SÃO PAULO (doidão) – Outro vídeo obrigatório para a petizada conhecer Villeneuve é este do GP do Canadá de 1981. Depois de fazer miséria na chuva, uma chuva que, hoje, faria com que a prova fosse cancelada antes mesmo de os carros saírem dos boxes, ele tocou em De Angelis, se bem me lembro, e a asa entortou. Entortou bem. Tapou a visão de Gilles, que não quis nem saber. Até que ela se soltou. Terminou em terceiro. Legal nesse vídeo, cuja qualidade das imagens não é lá grande coisa, é a narração da dupla Luciano do Valle e Reginaldo Leme.
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Perfil
Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo na FAAP. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. Desde 2005 é comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março deste ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2007 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de "Meianov".
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O Reginaldo sempre foi uma mala hein… pelamor.
E se o comentarista de POSTS Luiz Morais deixar, eu também acho que o Hamilton tem esse estilo e é criticado duramente por isso.
Fosse na década de 80 seria ídolo com certeza.
Eu tenho a impressão de que algo parecido aconteceu nos tempos mais atuais, alí na região do fim dos anos 90 e início dos 2000, alguém andando com um pedação do carro solto, pendurado… Sei lá. Depois vou procurar para ver se encontro algo. Mas não foi nada comparado com isso aí do Gilles.
O trecho da narração “o De Angelis (…), não, o De Cesaris…” é quase profético. E vou com a corrente em vigor, nenhum dos bostinhas de hoje seria peitudo o bastante pra continuar na pista. Talvez um dia o Senna, que vive arrebentando bicos de carros, faça isso.
Tinha oito anos de idade em 1981. Me lembro poucas coisas desta idade, mas me lembro de ver esta corrida e achar impressionante o que estava fazendo Gilles.
Realmente memorável.
Agora tenho um filho de sete, e me preocupo em imaginar que a lembrança esportiva que ele vai guardar é a da macaquinha perdendo este último dérbi. Estou precisando de um Gilles pra melhorar a situação :)
Piloto Fantastico
e quando essa cara piltou com 3 rodas? acho que só vi o Senna fazer isso
e a molecada hoje acha o Schmacher o máximo… kkkk, esse cara era o único que poderia ser comparado com o Senna. A gente assistia corrida porque sabia que sempre era garantia de espetáculo.
pena que o schumacher não morreu no seu auge para você idolatrá-lo também
O Bellof era do mesmo nível do Senna. Se não tivesse morrido cedo, o Schumacher teria sido o segundo alemão campeão mundial, não o primeiro. Mas como o se não existe…
não há,palavras para comentar um piloto assim, pena sua morte prematura.
Like a boss!
O cara fera mesmo….se acontecesse isso na F1 de hoje, não corria o resto do ano….
me emocionei de novo, depois de tantos anos. que fera !!! que fera !!!
Abaixo, várias fotos do irmão de Gilles Villeneuve!
http://forum.autohoje.com/desporto-automovel/57860-jacques-villeneuve-o-outro.html
Espetacular!!!
O Del Valle já errava os nomes naquela época, e os pedidos de desclassificação me lembram os que fizeram injustamente, de punição pra o Rosberg na última corrida no Bahrein.
Esse bando de zé ruela, caga-regras, que fazem a F1 ficar monótona. Quem ousa arriscar é vítima da inquisição dos medíocres.
Foi assistindo a esta corrida que fiquei fã de Gilles. Era um piloto bacana de ver correndo. Assim como Lewis eh hoje.
Porra, comparar o Villeneuve com o Hamilton é sacanagem! O Luis Amilton é desonesto, falastrão, se atrapalha com pouco, joga os outros fora da pista, o Gilles não.
É sacanagem mesmo, o Hamilton é MUITO MAIS piloto.
Melhor comparar com o Senna. Ambos eram muito doidos, principalmente os três primeiros anos do brasileiro.
depois dessa época não apareceram mais pilotos como eles, e muitos outros que corriam entre 70 e 85…
Confundi. Foi essa corrida que me fez gostar de F-1. Não foi a de Long Beach. Escrevi errado no outro post. A memória já tá começando a me trair.
mas o Reginaldo era muito careta, hahaha
Muito legal! Queria ver se fosse um piloto brasileiro, correndo no Brasil com a asa desse jeito, se o pessoal da Globo ia ficar pedindo a desclassificação, mesmo estando no regulamento. Pena que eu não tive a sorte de viver nessa época.
Naquela época nao tinha essa frescura de desclassificação por qualquer bobagem. Nem ninguem ficava pedindo para parar a prova nem reclamando pelo radio que havia muita agua na pista. Os pilotos (e os comissarios) tinham mais fibra.
PS: quem começou com essa frescura de parar corrida na chuva foi Prost. Outro que ficou chiando para interromper uma prova foi um certo brasileiro, tido como “Rei da Chuva”, no final de um GP em Interlagos.
Não foi o Prost não! Foi o Lauda que em 1976 abandonou a última corrida da temporada. Quando perguntado o motivo da desistência dele ele repondeu “paúra”. Por sinal essa atitude causou o desgaste entre ele e a Ferrari. Depois disso o Prost foi chiar em 1984 que caía um dilúvio em Portugal e ele ficou afetadinho com o Senna passando todo mundo.
A atitude do Lauda no Japão, em 1976, não foi de um medroso, não: por mais irônico que pareça, ele foi é corajoso demais em abrir mão de um título por conta da chuva correndo pela Ferrari, a equipe mais c* doce e babaca que existiu na história da F-1.
Depois dessa virei um aficionado de F1. E segui assim até a morte do Senna. Só voltei a acompanhar as corridas em 2008.
Mesmo assim sem o fanatismo de antes.
Que pena pra vc! Perdeu os anos de ouro da McLaren com o Hakkinen e os anos de ouro da Ferrari com o Schumacher. Se a ultrapassagem masi fantástica foi a do Piquet sobre o Senna em 1987, a segunda sem dúvida foi do Hakkinen sobre o Schumacher em 1998 ou 9 não lembro, em que o Schumy foi ultrapassar um retardatário e o Hakkinen tomou o outro lado e passou os dois de uma vez.
Se não me engano foi o Zonta, que ficou quietinho no meio da pista com o Hakkinen passando de um lado e o Schumacher do outro no final do retão após a Eau Rouge.
Realmente o Mauricio perdeu uma época muito boa da F-1.
Não acho.
O estilo de pilotar do Schummy é muito burocrático, apesar de rápido (tanto que sofre hoje com os pneus de farelo da Pirelli).
Tem o mesmo defeito do Alonso. Usa demais o regulamento para conquistar migalhas.
Mas foram bons campeonatos aqueles com o Hakkinen.
Ultrapassagem do Piquet sobre o Senna: Hungria 1986.
Hakkinen sobre Schumacher, Zonta no meio: Spa 2000.
Regi falando do Jacques
Jacques era irmão de Gilles, tio de Jacques. Também era piloto.
correu muito tempo de indy, cart ou seja lá qual era o nome da modalidade na época.
mas nunca foi sobra do irmão, nem do sobrinho.