NÃO É DE HOJE…

SÃO PAULO (viram o sol se pôr hoje?) – Mais uma vez, deliciosa a coluna Retrovisor de Roberto Brandão. Conta a história de Gegê Bandeira, “apenas um pernambucaninho contra esse mundão todo”.

Leiam e vão entender.

Ah, a foto ao lado é do próprio, extraída do site da Obvio !, e localiza no tempo a corrida que o Brandão menciona no texto: 14 de março de 1965.

Será que esse Gegê Bandeira ainda está vivo? O pessoal aí de Recife poderia levantar a informação.

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25 respostas a NÃO É DE HOJE…

  1. Claudio Bandeira de Melo Sobrinho disse:

    Estava agora lendo todos esses comentários do pessoal , e fiquei feliz em saber que meu grande pai , Gege Bandeira , fez e teve tantos amigos dentro do automobilismo , tanto aqui no nordeste , qnto em Sp . Qnto a trajetoria dele , sei quase tudo , tenho bom acervo de fotos, e os sucessores dele por aqui dão bons depoimentos dele , como piloto e como pessoa humana.
    Nomescomo , Bird , Marinho, Camilo, Marivaldo ,Eduardo , Catarino Andreata etc , escutei grandes passagens dessa turma contada por meu pai tomando uns drinks . Aqui pilotos como Joca Ferraz, Zeca Monteiro , Antonio da Fonte e outros tive o privilegio de ver correndo.
    Estou as ordens p se puder ajudar c/ fotos etc p divulgarmos esse tempo do romantico automobilismo .

    • allan kardec bandeira de melo disse:

      sou pernanbucano de recife porem moro em manaus a 35 anos asistir a muitas corridas que seu pai participou e teria o maior enterese pois gostaria de conseguir algumas fotos do aultomobilismo dos anos 60

      allan bandeira de melo (92)9981-9150
      36336161

  2. vagner oliveira disse:

    caros amigos…..
    sobre a morte de tomaz conheço bem,pois o carro que ele engrenou a roda traseira foi fabricado p/meu pai….
    era um oli pilotado p/aluiso de castro..(formula v 1300)
    a consequencia foi…
    o carro subiu e caiu virado comendo parte do capacete do piloto,em consequencia afetando tmb o cerebro
    comber ficou em coma e infelizmete faleceu!

  3. Otavio Brito disse:

    Caro Flavio,infelizmente o grande piloto Gêgê Bandeira como tambem seu irmão Claudio Bandeira que tambem corria na epoca,ja nos deixaram,favor enviar todo material que tenha sobre automobilismo pernambucano,pois estou tentando fazer um livro sobre o mesmo,espero que tenha material sobre o autodromo improvisado da Joana Bezerra,pois fui piloto de Passat categoria 1600 como tambem da formula 5000 (Maverick ),abraço Otavio Brito(Tata)

  4. Marisa Marzanasco disse:

    Achei esta coluna no Google… não sei se alguem vai ler meu post, já que esta matéria é antiga… Charles Marzanasco, citado por Sidney Cardoso, era meu pai… tenho algumas fotos da época que ele corria… não sei se é do DKW (não entendo nada de carros antigos, rsrsrs) mas se alguem se interessar pelas imagens para acervo, estarei a disposição…

    Forte abraço!

  5. REALmente o motor de gege foi trocado do sabado para o domingo pois Jorge LEtri nao aceitava nenhum piloto andar na frete de MaRINHO.Eu poso afirmar esta como verdadeira pois meu pai Armando da Fonte era o dono da revenda Victor da Fonte revendedor Vemag em Recife,e eu acompanhei esta subistituiçao na nosa oficina.

