimos de segundo. Mas sou eu, ali, anotando as coisas para minha matéria para a “Folha”, na época. Ainda tenho a credencial daquele evento.

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AJUDA DOS UNIVERSITÁRIOS

SÃO PAULO (puxem pela memória) – O Roberto Seixas, da SPTuris, gosta de arrumar sarna pra se coçar. Ex-administrador do autódromo de Interlagos, o melhor dos últimos anos, diga-se, está agora revolvendo o passado do Anhembi para levantar um histórico de eventos no local que, hoje, recebe de desfile de escola de samba a F-Indy, de feira de sapatos a exposição de carros antigos.

Ele precisa de informações sobre essa corrida aí da foto, de 1992. A única referência que tem é que era de uma certa F-200 e fazia parte do campeonato paulista de kart. Quem souber de algo pingue aqui ou escreva direto para ele: rseixas@spturis.com

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DICA DO DIA

SÃO PAULO (desovando) – Ótima entrevista com o Roberto Moreno feita pelo Renan do Couto, do Allkart.net. O “Baixo” fala sobre o começo da carreira no kart e conta ótimas histórias. É um dos ídolos deste blogueiro aqui, que não tem muitos ídolos. Na foto, o pódio mais emocionante da história da F-1.

 

 

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CHEGAMOS!

SÃO PAULO (parabéns!) – Eu não participei, mas como essa turma é toda de amigos e colegas, é como se tivesse participado… Afinal, essa história de jornalistas correrem de kart “profissionalmente” começou há anos com a criação da FIAk, comandada com mão de ferro pelo Rodrigo Ecclestone França. E eu estava dentro, lá no início. Ando meio afastado das provas, mas pretendo voltar quarta-feira para retomar algo que sempre adorei e, sabe-se lá por quê, deixei de lado.

A turma disputou as 500 Milhas no Beto Carrero World e esteve longe de fazer feio. O kart #17 quebrou o motor na classificação e, por isso, teve de largar em último. Ao final de quase 12 horas de prova, um honroso 27° lugar. Bem melhor do que naquela edição de que participei, em 2007 (ao abrir a nova janela, corra o texto para baixo para ver os posts da época. E na primeira foto desse link, o querido Luiz Vicente, que foi acelerar por outras bandas sem avisar ninguém; cobraremos, brother…). Naquela ocasião, tivemos vários acidentes e quebras. E minha participação foi pífia, menos de uma hora, e muito pouco prazerosa, devo admitir. Levei porrada de todos os lados e encheu o saco.

Aqui, o relato do Rodrigo para a revista “Alfa” sobre a experiência no kartódromo do Beto Carrero. Abaixo, o press-release oficial. Pensa que somos fracos?

Com o lema “não basta reportar, tem que participar”, a equipe de jornalistas que encarou o desafio de disputar uma corrida de 500 Milhas (cerca de 800 km de extensão) contra alguns dos melhores pilotos do mundo (de F-1, Indy, Stock etc) ganhou uma boa história para contar.

Depois de sofrer com a quebra na classificação e ficar com o último lugar no grid, a equipe Bee Racing-BKO-Jornalistas subiu 22 posições na prova com quase 50 karts e terminou a corrida na 27ª colocação, sendo nona colocada na categoria B (composta pelas 24 equipes que ficaram de fora do Top Qualifying).

A prova foi disputada no novo Kartódromo Beto Carrero, em Santa Catarina, onde foi realizada a 15ª edição das 500 Milhas de Kart, a primeira fora da Granja Viana. A equipe vencedora foi a do kart #2, composta por Christian Fittipaldi, Vitor Meira, Cesar Ramos, Roger Rieger, John Louis, Gabriel Dias e Giorgio Ramos, que completaram as 700 voltas em 11 horas e 39 minutos. A equipe de Rubens Barrichello ficou em segundo, apenas 3s3 atrás do vencedor.

“Com certeza foi um dia inesquecível para todos os jornalistas que integraram o time. Pudemos viver a prova de maneira intensa, sem sofrer com quebras, rodadas ou acidentes. Nosso objetivo inicial era não atrapalhar ninguém e conseguir mergulhar mais profundamente no entendimento deste esporte com o qual trabalhamos, o automobilismo. Conseguimos mais que isso: temos agora uma boa história para contar. Seja para nossos leitores, seja para os netos”, disse Rodrigo França, que publicou a história no site da Revista Alfa, da editora Abril.

