Arquivo da categoria: Comes & bebes

NOTÍCIA BOA (E OUTRA RUIM)

SÃO PAULO (pff) – A França deve voltar ao calendário da F-1 a partir de 2013. Essa é a boa notícia. Em Paul Ricard, pista deliciosa, lugar delicioso, de um país igualmente delicioso. Quando for, pare em Cassis e coma um crêpe au Grand Marnier aqui.

A má notícia é que isso sendo confirmado, Spa passa a revezar com Paul Ricard, com o GP da Bélgica sendo realizado de dois em dois anos.

Enquanto isso, continuamos firmes com Bahrein, Abu Dhabi & companhia limitada.

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PONTO CHIC, 90

SÃO PAULO (deu fominha) – Sou um hamburgólogo com pós e doutorado, mas quando me perguntam qual o melhor sanduba do mundo, sempre respondo que é o Bauru (em maiúscula, mesmo) do Ponto Chic.

Há menções honrosas para várias lanchonetes, claro, como o Chico Hamburger, a Lanchonete da Cidade, o Estadão e seu pernil no pão francês, o Frevinho e seus beirutes, o Seu Oswaldo e seu cheese-salada simples e delicado, uma lanchonete no México que me esqueci o nome (sim, sou um hamburgólogo internacional), o pernil de um boteco de Campinas que sei onde é, mas também esqueci o nome, o Psicodélico do Giovannetti, também em Campinas… Mas o Bauru é de comer ajoelhado.

E não é que o Ponto Chic fez 90 anos? Foi inaugurado em 24 de março de 1922, no meio da Semana de Arte Moderna. E está aí, firme e forte.

Sempre que alguém de fora de SP vem passar uns dias aqui, faço questão de levar ao Ponto Chic. O de Perdizes, porque nas lojas do Centro e do Paraíso é meio complicado estacionar. Os 90 anos vão ganhar um livro pela Editora Senac, com lançamentos nas três lojas. rte.

A história da lanchonete e de seu lanche mais famoso está no site do Ponto Chic, aqui. E não adianta tentar fazer igual, nunca fica. Para quem for um dia, experimente também o mexido de rosbife ou o Rococó, com aliche. São as pequenas coisas que ainda me seguram nesta cidade cada vez mais difícil de viver.

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TÔ COM FOME

GUARUJÁ (debaixo d’água) – Vou fazer uma lista de resoluções de Ano Novo nos próximos dias. Uma delas é abrir uma franquia de lanchonete. Escolhi o White Castle, que fez 90 anos em 2011. Não há hambúrguer melhor no mundo. Se vocês acham que há, mandem sugestões.

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FIM DE FEIRA (8)

SÃO PAULO (mas estava bom) – Será que foi isso? Pela primeira vez fiz essa coisa breguíssima de fotografar o prato de comida da Ferrari. É porque estou me preparando para ser fotógrafo de macarrão quando me aposentar. Achei que era uma boa oportunidade. Parafuzzi al Creme de Latte con Prezuntto e Bistecca di Porco nell’Azeitte con Molto Cheggio Ralatto. Nem comi a sobremesa, mas fiquei a tarde toda meio indisposto.

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ONE QUESTION

Alguém aí sabe onde podemos encontrar o distinto refrigerante? O Fernando do Carmo mandou a foto, mas não disse onde vende.

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A MINHA, DE TANGERINA

SÃO PAULO (tá doido) - O Bruno Terena avisa: quem comprar uma garrafa dessa vodca Russo-Baltique leva de brinde uma SUV blindada, uma espécie de Hummer russo. A garrafa custa US$ 1, 3 milhão e, parece, é folheada com ouro de moedas do começo do século passado. E vem num estojo de vidro de 30 cm de espessura, algo assim.

A Rússia está ficando cafona demais, com essas babaquices de novos-ricos. Em todo caso, se alguém se interessar me convide para a degustação. Eu tomaria uma caipirinha de tangerina com esse negócio aí. Será que fica bom?

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GENIAL

SÃO PAULO (que bom) - Já falei aqui dos cachorros-quentes da Geneal, que fazem parte da vida do Rio. Hoje o Marcelo Foresti me mandou o link desta ótima matéria da Globo News, dando conta de que a marca, ressuscitada dez anos atrás por um engenheiro carioca, está pegando de novo. É legal saber que nestes dias de canibalismo entre empresas e desaparecimento de símbolos tão caros à memória afetiva de cada um, mesmo que símbolos simples e banais, como uma marca de cachorro-quente, uma loja, ou um refrigerante, ainda tem gente que aposta neles.

