Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo na FAAP. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. Desde 2005 é comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março deste ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2007 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de "Meianov".
Sem novidade, instrumentos de alta precisão, pensa que é fácil acertar a carroceria com um pedaço de madeira, robôs que com absoluta precisão colocam o pé em determinadas posições pré-estabelecidas para o ajuste perfeito. Ou aí alguém tem dúvida que todos eram robôs nessa época?
É, igualzinho….o bigode acertando o alinhamento das peças com “toquinho”, martelo e chutinho é o que mais se assemelha entre os processos….
E pensar que a extinta Alemanha Oriental tinha toda essa tecnologia na fabricação de carros e sequer foi aproveitada na unificação das Alemanhas. Coisa de capitalistas que não aceitam a existencia de inteligencia e tecnologia mais avançada fora dele. Chutes e marteladas milimétricamente precisas no ajuste fino do veículo. E sem falar ainda no avançadíssimo teste contra entrada de água. Tudo feito com a maior delicadeza e carinho pelos funcionários. Isso sim é que era um país de primeiro mundo. Dá para reconstruir o Muro de Berlim ainda?
Realmente é impressionante ver a linha de motagem dos Trabant. Mas e nas outras fábricas ocidentais não tinha nada disso ?? O mais curioso deste tipo de acabamento final é que em outro segmento, o de defesa, o caça mais caro de todos os tempos, o F-22, tinha o acabamento de cada avião feito num ponto só com peças fornecidas por 44 fábricas de 44 estados diferentes e , tirando as ferramentas. todo o acabamento do avião foi feito na base da porrada, asim como os simpaticos carros alemães orientais. O programa F-22 foi extinto por Barack Obama por ser um grande golpe para tomar dinheiro do contribuinte custando U$ 65 BI para 168 unidades, a um custo unitário de quase U$ 380 mi por avião.. É mole ?? Dá-lhe Trabant !!
Ãããããhhhhhhhhh…tá bem, Gomov, tá bem!
parecido?! e o tratamento pessoal e carinhoso dado pelo funcionario de montagem em Zwickau em cada trabi fabricado?! e o tapinho singelo “la vai mais um, boa sorte” na carroceria de vanguarda que nao oxida, enferruja, estraga ou amassa?!
por coincidencia, vi um primo do Gerd hj parado tranquilo e sereno em Hilden, cidade aqui ao lado. era mais antigo, talvez um tio distante que se mudou pra Chemnitz por alguma desavenca familiar. nao deixou de chamar a atencao com seu “himmelblau” e grade integrada da mesma cor do veiculo.
comprarei o meu, talvez ate na hungria naquele site maluco… mas preciso negociar antes… em hungaro.
Sensacional.
A ajustadinha com a sola do sapato é demais!
Esse vídeo é pura desinformação, para esconder os segredos industriais da Trabant, pura encenação as marretadas e o pé na grade.
Feito à mão.
a mão e pé.
Hahah muito bom. Cada vez mais tenho curtido carros antigos, feitos sem viadagem.
E da-lhe a marreta, aqui na cidade têm varios mecanicos cuja unica ferramente que usma é o martelo…pobre automoveis.
e acerto da grade dianteira com o “pézometro” de precisão?, sem fala dois testes de chuva, muitos funileiros, lanterneiros outros eiros pelo brasil a fora se utilizam dos mesmos metodos, já vi um amarrar a frente de um carro no poste engatar a marcha ré e dar trancos para alinhar o veiculo, vai em qualquer martelinho de ouro e veja o metodo empregado .
Do mesmo jeito q é feito os ajustes no Trambant, é feito aqui no Brasil com carros populares.
Eles cortaram o filme justo quando o cara começava a se afogar!!!!!!
E o Trabi tem a vantagem de chegar para o dono já amaciado… na porrada!
Verdade
Tb não vi diferença alguma
Não sei pq um é mais caro que o outro
SG
Cidão 40HP
haja lima e lixadeira para aceretar o audi
retificando: acertar
‘ marreteiro de ouro,” você quis dizer .
Se eles estivessem de vermelho lembrariam demais o Mario Bros, símbolo (mais um) do capitalismo explorador….aliás o do final, de bigode, parece o Luigi, irmão(?) do Mario!
Simplesmente demais…..o cara ajustando a frente com o pé demais…dá-lhe Trabant!!!!
Nada como as ferramentas de precisão da Trabant…
Muito bom o cara enfiando o pé para acertar o capô.
A maderinha para arrumar a porta acontece até hoje na linha de montagem do gol G4, Parati, etc… Isso não deve ser exclusividade da VW.
Sabia que era matado, mas não tanto, imagina isto andando e sofrendo torções?????
Uma semana de uso nada mais fecha ou encaixa.
Os melhores carros são os artesanais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11
O teste de estanqueidade era feito com um gato, jogava um gato dentro do carro, se no outro dia o gato ainda estivesse dentro do carro estava aprovado.
boa essa, mas tinha que ser do, porte do garfield
Sensacional!
Viva a Trabant!
“Martelinho de Ouro” na mais pura essência…
Flávio
Você está cego?? E os cabelos?? Os cabelos também são completamente diferentes!!! Ora! …rs…
Abraços
Ajustes finos realizados com muito esmero. Gerd chora até hoje quando vê um martelo…
O ajuste do fechamento de portas é igualzinho ao que era feito na linha do Maverick aqui no Brasil. Dá-lhe porrada !
o melhor é assistir ao video da Trambant e ouvir o audio da Audi. (Até parece trocadilho…)
Verdade, inclusive o carro…