Arquivo da categoria: Colunas Warm Up

SIR COLIN

SÃO PAULO - Na semana em que a Pirelli decidiu mexer nos pneus (a partir do GP do Canadá, eles não vão mais derreter a céu aberto, imagina-se), achei conveniente escrever para o fundador da Lotus, Colin Chapman. Afinal de contas, se tem uma equipe que será prejudicada com essa mudança é a sua, a Lotus. Um trechinho:

selochap1Neste ano, o campeonato está muito esquisito. Fizeram uns pneus que se desmancham no ar e os caras têm de parar no box a cada seis ou sete voltas. Uma coisa de maluco. Domingo passado o Alonso, um espanhol, venceu em Barcelona com quatro pit-stops. Ele corre pela Ferrari, que é a mesma da sua época, continua vermelha e tal. Só que tem uma única equipe que não gasta tanto os pneus. A sua. Ou ex-sua. A Lotus, enfim. Fizeram um carro acertadinho, equilibrado, contrataram um piloto muito bom e o resultado é que ele consegue fazer as corridas com uma parada a menos. Mas as outras começaram a chiar e os caras que fabricam os pneus resolveram mudar tudo. Acho ótimo, porque passaram do ponto. Mas o cara que hoje toca sua equipe, ou sua ex-equipe, a Lotus, enfim, não gostou.

Para ler o texto inteiro, é só clicar aqui.

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SATO-SAN

SÃO PAULO (banzai) – Takuma Sato é o destinatário da cartinha de hoje na coluna Warm Up. Trechinho:

nippon50Inveja talvez não seja a palavra. Espanto. É isso. A gente fica espantado com vocês. O tempo todo. Gozado que na F-1 sempre os tratamos com desdém como pilotos, mas com verdadeira reverência quando o assunto era outro. Motores, por exemplo. Osamu Goto, lembra? Era um semideus na Honda. Senna foi um dos primeiros a devotar a vocês esse respeito que, na maioria das vezes, não temos. Somos ridículos, os ocidentais.

É isso. Para ler o texto na íntegra, é só clicar aqui.

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ROBERT

SÃO PAULO (tome tenência, rapaz) – Na coluna Warm Up de hoje, o destinatário da carta da semana é Robert Kubica, que não se cansa de bater carros mesmo depois da panca que quase arrancou seu braço. Um trechinho:

selopoloniaPense no seguinte, polaco: tu era para estar com um braço só, que nem o Capitão Gancho. Está com os dois e, pelo visto, um deles está funcionando muito bem, pelo tamanho do estrago. O outro está perfeito. Ótimo. O que achamos, nós que gostamos de você, é que a cabeça é que anda meio avoada. Se existe anjo da guarda, rapaz, o seu já entrou com o pedido de aposentadoria faz tempo. Ou adicional de periculosidade.

Para ler na íntegra, como de hábito, cliquem aqui.

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CHECO, MI HIJO

SÃO PAULO (envelheçam) – Na coluna Warm Up de hoje, uma cartinha a Sergio Pérez, o personagem da semana na F-1. Trechinho:

selomexicoSua equipe é a melhor do mundo para fazer essas coisas. Libera a briga, deixa que vocês resolvam na pista, é o ideal dos mundos. Mas é preciso ser inteligente. Uma coisa é disputar posição e brigar por ela. Outra é querer ganhar na marra como se estivesse numa batalha de vida ou morte. Ser combativo é diferente de ser agressivo. Combater é uma coisa, agredir é outra. Creio que você exagerou.