“A categoria B leva seis equipes para o pódio e ficamos relativamente perto deste feito que seria incrível. Na F-1, que também tem 24 carros, os dez primeiros marcam pontos. Então daria para dizer que o nosso time entrou na zona de pontuação”, brincou França.

O time dos jornalistas também teve Eduardo Batista, Cassio Cortes, Bruno Terena, Rafael Munhoz, Leonardo Murgel, Alexander Grunwald, Carsten Horst e até um repórter estrangeiro, o norte-americano Efrain Olivares, da revista Racer e Speedtv.com.

“É muito bacana ver que a cada ano a equipe dos jornalistas evolui mais, conseguindo se mostrar cada vez mais competitiva. Este intercâmbio é muito importante para eles, como eu vejo que está sendo a minha participação como comentarista nas transmissões de corridas da Band. É bom sempre tentar aprender os dois lados e com certeza neste final de semana eles tiveram uma chance de aprofundar mais este conhecimento sobre automobilismo de maneira muito prática”, diz Felipe Giaffone, piloto e promotor das 500 Milhas de Kart.

Além do suporte da própria organização, do Beto Carrero World e do Kartódromo Granja Viana, a equipe dos jornalistas teve o patrocínio da BKO e apoio da URacer. “Foi uma prova especial e ficamos muito felizes de fazer parte desta história”, diz Eduardo Batista, diretor de incorporação da BKO.

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FITTI NO BETO

SÃO PAULO (apertadíssimo) – A equipe de Christian Fittipaldi venceu as 500 Milhas de Kart ontem à noite no Beto Carrero World. O final foi emocionante, com uma diferença de pouco mais de 3s para a turma de Barrichello, segunda colocada. Os detalhes estão aqui. E seria legal se blogueiros que foram ao evento contassem como foi. Preciso saber, também, em que lugar terminou o time dos jornalistas.

O clique abaixo é do rechonchudo Bruno Terena.

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POLE NO BETO

SÃO PAULO (e tome chuva) – Rubens Barrichello fez a pole para as 500 Milhas de Kart, que neste ano acontecem pela primeira vez no kartódromo recém-construído no Beto Carrero World, em Santa Catarina, depois de anos na Granja Vianna. A pista foi desenhada por Hermann Tilke. A corrida começa amanhã às 10h30. A Record News mostra a largada, pelo que andei lendo por aí. A foto abaixo é do gorducho Bruno Terena. A equipe de Barrichello tem ainda Felipe Giaffone, Rafael Suzuki e Tony Kanaan.

São 48 equipes inscritas e o time dos jornalistas, liderado pelo Rodrigo França, manteve sua incrível regularidade das últimas edições e obteve a 48ª posição do grid. Gostei das novas carenagens, estão parecendo carrinhos de verdade, com alguma elegância.

 

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MAIS DE ONTEM

SÃO PAULO (vou acabar com a carreira dele!) – Julgo relevante seguir no tema de ontem, a sutil batida de que fui vítima em prova de kart que contou com jornalistas e um piloto de F-1, Philippo Dahora. Vamos primeiro avaliar as fotos do Ney Messi, primo-irmão de Lionel, começando com essa aí embaixo.

Nota-se a elegância do piloto, o estilo limpo e arrojado ao mesmo tempo. A forma como ataca a zebra, a maneira de empunhar o volante, o olhar fixo no objetivo final, a vitória, mas não a qualquer custo. O número 27, escolhido pela própria Ferrari, era uma homenagem a Gilles Villeneuve, um de seus maiores nomes, a quem o time italiano decidiu celebrar entregando-o ao piloto que mais se assemelhava a ele entre os participantes — pelo modo de guiar, pelo carisma e pela fluência em francês quebequiano e italiano sardo.

Agora atentem para o instantâneo abaixo.

Avisado pelo rádio da aproximação de Philipp Dahora, abaixei a cabeça temendo ser atingido por um taco de beisebol ou por algum artefato bélico que pudesse estar embutido no kart que vinha atrás. Se vocês repararem bem, a mão direita de Dahora está prestes a largar o volante para alcançar o que se supunha ser uma Glock Gen4, oculta sob o tanque de gasolina.

