Arquivo da categoria: Álbum sobre rodas

ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (bom gosto) - O brother Marcelo Di Lallo mandou, e a foto foi capturada na página do famoso comentarista no facebool. Alguém aí sabe quem é? Sensacional!

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (no meio da multidão…) - Vamos reativar algumas seções que andam abandonadas neste blog. Sempre é tempo. A foto abaixo foi enviada pelo vemagueiro Roberto Fróes. A história é ótima.

A foto é de fevereiro de 1970 – carnaval – em Recife, na Estrada dos Remédios, em frente ao nº 781, casa de minha tia Carminha. Esse foi meu primeiro carro, em sociedade com a maioria dessa rapaziada que aparece na foto. Como eu era o único maior de idade e tinha habilitação, o carro “ficou em meu nome”. Eu, que mal apareço, estou ao volante. O moleque sentado sobre o capô do motor é meu irmão. O cara de camisa listrada, sentado no parachoque, é meu futuro – hoje atual – cunhado Fernando, e um de meus melhores amigos. A garota à direita do carro, de blusa escura e chapéu claro, é Verinha, minha namorada de então, hoje morando lá em cima, com Deus, São Pedro, Lettry, Norman, etc. E o nome do carro era “A Robusta”, com o lema “Já passei dos 40, por isso sou boa”. Um Ford Modelo A 1929. Esse carro foi comprado pela molecada especialmente para brincar o corso, nesse carnaval. Apesar de ser uma tralha toda torta, sem freio, com a embreagem e a suspensão e direção em péssimo estado, nunca nos deixou na mão, ou no pé. A polícia o aturou durante o carnaval, onde fomos premiados com o segundo lugar em originalidade. Um dos “sócios” resolveu sair com ele depois do carnaval, e o carro foi apreendido e levado para o depósito do Detran, na beira do rio Capibaribe. Tinha tanto para pagar, que não valia a pena: ficou por lá mesmo… Estava bem na beira do rio e, numa enchente, acabou caindo na água. Depois, o terreno foi aterrado, para aumentar a área de depósito, e ele ficou lá… Morreu e foi enterrado. Deixou saudades…

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (é o Ziraldo?) - O Adonis Lykouropoulos mandou a foto. Já se vão quase 30 anos… A blogaiada tem lembranças dessas corridas?

Achei esta foto na casa de minha mãe, dá uma olhada: é da Turismo 5000 em 1982, meu irmão, eu e meu pai. Lembro das largadas… O som de mais de trinta V8 juntos no retão é algo que nunca mais saiu da minha cabeça. Foi nessa época que começou minha paixão pelos Maverick; quando a equipe levava o carro para o abastecimento, eu, então com 6 anos, ia de pé no banco “guiando”.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (desovando) – Domingo é bom para colocar em dia algumas seções… Esta foto foi enviada pelo Katto Merccatto. É de 1956, foi tirada no bairro do Pacaembu, em SP, e o carro é um Allard. Sempre me pergunto se esses carros deixaram alguma pista no meio do caminho, onde podem estar e tal. O Katto estava meio gorducho, mas segundo consta, fez um regime e hoje é uma espécie de Hércules do bairro.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (quem sabe…) - O blogueiro Celso Renato, de BH, mandou o clique abaixo. Eis a mensagem:

Olá Flavio. Agora mando uma foto de meus familiares tortos. Minha prima Liliane Zauza (filha de minha tia Marília) enviou esta foto das corridas no estacionamento do Mineirão em BH. Não sei a data exata, mas deve ser entre 69 e 73. Bom. O bonito em cima do Puma é o tio dela por parte de pai, o piloto Tony Zauza, cara que conheci pouco e que faleceu numa das idas a SP ver a F-1 em 94. Morreu de infarto. O pai da minha prima, que foi casado com minha tia, é Alírio Zauza, logo atrás do senhor de camisa estampada. Alguns da foto são familiares deles. No entanto, gostaria que a blogaiada de plantão, se puder, ajudasse a identificar alguns que estão na foto, pois suspeito que deve ter alguém do “metiê” das quatro rodas do hoje moribundo automobilismo mineiro.

P.S. sei não… mas o cara abraçado com o garoto ai na foto é a cara do Juca Kfouri.

E eu diria que tem um outro que é a cara do Léo Batista…

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PAULISTÂNIAS (14)

SÃO PAULO (30 graus, 46 no asfalto) – Na entrada do paddock está exposta a Lotus 72 que o Emerson acelerou esta semana nas ruas da cidade e com a qual vai dar algumas voltas aqui em Interlagos amanhã e domingo. O carro pertence à família Chapman e é o chassi que venceu o GP da Itália de 1972 em Monza, dando ao Rato seu primeiro título mundial. Está restaurado em algumas partes, e em atividade. Com algumas marcas do tempo na pintura, inclusive. Uma peça de arte, e daqui a pouco vou lá embaixo fotografar.