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HEY, “MATE”

SÃO PAULO (sem tecla SAP hoje) – O tempo foi curto. As traduções do paquistanês ficaram para amanhã porque a grana não caiu na conta de Dubai. Assim, fiquem com a coluna Warm Up de hoje, uma cartinha para Mark Webber. Um trecho:

selaustraliaSim, eu sei que as pessoas são exageradas e procuram pelo em ovo. Estou apenas te contando o que as pessoas andam dizendo por aí. Mas essa foto é jogar lenha na fogueira. Apagar incêndio com gasolina. Você entende essas expressões, lenha na fogueira, pelo em ovo? Não? Normal. Quando fui para a Austrália a primeira vez e entrevistei um sujeito que protestava contra a corrida de Melbourne, todo ano eles protestam, você sabe, o cara disse que a ideia da manifestação daquela meia-dúzia era deixar Bernie “like a hornet in a bottle”. Faz tanto sentido quanto pelo em ovo, então procure entender pelo contexto. Brasileiro é uma língua tão estranha quanto australiano. Não nos julgue.

Para ler tudo, como de costume, clique aqui.

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TIÃO, MEU FILHO

SÃO PAULO (esses jovens) – Na coluna Warm Up de hoje, uma simpática cartinha para Vettel — que já disse, em entrevistas, que não usa Twitter, Facebook, nada; assim, deve ler cartas. Um trecho:

selalemaoMas entendo a sua vontade de ganhar. E entendo que você não gosta do cara. Também achei que ele quase te fodeu em Interlagos no ano passado. Desculpe os termos. Eu poderia usar “prejudicou”, por exemplo. Mas, na verdade, ele quase te fodeu, mesmo, naquela espremida no muro. Isso não é coisa de parceiro. Meu amigo aqui lembrou que, no rádio, eu chamei o cara de “retardado” quando o vi  te apertando daquele jeito idiota, na última corrida do ano, você lutando pelo título. E teve o lance da Turquia em 2010, claro que lembro. Duas antas, eu disse na hora. Vocês nunca se deram bem.

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AMIGOS JORGE E JUAN

SÃO PAULO (gosto de lembrar) – Na semana em que faço 25 anos de cobertura de F-1, achei por bem mandar uma carta na coluna Warm Up desta semana aos meus amigos e irmãos em armas Jorge Araújo e Juan Esteves, que foram nossos fotógrafos naquele GP do Brasil de 1988. Um trechinho:

134946Não esqueço também da cama que vocês prepararam para mim naquele apê alugado pelo jornal para o fim de semana. Um berço. “Berço do Flavinho”, indicava um cartaz. Quando eu cheguei, vocês me colocaram no berço e tiraram uma foto. Hoje, teria ido parar no Instagram e seria um sucesso. Ainda tenho a foto. É essa aí, digitalizada dez anos atrás. Está pequenininha, mas dá para ver. Vou procurar em casa o original, e se encontrar prometo… colocar no Facebook, OK?

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DMs

new_twitter_logoSÃO PAULO (saindo pra aproveitar o deserto) – Como hoje eu teria muita gente para escrever, decidi mandar DMs (se não sabem o que é, perguntem à turma do Twitter) para os personagens da semana na Coluna Warm Up. Algumas delas:

D @SweetyNico Vc acha mesmo q o @RossBrawn vai “lembrar dessa” no futuro? Menininho ingênuo… Seja hômi, rapá! Passa e pronto.

D @RossBrawn Não aprende, né? Agora veja tua esperteza: equipe alemã, chefe alemão, piloto alemão… Tá achando q manda muito.

D @WolffToto Arruma uma vaga pro @RossBrawn no almoxarifado. Lá ele pode mandar à vontade.

Devo informar que todos responderam. Para ler na íntegra, é só clicar aqui.

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DEAR JENSON

selomonacoSÃO PAULO (cama, agora) – Se tem alguém sofrendo neste começo de ano, é Jenson Button. Achava que teria um ano sossegado sem Hamilton, com um carro excelente, vencedor e…

Aí te entregam essa porcaria de carro. Me lembrei, depois de te ver se arrastando na Austrália e lutando feito um doido por um nono lugar, de uma distante tarde gelada no Estoril, quando o Senna fez seu primeiro teste na Williams. Fui para Portugal com grana do meu bolso, achando que seria importante testemunhar o início de uma era que prometia ser de hegemonia jamais vista.