Ciente de que poderia ser abatido, decidi manter minha trajetória para tornar-me um mártir de reputação inatacável, já que qualquer movimento de defesa poderia ser interpretado pelos comissários como atitude hostil.

O fim dessa história é conhecido e ganhou manchetes no mundo inteiro. O portal Terra, indignado, chamou Fillipo de “sujo”. Já o portal da emissora oficial da F-1, o Globoesporte.com, preferiu dar destaque à minha excepcional (de novo) largada, aos 30s deste vídeo que poupou Phillip de maiores críticas. Vejam como o #27 busca o terceiro lugar nos primeiros metros como um míssil soviético. Por fim, a ESPN, emissora claramente simpática ao piloto da Ferrari, foi obrigada a colocar no ar imagens captadas por celulares que provam que Phillippo me “jurou” antes da corrida, quando eu já me encontrava amarrado no cockpit, pronto para vencer.

A FIA vai receber essas imagens hoje mesmo. Vou mandar para o Hamilton, também.

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“GOOD JOB, MAN!”

SÃO PAULO- Fomos correr de kart hoje na Granja Viana, a convite da Ferrari. 25 jornalistas, mais um certo Phillip Massa, titular da equipe e 10 kg mais magro que eu.

Muito bem.

É possível que as imagens já estejam correndo na internet, porque quando acabou a corrida dei um tapão nele e disse “good job, man!”. Depois fui reclamar na torre de atitude antidesportiva, mas não encontrei a torre. Restou-me almoçar com o indigitado. Ainda ganhei um boné e uma medalha. Vou sortear o boné e guardar a medalha, chapiscada com o sangue de meu esforço e dedicação.

Mas perdi a corrida.

Foi assim. Entrei como favorito absoluto, mesmo com a presença de Massa no grid. Fui mal nos treinos livres, virando 1min07s50 na minha melhor volta. O mais rápido, Rafael Munhoz, da “Racing”, enfiou quase 2s “nimim”. Mas na classificação baixei para 1min05s99 e fiquei em quinto. Quarto, na verdade, porque Phillip virou 1min03s e alguma coisa, mas foi punido porque estava rápido demais e largou em último.

Na minha frente, no grid, Munhoz, Alexander Wurz e Tico-Tico. Como sempre, larguei esplendidamente e coloquei-me atrás de Munhoz e Wurz, porque uma hora eles iam fazer alguma cagada e eu ganharia fácil. Sou uma espécie de Prost, inteligente e cerebral, mas um pouco mais arrojado.

Aí aconteceu o momento dramático, estapafúrdio, inominável. Na altura da terceira ou vigésima volta, não lembro direito. No final da reta principal, molhada, eu fazendo um traçado próximo do perfeito, chego na freada e sou atingido por trás. Enquanto rodava, gritava pelo rádio: “Quem foi? Quem foi? Avisem os comissários! Peguem o vídeo! Coloquem no YouTube, no Facebook e no Twitter! No Orkut não precisa, ninguém mais vê essa merda!”. Meu engenheiro não respondeu nada.

Estávamos a mais ou menos 290 km/h. E o piloto que me tocou ainda olhou dentro da minha viseira e deu uma gargalhada. Usava um capacete amarelo e verde e um macacão vermelho. O sacripanta foi embora e resignei-me. “Hamilton tem razão”, pensei. Comecei a remar tudo de novo. Lá na frente, como eu previa, Munhoz e Wurz se enroscaram. Cheguei novamente nos dois, mas começou a chover e aí foi um desastre. Meu acerto era para clima úmido-com-possibilidade-de-leve-garoa-vinda-do-leste, e choveu pra cacete. Não parei mais na pista.

O piloto do capacete verde e amarelo chegou a me encontrar novamente. “Phillip is faster than you”, me avisou o engenheiro pelo rádio, ao que respondi “e eu com isso?”. Aí ele me passou com alguma dificuldade.

Terminei em sexto. Maça, ou Massa, não sei direito quem é, o piloto que aniquilou minhas chances de uma vitória épica, ganhou. A segunda posição foi do azarão Lucas Santinho, do site Tazio, que aproveitou quando Munhoz e Wurz se tocaram e passou os dois. Ainda terminei atrás de Tico-Tico.