Mas, antes, aproveito para publicar esta foto enviada pelo blogueiro Renato Câmara. Lembram quando contei que vi essa Lotus num supermercado lá por 1972 ou 1973? Na minha memória, ela ficou exposta no Jumbo do aeroporto de Congonhas para promover o primeiro GP do Brasil (se foi o primeiro de todos, era 1972; se foi o primeiro oficial, de 1973).

Pois o Renato esteve lá, pelo jeito…

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (e cama) – Linda mensagem do Thiago Teixeira. Vejam:

Assim como todos que escrevem para essa seção, sou um leitor assíduo do seu blog, o acompanho na paixão pelos DKW e Ladas (possuo um Niva 1990), entre outras coisas. A foto que te envio ão se encaixa bem no “família”, mas é um momento interessante. O primeiro da esquerda para a direita é o meu pai, José Carlos Teixeira, em uma brincadeira entre amigos no pátio da Vemag, na Vila Carioca, quando ele trabalhava na querida e extinta “fabricante de paixões”. Foi seu segundo emprego, e essa foto deve ser de 1965. Meu pai ficou na Vemag até 1968, quando ela já tinha sido absorvida pela Volkswagen. Dessa época, restou até pouco tempo atrás o manual do proprietário do Fissore, primeiro carro da vida do meu pai, que ele já comprou usado. Você que é um apaixonado pelos nomes das cores deve se recordar, era o azul mais claro da linha Vemag. Esse manual foi dado de presente a um colecionador de DKW. Meu pai era comprador na Vemag, trabalhava diariamente com uma Vemaguet branca com o logotipo da empresa pintado na porta, e conta a passagem de quando bateu na traseira de um Fusca na Avenida do Estado: reforçando as qualidades do “chassis com x”, diz que o Fusca ficou literalmente acabado, mas a Vemaguet, apenas com a marca dos dois caninhos de escapamento do VW no pára-choque. Enfim, espero que goste da foto. Parabéns pelo blog, pelos programas na ESPN, pelo twitter… Sigo acompanhando com prazer.

A cor, Thiago, era Azul Tramandaí, provavelmente. É a cor do meu. Valeu pela foto, amigo.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (o sono espera) – É um dos melhores da série, enviado pelo Leonardo Andrade. Fazer parte da História, com H maiúsculo, é isso aí…

Boa noite, Flavio
Recebi uma foto que merece estar em seu “Álbum (sobre rodas) de família”. Um amigo que mora na Suíça encontrou na semana passada este negativo de uma multa que seu padrasto tomou às 6h51min02s no dia 09 de novembro de 1989. Pelo que conta o padrasto, seus pais e irmãos moravam em Berlim na época. No dia anterior ouviu as notícias e achou melhor estar perto da família. Fica fácil imaginar por que o pequeno Citroën foi injustamente multado a 69 km/h.
Eu entraria com recurso. Espero que goste da foto.

Gostar? Adorei, a foto!

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (só equilibrando) – O Celso Renato, de Belo Horizonte, manda a foto e a história adoráveis. Vejam:

Esta foto é muito significativa para minha família. São todos os filhos de minha avó Geni e meu avô Celso. Meu avô vivia na fazenda Jacaré (Lagoa da Prata-MG) a semana toda e minha vó Geni vivia na cidade (Santo Antônio do Monte-MG) cuidando com rédea curtíssima dos oito filhos, além de ser diretora de escola pública. Os dois, vô Celso e vó Geni, já faleceram. Desta turma apenas o bebê, Maria do Carmo, não está viva pois um mês depois desta foto ela faleceu vítima de doença do coração. Depois dela nasceu Geni Augusta (tia Gegê), a caçula dos irmãos. É Muito legal ver esta foto e saber que todos estão ai até hoje: Francisco, Maria do Carmo, Marília, Hugo, Dirceu, Antonieta, Celsinho e Ana Maria (minha mãe). Ah… a moto, não sei ao certo, mas reza a lenda que era uma Jawa. A foto é de julho de 1952, na fazenda, e todos de férias. Não faço a menor ideia do significado da frase: “Daqui não saio, perereca sua vó” no paralama dianteiro, mas que é divertido, é. Se der para postar no blog, ficaremos muito felizes.

Ficamos todos muito felizes com a foto, Celso!