  6. armando da fonte disse:

    Quem arrepiava em lambreta e morreu no autodromo do euzebio em fortaleza foi Tomaz Comber em uma prova de formula Ford em um dos carros fabrigados por Antonio Texeira e Joao Ferraz.Gege tambem ja faleceu e em DKW era o melhor piloto do Brasil aja visto que aqui em Recife deo um banho no piloto Marinho piloto oficial da eguipe de fabrica comandada por Jorge Letri e o melhor mecanico de vemag chamado Grispim

  7. Flavio Gomes disse:

    Prezado Jornalista Flávio Gomes
    No seu texto e, também, na televisão revela uma simplicidade, sem estar preocupado em aparecer como estrela e, sobretudo, seriedade É a razão, objetiva, de sua coluna ser minha leitura preferida sobre automobilismo Parabéns!
    Um leitor escreveu umas críticas –deselegantes, é verdade- e recebeu uma resposta dura O pior é que o Sr ainda criticou o português precário do camarada Por esse motivo estou tentando não dar nenhuma derrapada na minha escrita
    Certa vez escrevi uma mensagem fazendo uma consulta Para minha surpresa recebi, da sua pessoa, uma resposta atenciosa, elegante e, principalmente, eficiente ao indicar-me uma pessoa
    Ao voltar do meu compromisso de eleitor resolvi dar uma vista d’olhos numa de suas páginas e, para minha surpresa, li um comentário sobre Gegê Bandeira E, na oportunidade, e sugere que o ‘pessoal aí do Recife poderia levantar a informação’ Com certeza já deve ter recebido notícias O Geraldo Gegê Bandeira era meu primo e teve uma bela trajetória no nordeste, mas correu também em São Paulo Na época acontecia corridas em Recife e Fortaleza As equipes oficiais e outros pilotos paulistas disputavam
    O que gostaria de registrar: o Gegê era uma bela figura humana Um belo carisma, muitíssimo querido e até hoje reverenciado pelo público regional O Letry gostava muito de Gegê e o Luizinho recordou momentos carinhosos com esse piloto pernambucano
    Pode ter certeza: o Gegê ia gostar muito de ter conhecido o jornalista e piloto Flávio Gomes
    O colunista conheceu o jornalista –e piloto- Paul Frere?
    Obrigado, mais uma vez, por ter me respondido e Sucesso Roberto Cavalcanti
    Interessante como ninguém ainda não percebeu um detalhe sutil, mas importanrtíssimo:
    Com o carisma a seriaedade e –pra que negar?- a P du role -que não é pra qualquer um e não se compra- o colunista Flavio Gomes será o Paul Frere do automobilismo na A Latina

  8. Eric disse:

    Graaaande Brandão!!!!!
    Parabéns pela coluna.Ótima como sempre.

  9. antonio disse:

    Flavio Gomes:

    De acordo com testemunhas presenciais, a Vemag, na época, fez uma escursão pelo NE com 5 carros: 2 sedans, o MM e 2 Malzonnis. Nos treinos GG botou tempo em Marinho tanto no MM quanto nos Malzonnis. Era bom e conhecia bem o circuito da Cidade Universitária. Na noite véspera da corrida Letry trocou o motor do carro cedido a GG por outro original, manso, não o do Malzonni de Marinho. Deu no que deu. Repare que o carro de GG, o MM, foi patrocidado por uma revenda Vemag local, a VicDafonte.

  10. Julio disse:

    Gêgê realmente esta acelerando lé em cim, mas não por causa de nenhum acidente como fala o Rodolfo acima e sim por um enfarte.
    Quem morreu como consequencia de uma disputa em treino, foi outro piloto pernambucano chamado Thomas Comber, esse sim foi campeão de llambreta antes de se dedicar aos carros.
    O certo é como ele acelerava! Acho que Pernambuco não tem dado o devido valor ao que ele significou para o automobilismo de lá. A torcida, que naquela época, que comparecia em massa ao circuito da Cidade Universitária, o adorava. Pergunta para o Marino o tamanho da vaia que ele levou.

  11. Flavio
    O Ricardo está de férias, volta dia 15 e me falou que irá mudar as duas legendas.

    ferreirovitch
    É verdade o Mário Olivetti sempre teve fidelidade as Alfas.
    Perdi o telefone dele, caso tenha e puder me enviar agradeceria.

  12. reginaldo nat rock disse:

    Caramba Brands. Essa foi novamento de debaixo do baú.
    Fico frustrado porque minhas memórias são apenas pequenos spots e mais nada. Acabo fazendo uma baita salada mista., multi colorida. Ainda bem que tem um time de primeira que relembra até a cor da porca do parafuso que prendia o cabo do acelerador…..

  13. Julio Duarte disse:

    Parabéns pela coluna!
    Estive lá e sou testemunha de toda a história.
    Dois vivas ao Gegê!