Para ler a coluna Warm Up de hoje na íntegra, clique aqui.

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PREZADO SR. WILSON

seloprobaraoSÃO PAULO (será que chega?) – Na coluna Warm Up de hoje, a segunda cartinha escrita por este que vos bloga a alguém que jamais vai lê-la, algumas histórias sobre o Barão que emergiram da memória nesta semana. Um trecho:

Quem diria, sr. Wilson, que o senhor era um pândego? Um moleque que não sossegava enquanto os vetustos locutores não se desmontavam em gargalhadas ao ler notícias sérias, deixando-os apavorados com as broncas do diretor da rádio, que jurava mandar todos embora se aquela palhaçada se repetisse?

Pois era, e por anos me diverti ouvindo suas histórias, como aquela de mostrar o bumbum pela janela de um Fusca descendo a rua Augusta no meio da tarde para desespero do motorista, ou pegar o microfone na frente dos locutores e fingir que ia soltar um pum, e eles se segurando para não morrerem de rir.

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PREZADO HAMILTON

seloinglesSÃO PAULO (vai ser assim) – A coluna Warm Up volta hoje, em novo formato. “Cartas” que jamais serão entregues a personagens que jamais lê-las-ão. A de hoje é para Hamilton. Um trecho:

Está todo mundo apostando em você. Os analistas, de Bagé a Brackley, acham que sua equipe vai mudar de patamar neste ano. E tudo por sua causa. É, negão, a responsa é grande. Se alguém aí perguntar quem é que vai fazer do seu time um grande de verdade, é você quem vai ter de responder que “esse cara sou eu”. Te vira, agora.

Para ler na íntegra, clique aqui. E sejam sinceros. Se ficou uma merda, digam.

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FANTASMAS DA ÓPERA

SÃO PAULO (ah, as baterias…) – Em provas de endurance, não ligo para os pilotos. Os carros é que são as estrelas. Em Interlagos, temos os fantasmagóricos Audi e o Godzilla da Toyota. Esse é o tema da coluna Warm Up de hoje. Um trecho:

É assim que vejo esses carros, como seres autônomos, violentos e agressivos. Essa é uma das marcas das corridas de longa duração e dos campeonatos de protótipos: carros são mais importantes que pilotos. Há 77 seres humanos que pilotam por aqui, e 11 deles já correram de F-1. Mas não me importo com seus nomes. Para mim, são os carros que correm, não os pilotos. Estes são apenas inconveniências necessárias, é preciso alguém para levantar o troféu, algo que os carros não podem fazer.

Para ler na íntegra, clique aqui.

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O HERÓI DE ZANDVOORT

SÃO PAULO (meio fora de época) – Depois de assistir a “The Killer Years”, documentário feito para a BBC sobre os anos 60 e 70, achei que um personagem meio esquecido merecia ser lembrado na minha coluna de hoje, que gera uma certa reflexão sobre o ar tristonho que a F-1 carrega há tempos. Um trecho:

Não se trata de uma efeméride, nem de homenagem póstuma. Com o perdão da pretensão, talvez o personagem destas tortuosas linhas seja apenas o ponto de partida para uma reflexão meio fora de época e descompassada. Afinal, faz muito tempo que não morre ninguém na F-1. Senna foi o último, em 1994 — e é bom que se diga, sempre, que muitos pilotos, de todas categorias, devem àquele fim de semana de Imola sua longevidade nas pistas e na vida.

Mas é de David Purley que quero falar

Para ler na íntegra, clique aqui. Abaixo, os momentos descritos no texto.