A melhor volta do dia foi desse rapaz, Maça, 1min03s799. Seu kart, aparentemente, tinha dois motores. A segunda melhor foi minha, 1min05s098. O que prova, sem sombra de dúvidas, que eu merecia ganhar.

Quando acabou a corrida fui para o cercadinho da imprensa, dei um tapão nele e falei “good job, man!”. As câmeras da BBC e da ESPN captaram tudo. Sei que na ESPN vai ao ar no Bate-Bola, se der tempo, e no Sportscenter, com certeza.

Massa, ou Maça, parece que tem uma corrida em Interlagos domingo. Mas existe a chance de, antes, cassarem a superlicença dele assim que as imagens chegarem à FIA.

Este é o piloto que acabou com a minha corrida. Se chama Phillip, é meio baixinho e anda sempre de boné. Qualquer notícia sobre seu paradeiro, favor me informar ou ligar para o disque-denúncia, 181. Garantimos o sigilo aos informantes e ainda damos um brinde.

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DICA DO DIA

SÃO PAULO (bem legal) – Ótima entrevista do Renan do Couto, do Allkart, com Wilsinho Fittipaldi sobre o início das corridas de kart no Brasil. A segunda parte ainda não foi publicada. Esperamos ansiosamente.

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SEGREDO REVELADO

SÃO PAULO (finalmente) - OK, vou confessar. Tenho raiva do Rubinho! É por isso que escrevo essas coisas, como a coluna de hoje (que é basicamente o texto do post um pouco mais abaixo). A verdade é que no final de 2005 eu é que deveria ter sido contratado pela BAR, que já estava vendida para a Honda. As imagens deste vídeo comprovam tudo. A foto aí embaixo também.

Se bem que eu deveria, mesmo, era ter raiva do Button. Acho que foi ele que me vetou. Ou porque ganhei a corrida, ou porque fiz chifrinho nele na foto. Mas precisa ver o vídeo até o fim pra entender.

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DEIXA EU ENTENDER…

SÃO PAULO (reclamações em qual guichê mesmo?) – Vamos ver… Neste fim de semana vai ter Brasileiro de Kart em Interlagos. Gastaram 840 mil reais para “reformar” o kartódromo e conseguiram, com essa grana, pintar zebras, cimentar uma área perto dos boxes e derrubar a torre de controle.

Vão cobrar 20 reais o estacionamento. A CBA vai cobrar 1.200 reais de inscrição. O SKB, do Sergio Jimenez & cia., cobra 400 e dá prêmio em dinheiro. E estão boicotando uma marca de kart, é isso? Cobrando pedágio?

O Victor Martins está começando a levantar a lebre, com a equipe do Grande Prêmio. Nós somos chatos pacas. Adoramos um escândalo. E no Kart Motor tem uma foto da nova e linda torre de controle. Essa aí do lado.

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LEGAL (3)

SÃO PAULO (boa, todos!) – E esse Super Kart Brasil pegou. Iniciativa de pilotos, claro. Sem todo o oba-oba dos festivais de estrelas da Granja e de Floripa, mas com pau puro no kartódromo de Interlagos, deu Sergio Jimenez na terceira edição. Detalhes aqui.

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OUTRA MORTE

SÃO PAULO - Agora numa prova de rua de kart em Jarinu, perto de Jundiaí. O rapaz tinha 25 anos. Não sei quem supervisionou essa prova. Os detalhes estão aqui, com vídeo da batida. Foi o blogueiro Junior Lacort que enviou a notícia.

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ESTE É O KART BRASILEIRO

SÃO PAULO (descaso total) - Recebo e-mail desolado do Rubens Caruso. É sobre o kartódromo municipal de Poços de Caldas. Reproduzo, dando os parabéns aos envolvidos. As fotos são deprimentes.