Fiquei feliz da vida, ganhei o dia. Na minha próxima passagem pelo Rio, além do mate na praia e dos biscoitos Globo, é evidente que vou comer um cachorro-quente da Geneal, para lembrar dos meus dias de praia e Maracanã. Quando Maracanã havia, porque estão destruindo o estádio, mais um desses crimes que, espero, leve seus responsáveis às trevas eternas.

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NA LATA

SÃO PAULO (por que acaba?) – Não me perguntem o motivo, mas me lembrei das azedinhas da Sönksen hoje. Aqueles flashes do passado, sabem como é? Fui atrás para saber se ainda existiam, e me deparei com a ótima matéria do Marcelo Duarte no seu Guia dos Curiosos. Não existem mais. É uma pena, porque eu guardava minhas bolinhas e dadinhos de futebol de botão em latinhas como essa aí embaixo (imagem devidamente surrupiada do Almanaque do Malú).

Mas eu gostava mesmo era das balinhas de cevada. Creio que empresa nenhuma no mundo ainda faz balinhas de cevada, o que é um sinal bem claro de que o planeta vive seus derradeiros dias.

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NO COMMENTS

Restaurante em forma de Fusca em Salzburg, na Áustria. Custou US$ 2 milhões. Foi o Diego Ximenes quem descobriu.

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VINHO BUENO

SÃO PAULO (convites, please) – Olha que legal a notícia enviada pelo Dú Cardim. O Galvão Bueno terá um vinho e um espumante com seu nome, feito pela turma da Miolo, em Bento Gonçalves. Lançamento em agosto. E deve ser coisa boa. Primeiro, porque dizem os entendidos em suco de uva que a Miolo faz vinhos de qualidade internacional. Depois, porque o Galvão conhece vinho.

Tenho umas histórias divertidas com ele em longos jantares por esses anos de F-1. Uma vez, na Austrália, estávamos num restaurante chique, caro, mas dentro de nossas possibilidades de verba miserável. Só que o Galvão resolveu escolher o vinho. E o cara nunca teve o hábito de ver os preços antes de pedir.

Fodeu, pensei. Do jeito que a gente bebe, serão umas seis ou sete garrafas. A 150 dólares a garrafa, fodeu.

Mas Galvão pediu, ele sempre escolheu direito, justiça seja feita, vinho australiano é bom, e quando veio a quinta garrafa, concluímos, nós, os da ala miserável, que estávamos fodidos na hora de dividir a conta. A verba da viagem toda iria naquele jantar. Então, tive uma ideia, quando ele se levantou para fumar, ou para ir ao banheiro. Expus à mesa. Ninguém achou que daria certo, mas era uma tentativa. Afinal, estávamos fodidos, de qualquer jeito.

Galvão voltou. Já tínhamos engatado um papo rumoroso sobre colegas de profissão, e eu mandei: quem tá bem é o Bolacha, rico pra cacete.

O Bolacha é o Luciano do Valle.

Tá morando em Porto de Galinhas, puta mansão, e você naquele sítio ridículo em Londrina, eu disse. Aí o Galvão subiu nas tamancas. O Bolacha? Que é isso? Minha fazenda tem até pista de pouso, não sei quantos bois, não sei quantos pés de jaboticaba e etc e tal. E eu botando pilha, porque o Bolacha tem até ofurô na cozinha e ar-condicionado na garagem, e ele rebatendo, minha fazenda tem energia eólica e estufa com orquídeas, e todo mundo na mesa apreensivo, até que veio o momento glorioso. Tanto eu falei que o Bolacha estava rico, e que com ele ninguém metia a mão no bolso em lugar algum, que o Galvão bateu na mesa e decidiu. Vocês querem saber? Eu pago a merda dessa conta! Queria ver se o Bolacha iria pagar essa merda!

E foi assim que minha verba sobrou naquele ano em Melbourne.