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OS 300 DE SCHUMI

SÃO PAULO (vai longe) – Michael Schumacher completa na Bélgica 300 GPs. Se renovar com a Mercedes, bate o recorde de corridas disputadas, que pertence a Barrichello. O alemão é o tema da coluna Warm Up de hoje. Um trechinho:

Não dá para dizer que o retorno foi um sucesso estrondoso. Mas também está longe de ser um fiasco total. Schumacher tem experimentado sensações desconhecidas dos tempos de vacas gordas, como largar no fundão, brigar por posições intermediárias, lutar por algumas migalhas na zona de pontos. Por outro lado, consegue enfrentar de igual para igual pilotos que têm metade de sua idade e de vez em quando brilha intensamente, como ao fazer a pole em Mônaco neste ano — que nem entrou nas estatísticas, porque chegou a Monte Carlo trazendo uma punição da corrida anterior — e ao subir ao pódio em Valência.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui. E, depois, voltar para os comentários, claro.

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HISTÓRIAS DE PIQUET

SÃO PAULO (longa vida) – Os 60 anos de Piquet, claro, não poderiam passar em branco. Depois de duas semanas de férias olímpicas, a coluna Warm Up voltou hoje. Um trecho:

Piquet pode não ter sido o melhor, nem o mais importante piloto brasileiro. Mas foi, certamente, o mais interessante. E na minha escala de valores, muito particular, interessante vem na frente de importante e de melhor. E nessa mesma escala de valores, bastante particular, Emerson foi o mais importante e Senna, o melhor.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui. E depois, como sempre, pingar os comentários.

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TERRA BRASILIS

SÃO PAULO (2016 está aí) – Semana passada não escrevi coluna porque fiquei horas embevecido vendo a cerimônia de abertura dos Jogos em Londres. Hoje, retomamos a programação normal de um jeito meio olímpico, com medalhas de ouro, prata, bronze e lata para algumas notícias envolvendo o automobilismo brasileiro. Um trecho:

A prova do WEC, Seis Horas de Interlagos, está marcada para o dia 15 de setembro. Falta pouco mais de um mês. Quem sabe eu possa me enganar e nosso velho circuito receba uma pequena, mas fiel e alegre multidão para ver de perto o que de melhor há correndo por aí. Quem sabe os promotores (o Emerson é o “dono” da prova) ofereçam aos espectadores boas atrações, comida legal, exposição de carros, lojinhas com preços decentes, banheiros limpos, bom sistema de som, telões, visita aos boxes, algo voltado para quem gosta mesmo de corrida, não para convidados VIP que frequentam autódromos com o mesmo entusiasmo que vão a rodeios, para “ver e ser visto” e comer empadinha e tomar uísque.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui.

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ATÉ TU, ALEMANHA?

SÃO PAULO (e Itaquera?) – Ontem mesmo conversava com uma amiga sobre a dificuldade que estou tendo para escrever colunas semanais. Quando eram para jornais, tudo bem. Eu pensava com a cabeça de quem lia jornal. Mas agora, para internet, onde se escreve tanto e o tempo todo, o que dizer? O tema da semana? Só funciona se o tema da semana surgir no dia de escrever a coluna… Porque se for um dia antes, tem de escrever um dia antes.

Oh, que drama.

Bom, ninguém está interessado nisso. Ontem, escrevi sobre Nürburgring. E como só um texto não basta, tem uns links desse negócio do capeta que é o Google Maps para ajudar a visualizar a coisa toda. Um trecho:

E as noites eram barulhentas e divertidas, tinha um ônibus que circulava por ali levando a turma para umas baladas meio toscas, montadas sob tendas, e o ônibus tinha umas meninas meio feiosas de biquíni fazendo pole dance, cantoria o tempo todo, copos espalhados pelo chão, sujeira, alegria, vida.

Aí algum cretino qualquer achou que ali tinha… potencial. E começaram a construir um… complexo. Um complexo de diversão, lazer e gastança.

Sifu.

Da primeira vez que fui a Nürburgring, em 1995, à última, já não lembro quando, uns dois ou três anos atrás, aquilo se transformou tristemente. Irreconhecível. Uma monstruosa estrutura metálica na entrada, ao largo da 258, passou a anunciar o que havia ali dentro. Não era mais um autódromo. Era um complexo. Um parque. Cassino. Restaurantes. Business. Kart. Simuladores. Escritórios. Eventos. Lanchonetes. “Experiências”. Coisas demais. Alma de menos.

