SÃO PAULO (ah, o Dodginho…) – Mais uma da série selecionada pelo Alfredo Gehre (o câmera do vídeo do #69). Quando penso nos aviões mais lindos do mundo, quase sempre acho que nenhum chega perto do Constellation. Mas o Electra é meu favorito. E essa pintura da Varig? Tem algo mais elegante em layout de aviões? Tive um desses, da Revell. Meu irmão pisou em cima, sem querer. Canalha! E para os mais novos, peço à blogaiada que explique o que são aquelas três janelinhas juntas na rabeta do bichão. E, aos mais novos, sugiro ver esta matéria do “Jornal Nacional” em 1992, no dia do último vôo da Ponte Aérea. Linda de morrer.
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Perfil
Flavio Gomes é jornalista, dublê de piloto, escritor e professor de Jornalismo na FAAP. Por atuar em jornais, revistas, rádio, TV e internet, se encaixa no perfil do que se convencionou chamar de multimídia. “Um multimídia de araque”, diz ele. “Porque no fundo eu faço a mesma coisa em todo lugar: falo e escrevo.” Sua carreira começou em 1982 no extinto jornal esportivo “Popular da Tarde”. Passou pela “Folha de S.Paulo”, revistas “Placar”, "Quatro Rodas Clássicos" e “ESPN”, rádios Cultura, USP, Jovem Pan, Bandeirantes, Eldorado-ESPN e Estadão ESPN — as duas últimas entre 2007 e 2012, quando a emissora foi extinta. Foi colunista e repórter do “Lance!” de 1997 a 2010. Sua agência Warm Up fez a cobertura do Mundial de F-1 para mais de 120 jornais entre 1995 e 2011. Desde 2005 é comentarista, apresentador e repórter da ESPN Brasil. Na internet, criou o site “Warm Up” em 1996, que passou a se chamar “Grande Prêmio” no final de 1999, quando iniciou parceria com o iG que terminou em 2012. Em março deste ano, o site foi transferido para o portal MSN, da Microsoft. Em 2005, publicou “O Boto do Reno” pela editora LetraDelta. No final do mesmo ano, colocou este blog no ar. Desde 1992, escreve o anuário "AutoMotor Esporte", editado pelo global Reginaldo Leme. É torcedor da Portuguesa, daqueles de arquibancada, e quando fala de carros começa sempre por sua verdadeira paixão: os DKWs e Volkswagens de sua pequena coleção, além de outras coisinhas fabricadas no Leste Europeu. É com eles que roda pelas ruas de São Paulo. Nas pistas, pilotou de 2003 a 2007 o intrépido DKW #96, que tinha até fã-clube (o carro, não o piloto). Por fim, tem uma estranha obsessão por veículos soviéticos. “A Lada foi a melhor marca que já passou pelo Brasil”, garante. Por isso, trocou, nas pistas, o DKW por um Laika batizado pelos blogueiros de "Meianov".
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Em 1972 fiz prova p trabalhar aqui no Rio, na então SADIA (estava virando Transbrasil) e o exame médico foi efetuado em SP. Fui de YS-11 da CZS e voltei no 1º vôo do dia seguinte num Electra 2 se não me engano PP-VJO.
O avião estava vazio, poucos passageiros.
Vim lá no LOUNGE. Não sou fumante, mas a viagem meio trepidante foi a melhor q eu curti.
À Parte: O Electra é tão querido que é um dos aviões mais vendidos por mim (Pintura em Tela). Se puder, dá só uma olhada no meu blog.
Abraço.
Muito elegantes e seguros. Confortáveis sim, é verdade, e com uma sala na pôpa, com poltronas circulares, exceto os VLA e VLB que tinham ali instalados os seus banheiros.
Fato curioso. Um dia, durante um voo, foi presenciado pelos passageiros e por parte da tripulação, uma sena por demais picante para o local, relatado em parte desta forma.
A porta do toalet abriu-se de par em par e foi vislumbrado por todos ou quase todos os passageiros da aeronave, senas de um ato de conjunção carnal entre duas pessoas, sendo uma delas um dos componentes da Cabin Crew.
Se vocês têm saudades do Electra II, imaginem eu, que tive o privilégio de ser comissário de bordo da Varig e trabalhar nele…
LINDA E NOSTALGICA FOTO DO ELECTRA. NÃO TIVE A OPORTUNIDADE DE VOAR COMO DISSE FERRERO , A VARIG DEVERIA TER FICADO PELO MENOS COM 2 UNIDADES PARA EXPLORARAÇÃO NO TURISMO BRASILEIRO.
Não sou desse tempo, mas, pela imponência do Electra, confiabilidade que inspirou, referencias do mesmo, acho, que seria de grande prazer, ter tido essa oportunidade tambem, quem sabe os atuais, superem, vamos aguardar, a tecnologia é avançada e não ainda parou no tempo !!!.
A Varig até hoje se arrepende de ter vendido os Eletras,
que nos chamavamos carinhosamente de Eletrosauros.
Na epoca vendeu a preço de banana. Poderia estar usando
os bichões para passeio turistico.
O avião que se encontra em Mococa não é um “Electra” e sim um DC3.Esta aeronave era do Rio Grande do Sul,havia sido toda restaurada e pertencia Varing,antes de ser adquirida por um grupo de aficionados que não resistiram a oferta de um mega empresário.
e hoje voamos nessas porcarias tecnologicas turbinadas q so vivem caindo bela porcaria esses jatos de hoje . melhor voar mais lento e seguro do q ganhar tempo e correr o risco de cair !
Saudades daquela “cozinha” lá do fundo dos Electras…
Gómes
Que saudades do Electra.
Trabalhava em uma empresa que tinha uma filial no Rio, e fazia ponte quase uma vez por semana.
Que launge nada. Frescura. Era salinha mesmo e dos fumantes.
O bicho se precisa-se batia asas. Era fantásticos.
Me recordo que algumas vezes em que vinha nas poltronas que ficam ao lado dos engenhos, as vezes você via correr numa fração de segundo um filete de flído que escapava da bagaça.
Faço minhas as palavras lidas no comentário do Renato (16/10/2008 – 19:02). Atualmente, a Globo só deixa vazar logomarca de empresa se esta estiver falida ou envolvida em alguma tragédia. Não sou desses que acha que a Globo é o câncer do Brasil, mas está aí uma prova de uma linha em que o Jornalismo pode, sim, mostrar e citar marcas e logos sem se prostituir. Confesso nem ser um cara tão ligado em aviação, mas é impossível não sentir-se saudoso. Pelo Electra e pela Globo de outrora.