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CARRO DA FIRMA (8)

genealvespacarSÃO PAULO (fome, menos) – Nossa minissérie está perigosamente se desviando para a gastronomia popular. Foi só falar de salgadinhos e refrigerantes, que a blogaiada resolveu lembrar com afinco daqueles tempos em que não precisávamos ter medo de comer, nem de beber nada. Não havia colesterol, nem obesidade. No máximo, as delícias que hoje viraram inimigas mortais da espécie humana produziam garotos gordinhos. E nem era meu caso, magro como um pau-de-sebo… 

Bem, mas já que é assim, que tal este clássico enviado pelo Mário Mesquita? É o Vespacar da Geneal, a mais carioca das redes de carrinhos de cachorro-quente, dominante nas praias da Zona Sul nas décadas de 60 e 70 do século passado.

Morei no Rio nessa época, e não lembro muito dos Vespacars, mas sim das carrocinhas espalhadas pelo calçadão, e dos vendedores ambulantes no Maracanã.

A Geneal sumiu por uns anos e voltou em 1999, mas parece que apenas com lojas em shoppings. Não sei se o sabor do lanche é o mesmo. Os cariocas podem nos contar. Na minha memória afetiva, não era propriamente um sanduíche inesquecível. A salsicha era pálida e o pão muito macio, é do que me recordo. Um sanduba honesto, nada mais do que isso.

Legal mesmo era ver os carrinhos sempre na praia, infalíveis. Eles transmitiam uma inegável sensação de segurança a um menino de oito anos como eu. Sempre que via um Geneal, tinha certeza de que a qualquer momento, mesmo se o mundo estivesse prestes a acabar, haveria um hot-dog para segurar a onda até o dia do Juízo Final. Com mostarda, e sem catchup.

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SALGADO E DOCE

bisgloboSÃO PAULO (os dois) – Hoje bateu uma certa saudade do Rio e, por mera coincidência, recebi agora à noite um e-mail do Rodrigo Maluhy com uma bela historinha sobre os biscoitos Globo. É a reprodução de uma matéria do “JB” sobre esse ícone carioca, que é feito e distribuído do mesmo jeito há quase meio século e nunca precisou de um anúncio em revista, jornal, rádio ou TV para se transformar num símbolo da mais bela (e mutilada) cidade do mundo. Até o site dos biscoitos mais deliciosos do planeta é lindíssimo em sua simplicidade. Não tem nada e pronto. Não é da era da internet e nunca será. Acabou.

O que é mais legal é que a fábrica nunca cresceu, nunca vendeu franquias, a embalagem nunca mudou, o sabor é o mesmo desde sempre, seus donos nunca se preocuparam em ganhar o mundo, globalizar (é até uma ironia) a marca, nada. Biscoitos Globo são feitos no centro do Rio numa pequena panificação, vendidos por ambulantes nas praias e no trânsito, e é assim que sempre foi e assim que sempre será.

Precisa mais? Quem já se sentou numa cadeira de praia no Leblon para esperar o tempo passar, pediu um saquinho do salgado e um mate, e lá ficou até o tempo passar, sabe que não — não precisa de mais nada.

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ONE COMMENT

Esse é o verdadeiro fast-food. Dica de Giovanna Cantarelli, neta daquele goleiro do Flamengo.

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ONE COMMENT

Preciso urgentemente conhecer este bar em Curitiba. Será que eles patrocinam o Meianov? O pessoal de Curitiba bem que podia falar com eles…

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É HORA DO LANCHE…

SÃO PAULO (fazemos de tudo) – …que hora tão feliz… Lembram do jingle? Não sei como é lá na Croácia, de onde o Jason Vôngoli me mandou a foto. Disse que é uma delícia. O que não me surpreende.

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É DE CHOCOLATE

SÃO PAULO (branco?) – Olha só essa… Um carro de F-3 movido a biocombustível feito a partir de restos de uma fábrica de chocolate! A história toda está aqui, com vídeo e tudo. Foram uns caras de uma universidade na Inglaterra que desenvolveram. A Honda, se ainda existisse, certamente faria seu carro movido a chocolate.

E tem mais: a carenagem é feita de batata, o volante é de cenoura e o banco, de soja. Algo assim. Se não andar nada, pelo menos dá para comer.

Não sou um chocólatra, mas tenho lá minhas preferências. Sou louco, por exemplo, por Baci Perugina. E também pelos cigarrinhos de chocolate Pan e pelo Alpino. O resto, dispenso.

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DEU FOME

SÃO PAULO (e sede) - A Jackie Della Barba descobriu esta lanchonete na zona norte de São Paulo que serve seus sandubas a bordo de miniaturas de carros americanos de papel. São 14 diferentes, todos modelos dos anos 50. Tem até o Edsel.