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ÁLBUM (INTERNACIONAL) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (gracias!) – Está ficando metido, este blog. Vejam que mensagem carinhosa, no original, recebi de um blogueiro do Paraguai, que vem sempre visitar estas páginas:

Oi Flavio, 
Encuentro  muy interesante la serie Álbum - Autos de Familia – y en este contexto te estoy enviando una fotografía de familia donde aparece la figura principal que es coche – auto – de mi Padre. Es un Hillman Minx 51. En esta fotografía, en un barrio de Asunción - Py, 1963: quien escribe, mi Madre, mi Padre y la empleada de la casa; desde luego el único transitando por la vida este amante del automovilismo. Si le interesa publicar en su blog, esta ahí a su disposición. No veo necesario reproducir mis comentarios, queda a su criterio. Es una pena no contar ni siquiera con una fotografía de un otro auto de mi Padre que era un N S U 1000 Alemán de Alemania hehehe ese auto era hermoso y rabioso… Un abrazo desde Paraguay  y adelante con todos sus emprendimientos, sobre todo con los clásicos.

Carlos Knöpfelmacher

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (dos mais estranhos) – A foto abaixo foi enviada pelo Rony Roney, nosso ajudante-de-ordens na equipe LF. Falando nisso, aviso que não corro neste fim de semana em Interlagos pela Classic Cup, porque o Meianov baleou. Vamos ajudar o Roney a descobrir o nome da barata.

Meu sogro disse que a marca desse carro é Crosley ou Crosler. Deve ser 1945. O carro é alemão, e parece que a empresa fabricava máquinas de costura também. Ele comprou esse carro em 1965 e ficou com ele até 1968. O único problema que deu foi no câmbio, que precisou ser trocado por um da marca Prefect. Pelo que ele conta, era um câmbio universal, servia em vários modelos. Meu sogro hoje tem 71 anos de idade e sempre lembra desse carro.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

O Zé Maria Alves, essa figurinha segurando o parachoque, mandou a foto do jipão de seu pai, zerinho, em 1960 na cidade de São Vicente (RN).

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

GUARUJÁ (já que é aqui…) – Eu adoro essas fotos antigas com carros. E a blogaiada, pelo jeito, também. O lote de hoje foi enviado pelo Marcos Parra:

Seguem três fotos clássicas de minha família. Duas são em meados dos anos 70 quando acampávamos sem o menor problema na praia do Perequê, próximo ao Guarujá (olha o Prefect). Hoje dá pena quando passo por lá e vejo no que foi transformado… A outra sou eu com 7 ou 8 anos sentado no fusqueta do meu velho. E no fundo um DKW.

Um DKW 66, como pude observar. Quanto ao Perequê, não está tão mal assim. A vida simples dos pescadores perdura, o lugar ainda tem seu charme.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

 

SÃO PAULO (lá vamos nós…) - Um Tatraplan 600… Putz grila. O Antonio Chambel mandou as três fotos, e o breve relato. Chambel, diga-se, que acelera pacas na Classic Cup com seu super Passat #57.

Conforme lhe falei uma vez, meu pai tinha uma moto DKW 350 cc. Segue uma foto dele (pai) com minha mãe na garupa. Veja só o estilo da roupa do velho. Quando eles se casaram o único veículo que tinham era essa moto. Ele teve duas dessas.

Envio também foto do Tatraplan 600 do meu pai com ele encostado sem camisa e na outra foto está uma amiga da minha mãe, minha mãe, meu pai, meu irmão e eu na frente (o menor).

Esse carro era checo tinha um motor boxer igaulzinho de um Porsche, refrigerado a ar e de 2 litros.

Gente do céu, por onde andará esse carro?

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (ah, as lembranças) – Incrível como, antigamente, todo mundo fazia fotos com carros em destaque. Afinal, carro era um patrimônio familiar tão importante quanto a casa própria… Abaixo, mensagem do blogueiro Moacyr Lopes dos Santos:

Prezado Flavio,

Boa noite. Sou seu leitor assíduo do blog e do Limite, embora não goste muito de comentar. Hoje vi o post do álbum de família, onde homenageava-se a avó de um leitor, que havia falecido recentemente. Confesso que fiquei emocionado, pois no último dia 5/7 minha mãezinha Dulce foi-se para o andar de cima. Lembrei-me imediatamente desta foto, onde minha mãe (à esquerda) está encostada no carro de meu tio Miguel. Confesso que não sei o nome do carro. Esta foto é de 1951 (ou 52, não sei ao certo), e foi tirada em Aparecida.

Curiosamente, a última viagem de minha mãe foi comigo, minha esposa Vilma e minhas filhas, no dia 3 de junho último, também para Aparecida. Penso, hoje, que ela foi lá agradecer.

Se você for publicar, vou ficar muito honrado com esta homenagem à minha mãe.