  14. João Kohl disse:

    São essas mancadas de equipe, que só sabe apagar incêndio, que prejudicam toda a finalidade do esporte e também do patrocinador. Imagina a moral da marca, vendo um conterrâneo seu barbarizar na sua região. Todo mundo vai querer desfilar com aquela marca, e isso se perdeu ali. Por erros de avaliação e extratégia em publicidade, muito equipe de corrida fez e ainda faz besteiras.

  15. Virgo disse:

    Mestre Brands,
    Parabéns pela coluna e pela percepção de retratar os sentimentos antagônicos de um país grande como o nosso. Somos todos Brasil na Copa do Mundo. Os outros anos, somos “nós” contra “eles” (seja lá o que signifique no momento esse eles), sempre.
    Eu só fico me preguintando de onde você vai tirar idéias paras suas (sempre deliciosas) colunas.

    Abraço no amigo
    Virgo

  16. ferreirovitch disse:

    Complementando o texto esclarecedor do Sidney, vale lembrar que o meu colega de trabalho Mario Olivetti, funcionário do Bco. do Brasil em Petrópolis, corria sempre com algum modelo de Alfa Romeo (JKs, Giulia, Gta, etc.). Fidelidade sempre.

  17. Pois é, Flavio, veja como são as coisas, só depois que você me chamou a atenção para a falha nas legendas é que fui perceber que tão-somente nelas, em duas, se encontravam os equívocos. Receba, portanto, mais uma vez meus parabéns!

    E olha o que é distração, estava digitando o texto da Auto Esporte e digitei o #12 no lugar do 13 neste pedaço: (…) Daí em diante, a corrida perdeu, logicamente, um pouco de seu brilho, pois as Alfas de Zambello e Lolli corriam fácil com Achcar em terceiro, Zanata em quarto e Volante 12 em quinto[...].

    Aí é que virou o samba do crioulo doido!!!

    Também vou dar uma reforçada com o Ricardo sobre a correção nas duas legendas.
    Abração.

  18. Patrick Vaz disse:

    Gomes, outro dia vi aqui em Limeira, na beira da Anhanguera, um DKW #10… parei o carro pra tirar uma foto, e percebi que a máquina tinha ficado em casa (tirei do carro pra descarregar). Ia tirar a foto e te mandar pra perguntar do que se trata…
    Vou lá qualquer dia tirar essa foto e te mando.
    Será que pode ser esse carro?

    RESPOSTA DO FG

    Conheço esse carro de que você está falando. Não é ele, não. É um 67 que nunca foi de corrida, apenas colocaram um número 10. Está apodrecendo no tempo, não tem mais salvação, coitado…

  19. Roberto Brandão
    Mais uma vez meus parabéns por sua coluna Retrovisor, confesso que você revelou alguns detalhes que me eram desconhecidos.
    Esse Gegê Bandeira devia tocar muito mesmo, pois andar na frente do Marinho de DKW não era fácil.

    Flavio Gomes
    Foi ótima esta oportunidade, pois estava querendo falar uma coisa contigo quando editamos o filme 250 Milhas do Rio em 68 e acabei me esquecendo. Fui agora ao link do Óbvio que você deixou e me lembrei.

    É o seguinte: houve um pequeno equívoco nessa sua boa matéria, o que é pra lá de normal, essas coisas acontecem conosco constantemente, visto que estamos escrevendo décadas após os acontecimentos.

    Muitas vezes também me engano e, felizmente, aparece alguém que se ateve a algum detalhe me corrigindo, portanto, receba esta minha informação não como crítica, muito pelo contrário, sou um sincero admirador de sua maneira correta de redigir, falo como um amigo que, por coincidência, percebeu este fato e está colaborando.

    Você citou o acidente do Mário Olivetti com um DKW como se fosse com a carretera Mickey-Mouse nos 500 km da Guanabara de 1967. Na verdade o acidente do Olivetti foi com um DKW #12 nas 250 Milhas do Rio em 68.

    Não pense que me recordava disso, só percebi quando fui editar nosso filme daquela corrida e Ricardo Cunha me enviou escaneada a revista Auto Esporte de novembro de 68 que tratava dessa corrida.