Chama-se Chip’s Burger, a lanchonete. Deve ser boa. SP tem os melhores sanduíches do mundo. Disparado. Tenho até um ranking pessoal, que inclui o bauru do Ponto Chic, o pernil do Estadão, o cheese-salada do Chico Hamburger, o cheese-catupiry do Marques, o beirute do Frevinho, o Ritz Burger e muitos outros.

Outro dia mostrei aqui no blog uma lanchonete de Santo André, acho, que tinha sandubas monstruosos. Fiquei de conhecer, mas ainda não fui.

Bem, se você gosta de sanduíches, fale agora, ou cale-se para sempre.

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EN EL SUR DEL MUNDO (5)

CHUY Y CHUÍ (foi lá) – A idéia era chegar a uma das pontas. Chegamos, eu e meu amigo, numa viagem que transcorreu na mais absoluta calma, sem o menor sobressalto. Foram 340 km de paz pelas Rutas 8 y 9, estrada é sempre uma delícia. A paisagem das planícies uruguaias é melancólica e doce. De Montevidéu até o Chuy uruguaio não tem erro, é praticamente uma reta só, passando por Pando, Soca, La Querencia, Pan de Azúcar, San Carlos, Rocha, Castillos, a Laguna Negra à esquerda, enorme e misteriosa, os avestruzes dividindo os campos com o gado, La Coronilla e, finalmente, a fronteira seca.

Ventava muito, e fazia frio. Mas com as janelas fechadas, o sol de fim de inverno era suficiente para dispensar o aquecimento do auto. Walter já tinha me dito que queria fixar residência no Brasil. Então seguimos até o Brasil para cuidar do repatriamento.

Aí deu uma fome desgraçada, e quando você for ao Chuí (já disse, todo mundo tem de ir ao Chuí um dia, e ao Oiapoque tamém) e estiver com uma fome desgraçada, vá ao restaurante da Mariela, que todo mundo sabe onde é. Fica no lado brasileiro, umas duas ruas pra lá da avenida que divide os países, em frente ao Banco do Brasil.

Dá até para trabalhar na mesa, enquanto não chega a milanesa recheada com presunto e queijo com arroz e ovo frito soterrados por batatas fritas.

Isso aí tudo custa 10 reais, acho. Com uma fanta laranja, 12.

Quando eu escrever um guia turístico e gastronômico do universo, vou indicar o restaurante da Mariela. 

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EN EL SUR DEL MUNDO (1)

MONTEVIDÉU (um doce) – Bem, macacada, sem grandes explicações. Hoy termina a pequeña excursão ao sud del mundo, e estou até misturando os idiomas, como o simpático povo do Chuí e do Chuy, faroeste caboclo de primeira.

Todo mundo precisa conhecer o Chuí. E o Oiapoque, também.

Falta o Oiapoque.

Aconteceu bastante coisa, de novo. Não dá para falar tudo, escreve-se.

Começando com dica gastronômica, na linha quando-vier-a-Montevidéu-não-perca. O problema é que minhas dicas são imprecisas. Às vezes falta o nome do restaurante, detalhe importante. Mas quem vier vai encontrar. É o bigode mais simpático do hemisfério sul, e ele fica lá no mercado.

A parrilla não foi grande coisa. Mas a sobremesa… Emilio Vecchi, o bigode (gozado, guardei o nome dele, não o do restaurante), garantiu que era a melhor panqueca de maçãs caramelizadas do mundo. Do mundo inteiro?, perguntei, e ele assegurou que sim, então manda.

Uma coisa celestial.

Hoje tem mais, antes de partir. Vamos sem almoçar, eu e meu amigo. Para dar mais fome.

Ah, para achar o restaurante do Emilio Vecchi, é só entrar no mercado, que não é tão grande assim, e procurar por seu bigode sorridente.

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Tamanho é documento

SÃO PAULO (endereço, por favor) – Gente, esse foi de cair! O pessoal do Mundo VW vive me mandando e-mails muito legais sobre Fuscas & cia, e na semana passada, junto com o Fusca Clube do ABC, a turma fez uma confraternização em Santo André. A brincadeira acabou numa lanchonete chamada Aero Lanches, e pelo que entendi os sandubas são batizados com nomes de carros antigos. Fica em Santo André. E vejam o naipe do sandubão!

Esse eu preciso conhecer! Como é que faz para comer um negócio desse tamanho?

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