Caro Flavio,
dá uma olhada nas condições em que se encontra o kartódromo municipal de Poços de Caldas. A deterioração pesada ocorre desde o ano passado. O mato tomou conta. O asfalto está abrindo. Inventaram uma “torre” a partir de uma antiga guarita da PM. Tudo virou lixo. O local virou albergue noturno e ponto de encontro de maus elementos à noite. Nesse caso, ainda não culparam São Pedro pelos estragos, como é praxe na cidade. Para ajudar, dois anos atrás fizeram uma “reforma” e colocaram a saída dos boxes em subida. Quem já empurrou kart sabe do que falo. Uma pena. Enquanto isso meu kart vai mofando…

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NA LONA

SÃO PAULO (deprimente) - Daqui a pouco você vai ler no Grande Prêmio. A prefeitura de Lauro de Freitas, perto de Salvador, vai ceder a área onde fica o kartódromo Ayrton Senna, que se não me engano tem mais de 20 anos de história, para a Confederação Brasileira de Judô. Lá será erguido um centro de excelência, e tal. Nada contra o judô, ao contrário. Tudo a favor. É esporte levado a sério no Brasil, que conquista medalhas olímpicas e tem grandes atletas. Mas é o mesmo caso de Jacarepaguá. É preciso destruir um para construir o outro? A prefeitura não tem outro terreno?

Entendo que o judô é muito mais midiático (e competente) para colocar Lauro de Freitas no mapa. Perto dos Jogos de 2012 e de 2016 (estes, no Rio), a cidade será citada, mencionada, admirada. E o kart não dá cartaz a ninguém. Mas sabem por quê? Porque não temos direção do automobilismo no Brasil. A indiferença da CBA é exasperante. Nenhuma palavra sobre o assunto. Pistas e mais pistas sendo sucateadas, loteadas, extintas, e picas.

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NO KARTÓDROMO

SÃO PAULO (boa pedida) – Recebi vídeo-release (chique demais) do brother Rafael Durante sobre o Super Kart Brasil, que acontece neste fim de semana no kartódromo de Interlagos. A iniciativa é de Paulo Carcasci, Ruben Carrapatoso, Sérgio Jimenez, Renato Russo, André Nicastro, Dennis e Danilo Dirani. E vai ter também exibição de karts clássicos restaurados com homenagem ao Mário de Carvalho, 80 anos, criador da Mini. A programação completa, com datas, horários e categorias, está aqui. Como se vê, quem anda fazendo algo no Brasil são os pilotos.

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TRAGÉDIA EM CASCAVEL

SÃO PAULO – Mais um piloto morreu no Brasil, o terceiro em um mês. Siciliano Bodanezi, 36 anos, foi atropelado numa prova de kart na noite de sábado em Cascavel. Ele atravessou a pista para ajudar o irmão, que teve problemas em seu kart no início da prova, e foi atingido por dois competidores. As informações estão sendo divulgadas pela imprensa paranaense com grande destaque. Detalhes aqui, aqui e aqui.

Um mês, três mortes em modalidades diversas — monopostos em Fortaleza, arrancada em Curitiba, kart em Cascavel. Além daquela arquibancada de Quatro Pontes, também no Paraná, que desabou deixando mais de 100 feridos em outra prova de arrancada, em setembro. O vídeo é estarrecedor, pela precariedade da estrutura, proximidade com a pista, risco iminente.

Seguimos esperando algum pronunciamento das autoridades esportivas competentes sobre os eventos em questão — “competentes” no sentido de responsabilidade, claro, e não como sinônimo de competência, capacidade.

O automobilismo brasileiro chegou ao fundo do poço de vez. Porque uma coisa é estar às voltas com prisões, denúncias, evasão ilegal de divisas. Isso só mostra que quem está na linha de frente é gente que não presta, escória — e não chega a ser uma surpresa. Só que tem gente morrendo, o que é muito mais grave, e ninguém faz nada.

ATUALIZANDO

No dia 13 de novembro, uma jovem arquiteta de 25 anos, Aline Ramiro, morreu no kartódromo de Serra (ES). Era sua primeira vez num kart. O que lança outra questão: o indoor e o kartismo amador precisam ser fiscalizados e normatizados. Acontecem acidentes aos montes.

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BOA, BIA!

SÃO PAULO (fera) - Vi apenas pedaços do Desafio das Estrelas pela TV, mas acho que a vitória de Bia Figueiredo na corrida de domingo (no sábado venceu Lucas de Grassi, à noite) merece algum destaque, não? No fim, o título ficou com Di Grassi. O resultado nem importa tanto, é uma festa, mas Bia é daquelas que precisa espaço na mídia, garantir retorno ao patrocinador, essas coisas. Porque terá um ano dificílimo na Indy. Que tenha muita sorte.

E vocês que estiveram em Canasvieiras para ver as corridas, contem aqui como é que foi o evento!

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