    Na revista há uma seção com o título Flashes, num deles diz: “ a largada da prova foi atrasada em 6 minutos em virtude do DKW #12, que alinhou atrasado, sendo feita a sua vistoria na pista às pressas”.

    Mais adiante descrevendo a corrida dizem: “ Na 55ª.volta, com 1.h 45 m de prova, logo após a cronometragem, Olivetti começou a ultrapassar Lolli, que vinha liderando a corrida. Olivetti não percebeu o Vemag #12 que tinha saído do box e estava na pista no final das arquibancadas. Quando deu por si a mais de 150Km/h, o Vemag interrompia o seu curso. Não dava tempo para mais nada; tentou a freada, mas, por uma diferença de 4 cm, bateu com a porta esquerda traseira no Vemag, saiu da pista, rodou umas quatro vezes, indo parar no acostamento, no final das arquibancadas, levantando uma enorme nuvem de poeira, dando a impressão de um incêndio. Ali terminou a corrida para Olivetti. Daí em diante, a corrida perdeu, logicamente, um pouco de seu brilho, pois as Alfas de Zambello e Lolli corriam fácil com Achcar em terceiro, Zanata em quarto e Volante 12 em quinto[...].

    Bem, pelo relato da pra perceber que o acidente não foi com a Mickey-Mouse, e em nosso filme http://www.obvio.ind.br/Novo_Site/anisio/250%20Milhas%20Rio%20de%20Janeiro%20-%201968%20low.wmv
    aparece este acidente como foi relatado.

    Até hoje não sei quais eram os pilotos do DKW, visto que na reportagem não cita.

    Lembro-me que pesquisando na época da edição achei um site que trazia resultados de corridas. Achei o resultado dessa que correspondia com o da Auto Esporte e trazia os que não terminaram, entre estes constavam:
    - Roberto Kastrup/Eduardo Ribeiro – DKW-Vemag (# ?).
    -William Chafic/Charles Marzanasco – DKW-Vemag (# ?).

    Portanto, creio que tenha sido um desses dois DKW.

    Fica minha sugestão de que seria interessante você fazer a correção apenas do número do DKW e do nome da corrida com o Ricardo Machado, pois o restante é obra prima e como tal não mexeria uma vírgula sequer.

    Receba o abraço desse seu admirador.

    RESPOSTA DO FG

    Grande Sidney, que bom tê-lo de volta! Você deve estar se referindo às legendas das fotos, é isso? Porque o texto fala só de Fangio e da pequena carretera. É texto bem antigo publicado em jornais e no meu site, que o pessoal da Obvio ! pediu para usar. Mas fotos e legendas foram eles que colocaram. Vou dar um toque para o Ricardo Machado sobre o pequeno engano. Forte abraço!

  20. greyhound disse:

    … e o Felipe Massa ? é mais um brasileirinho contra esse mundão ?
    Fosse o Gilles e estaria sendo endeusado pela combatividade e preserverançca … sequer viram que no final do GP da Inglaterra era o mais rápido (depois da troca de pneus)…. só mais uma coisa ?
    Who is Anthony Davidson ? Anthony fuck you.

  21. ferreirovitch disse:

    Naquela época, garotão, minha família morava “no Recife”, como se fala por lá quando alguem se refere à capital do Estado. Não perdia nenhuma corrida no circuito da cidade universitária. Vi o Gegê Bandeira ganhar muita corrida dando banho em muita gente boa das equipes oficiais das fábricas, pilotando DKWs sempre com o patrocínio do revendedor Vemag em Recife, VicdaFonte.Tudo muito amador, nem macacão de competicão ele usava.Belos tempos aqueles.

  22. Rodolfo disse:

    Fala Flavio………….
    Infelizmente o Gegê Ta acelerando no andar de cima. Ele morreu fazendo o que mais gostava na vida, correndo de automóvel numa disputa roda a roda de formula Vê em Fortaleza. E como ele não levava desaforo pra casa e não abria nem prum trem carregado de dinamite e um doido em cima fumando deu no que deu…………
    Mais o pessoal mais antigo do automobilismo aqui da terrinha diz que ele arrepiava mesmo era de Lambretta no circuito do Derby…………… dizem que fazia medo ate de ver.
    É só mais uma historia de um personagem e de uma grande figura que soube se divertir nesta vida. Forte abraço!

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