Legal, Moacyr. Claro que a dor é grande, mas se ficam boas memórias, é o que importa, com o perdão do clichê. Quanto ao carro, a blogaiada vai dizer qual é em menos de dois minutos.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (a selvagem da motocicleta) – Recebo pedido carinhoso do blogueiro Marcelo Ramaciotti que é impossível não atender. Segue:

Flavio, boa noite.

Lembro que você tinha uma seção no seu blog que chamava-se carro da família, ou algo assim. Como você adora ressuscitar seções, aqui vai uma força.

Minha avó faleceu semana passada e estamos fazendo uma limpeza na casa dela. Achamos essas fotos, muito bacanas, por sinal. Todas elas são em Sorocaba, terra natal da minha família. Três delas com o Citroën dos meus bisavós, não sei em que data. Esse carro foi importado na época em que não havia carros importados, com aquela dificuldade e preço que você pode imaginar. Veio de navio, embalado em papel! Já outra, mais recente, o Opalão 1971 dos meus avós, com minha tia e finada avó na foto. Mas as mais fantásticas são dessa mesma avó, em cima de sua moto, numa época em que mulher nenhuma imaginava andar de moto. Acredite, a moto realmente era dela e ela viajava pelo país, contrariando tudo e todos.

Se quiser publicar, fique a vontade, seria uma linda homenagem a ela.

Feita a justíssima homenagem, Marcelo. Um beijo para sua avó, onde ela estiver, e vamos engatar as marchas e seguir em frente. E que a blogaiada descubra que moto era essa, ora bolas!

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (estoque grande) – Vira e mexe dou uma olhada nos e-mails antigos e, aos poucos, a gente vai reativando algumas séries do blog. Esta imagem aí no alto foi enviada pelo Romeu Nardini, que conta:

“O carro: Renault Dauphine 1963 (meu primeiro carro). Local: rua Augusta de mão única e paralelepípedos, em frente à loja de discos Hi-Fi. Evento: Gincana da TV Record, fins de 1964. A Escuderia Hi-Fi escolheu como tema o enterro do ano de 1964 (mal sabíamos que a coisa ia piorar ainda mais), por isso o detalhe do caixão sobre o Fusca verde. Fomos finalistas na gincana, vencida pela tradicional (e numerosa) Escuderia Pepe Legal, da Mooca.”

Demais, demais! Mas falta contar detalhes da gincana. E se tivermos alguém aqui da Escuderia Pepe Legal, o espaço está aberto para matar as saudades.

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (doces são as lembranças) – Adoro essas fotos de família com carros. Recebi essa aí do lado do Cléber Fabbri, 38 anos, jornalista que desde 1991 tem um pequeno jornal semanal em Porto Ferreira (SP).

Vejam que legal: “Quando vi sua paixão por DKWs, lembrei-me que devia ter alguma imagem legal na casa da minha mãe, que também mora aqui. Bingo! Selecionei esta em anexo. É de fins da década de 1960, antes de eu nascer. Na foto, meu pai, Milton, e minha mãe, Juracilde. Meu pai morreu em 1989, mas a minha mãe continua linda e loira, na casa dos 70. Aliás, tenho uma história curiosa. A imagem mais antiga que tenho da minha vida foi quando tinha 2 anos de idade. Eu e minha mãe estávamos esperando pelo meu pai, na escola em que ela trabalhava. Na época, o velho tinha uma DKW perua, que eu adorava. Qual não foi minha surpresa quando meu pai apareceu com um Galaxie 500 bordô! Eu chorava que nem louco, de medo do carro. Queria mesmo era a perua verde barulhenta e que soltava fumaça”.

Uai, sempre é tempo, Cléber! Arruma uma “nova”!

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (o prazer é meu) – Recebo simpaticíssimo e-mail de Cléia de Fátima Dias, de Santa Bárbara d’Oeste, uma deliciosa cidade do interior de SP. Ela diz que seu marido (só não disse o nome dele!) é fã do blog, vive contando para ela o que lê aqui (você é uma santa, Cléa, de ficar escutando…), e queria fazer uma surpresa para o bonitão. Mandou esta foto de 1973. O carro era de seu avô e ele, o marido, está sentado no capô.

Pedido atendido, Cléia, tomara que ele goste! Do carro, nem preciso dizer que adorei.

 

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ÁLBUM (SOBRE RODAS) DE FAMÍLIA

SÃO PAULO (lembram?) – Deixa eu desovar algumas coisas bem legais, porque semana que vem vai ser um tal de Interlagos o tempo todo, que não vai dar tempo de fazer mais nada…

Essa foto é de 1983 e foi enviada pelo nosso amigo vemagueiro Reynaldo, de Sete Lagoas. Na época, o Candango já não era mais nenhum jovenzinho. Mas pergunte se não chegava a qualquer canto…

Chega, um DKW sempre chega.

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