Para ler tudo, é só entrar aqui. Mas voltem para comentar. É capaz que na semana que vem comece a publicar receitas, também. Tudo pela interatividade e pelos tempos modernos.

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ROMEU-E-JULIETA

SÃO PAULO (disciplina é tudo, mas é chato) – Fechando o botequim por hoje, um trechinho da coluna Warm Up desta semana. Coluna que andou meio sumida…

Uma ou duas vezes por ano sou convidado para almoçar com um amigo importante do mundo do automobilismo. Ele e sua tchurma, por assim dizer, e não vem ao caso dizer quem é, porque nossos almoços são privados e já ando meio de saco cheio dessa história de que tudo se sabe, tudo se grava, tudo se compartilha. Ainda vou dar um pé no mundo digital e não vai demorar. Preciso só ganhar na loteria, deixar o dinheiro rendendo, largar os negócios com a minha tchurma, comprar uma Kombi Safari e dar a volta ao mundo.

Depois escrevo um livro.

Enquanto não ganho na loteria e não compro a Kombi Safari para dar a volta ao mundo e escrever um livro, porém, vamos tocando o barco. E antes de falar sobre o tema do almoço que, de certa forma, angustia nosotros que de carros e corridas gostamos e, de certa forma, vivemos, abro um parêntese para pedir desculpas aos meus eventuais leitores semanais.

Esqueci de escrever minha coluna nas últimas semanas. Isso mesmo, esqueci. E ninguém sentiu muita falta.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui. Se der fome, saia para jantar.

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MASSA RENASCE

Trechinho da coluna Warm Up de hoje:

Claro que pode mudar tudo amanhã, nada garante que a Ferrari vai fazer a pole e ganhar a corrida, foi apenas uma sexta-feira, mas já deu para perceber que as coisas mudaram. E, talvez, o maior impulso tenha vindo de uma entrevista meio largada e pouco destacada de Luca di Montezemolo, que disse, semana passada, que Pérez ainda é jovem demais para ser titular da Ferrari.

Foi a senha. Traduzindo: Felipe, o presidente está te dando uma chance. Está falando que se tu melhorar (falo e escrevo como a gente do Divino), dá pra tu ficar na equipe. Sacou?

Assim, aquele desfecho de 2012 que parecia certo, sai Massa e entra o Chapolin Colorado, já não é tão certo assim. Depende, ainda, de resultados. Isso é óbvio. Sequência, pontos frequentes, presenças no pódio, brigsa na frente. Nisso, Massa leva nítida vantagem em relação a Pérez. A Ferrari tem mais dinheiro e potencial para desenvolver seu carro. Por isso, melhorou o que era patético nas primeiras corridas do ano. A Sauber fez um carro bom, mas ele não vai crescer muito, não. Falta dinheiro. Para vocês entenderem, a Ferrari é capaz de melhorar seu carro dois segundos por volta ao longo de um campeonato inteiro. A Sauber, quando muito, vai melhorar meio segundo. Grana, tudo é grana.

Para ler na íntegra, clique aqui.

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LA DOLCE NUOVA VITA

Trechinho da coluna Warm Up de hoje/ontem, sobre a fase de Fernando Alonso:

Alonso está curtindo compartilhar sua vida com quem estiver disposto a acompanhá-la, e há milhões de pessoas no mundo que estão curtindo e comentando e compartilhando tudo que ele faz nos seus dias que não são exatamente parecidos com os nossos, digamos que são um pouco mais emocionantes e glamurosos, afinal ele é um piloto de F1 que trabalha na Ferrari, e não numa repartição pública ou num escritório de contabilidade. E essa onda de compartilhamentos aproxima o rapaz daqueles que até outro dia só podiam admirá-lo de longe e por aquilo que fazia num carro de corrida com sua carranca debaixo do capacete.

Para ler na íntegra, é só clicar aqui. E depois voltem para comentar e falar bem.

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