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quarta-feira, 4 de abril de 2007 - 12:28Sem categoria

K-7

SÃO PAULO (e tocava>>>) – Estamos na era do MP3. Falar de Walkman, hoje, já é motivo para ser olhado como um ser do século passado. Discman ainda passa. Não, acho que também não passa.

E falar de fitas cassete, então? O Roberto Trabaglio Duro achou um site sensacional, nesta internet que tem de tudo e mais um pouco. É sobre isso: marcas e modelos de fitas cassete. Ou K-7, como anunciavam as propagandas de antigamente: em LP e fitas K-7.

Eu tinha, tenho, uma enorme coleção. O que a garotada faz hoje em MP3, baixando músicas da internet para um aparelhinho do tamanho de um isqueiro, a gente fazia com o toca-discos e o gravador. Quasar, Polivox, Technics… Play e REC.

Eu passava sábados inteiros selecionando as melhores faixas dos discos e gravando fitas, cujas capinhas eu mesmo fazia, batendo à máquina os nomes das músicas. Lado A, lado B. Às vezes arrumava um mixer, dois toca-discos, e emplacava uma fita sem intervalos. Era o máximo.

À noite, a fita era a estrela principal das festas e dos bailes de garagem. Ou na porta da casa do amigo, tocando no TKR cara-preta do carro do pai, ou naquele Pioneer enorme, que tinha um mostrador redondo. Com um amplificador e equalizador Tojo, claro.

Tínhamos fetiche por fitas, como se tem hoje por iPods. As melhores eram as de cromo, “chrome”, ou “metal”, ou “ferro”. Toca-fitas bom tinha seletor para fitas de cromo, metal e ferro. Eu era louco pelas Memorex. As caixinhas eram diferentes, abriam de outro jeito, não quebravam fácil. Basf era carne de vaca. Sem grana, Basf.

Engraçado acreditar que dá para viajar num site sobre fitas cassete… Mas dá.

72 comentários

  1. vitão disse:

    1- Pro Nick : muito boa sua seleção. Se tiver o Nuno Mindelis pode incluir. ele mora perto de casa, sempre toca na quemerse da igreja e manda muito bem (na guitarra, quero dizer).
    2- Milton Bonani : chique no úrtimo o seu equipamento; só faltou incluir o deck da Nakamishi ( com o meu primeiro salário encomendei um, mas o “fiscala” pegou e eu perdi). Tinha um amigo que tinha um merça 350SL vermelha (comprada de embaixada…) com um som Naka. Da turma de saia ele só não comeu o arcebispo e um escocês cachaceiro (uisqueiro?) que morava na Oscar Freire.
    FG, para você sugiro “money for nothing” do Dire Straits . Bem alto, para derreter a cera do ouvido (lembram de um programa de rock na 103 ou 107 que o cara falava “agora só sonzeira, é meia hora de cera derretendo no ouvido”?. Imagino o “fog” do estúdio. Os caras deviam ter um plantão do Corpo de bombeiros para dissipar o fumacê).
    Tempinho bão…..

  2. Marcelo "Jucabala" disse:

    Nada, o máximo mesmo era gravar na casa de um amigo que tinha um TKR de rolo e rolar nas festinhas de garagem… dava até pra mixar uma guitarrinha própria junto… ah Flávio, mandei uma foto raríssima e alucinante do pódium de Pace e Emerson em Interlagos e não publicou, pena mesmo…não emtendi…

  3. Emerson disse:

    Quantas palavras mágicas encontrei nesse post… tape deck duplo, roadstar, cara preta, fitas Gradiente. Meu primeiro “aparelho de som” foi um gravador Panasonic ligado em uma caixa de som CCE, das menores que existiram. Mas era o que tinha, e era uma curtição. O barato e o ritual de gravar as fitas é o mesmo, pelo que me ficou claro, para todos.

  4. Milton M Bonani disse:

    É, esse post foi muito legal. É interessante encontrar gente com as mesmas curtições, mesmo com idades tão diferentes. Equipamentos de som, músicas, gravações de fitas, discos de vinil mais o automobilismo, foram as minhas maiores curtições até hoje. O Nick tem bom gosto – estou falando de música, claro.

  5. Lucpeq disse:

    Me lembro que comprava varias fitas da sony. Se não me engano era ux-turbo e ux pró, ai era só gravar as preferidas colocar no rio de janeiro da brasilia e ir para porta do murilos ou do coyote em moema.

  6. Rodm disse:

    Mais um post arqueológico para relembrar!

    Minha avó tem até hoje uma rádio-vitrola da Telefunken funcionando, que já virou xodó da família. Tem 4 velocidades, haste para 10 discos, 4 botões e 2 discos giratórios para regular o som e uma série de botões para selecionar a frequência de rádio…

    Boa a lembrança do PAUSE apertado com o REC/PLAY para gravar aquela música tão esperada na rádio. Ou então os programas do Djalma Jorge(lhes) Show…

    Carregar programa no MSX então? Demorava que era uma coisa, fora quando tinha que mexer no azimuth e começar tudo de novo…

    Depois de ler os comentários, abri uma gaveta que há séculos não mexia e encontrei 2 fitas da Gradiente transparentes com o rolo em metal. Coloquei no tape deck e a qualidade continua boa! Mesmo depois de anos que foram gravadas. Já as mais comuns, Basf e TDK, perderam um pouco do nível de gravação.

    Boa, Gomes! Vou revisitar as fitas.

  7. Nick Bichinha disse:

    Fla, que post maravilhoso, meu querido. Tudo, absolutamente tudo o que você escreveu eu vivi identicamente.
    Quantas lembranças boas você me trouxe agora.
    Fiquei saudosinho e só por isso vou chegar em casa, revirar minhas velhas fitas k7 (eita nome bonito!) e botar meu velho tape para funcionar.
    Como este seu amigo bichinha está bem bluseiro hoje, vou iniciar com “You Shook Me”, gravado pelo inesquecível Led Zeppelin, na voz inconfundível e inimitável do meu grande ídolo Robert Plant. Depois vou de Steve Ray Vaughn, passando por Buddy Guy (Five Long Years, que tal?), Clarence “Gatemouth” Brown e vou finalizar com um blusão nacional. Acho que o “gran finale” ficará a cargo de Blues Etílicos e o genial André Christovam. Que tal, Flavitcho? Gostou da minha seleção de tapes?

    Abraço no seu coração.
    Eu te Amo, meu amigão virtual!

  8. léo engelmann disse:

    Sensacional. Lá vou eu imprimir uma fita dessas e colocar no verso do meu crachá da empresa.

  9. Celso Vedovato disse:

    Bons tempos….tenho minhas fotas também, contei um dia desses 108. Bandas do rock nacional dos anos 80, algumas bandas internacionais, mpb… Primeiro tinha aquela basf preta e laranja, depois veio tdk e panasonic, naquleas caixinhas de 10 que comprávamos quando algum amigo ia ao Paraguay. Uma vez ganhai do meu pai uma de 120 minutos, basf também ele comprou na Alemanha. linda, numa caixinha fumê. Gravei o que eu mais ouvia na época, ficava no carro e era especial. Eu não escrevia o nome dos artistas ou bandas à máquina de escrever, preferia e caprichava nos decauques, letra por letra. Desenvolviamos um identificação com aquelas fitinha, hoje em dia fazemos cd’s com as nossas preferidas e perdemos como se perdem canetas bic, ou como fica ultrapassado a cada mês o ipod ou o mp3 da semana passada. Há muito considero uma chatice acompanhar tudo da tecnologia.

  10. Evanclaudio Santana disse:

    Ai pesoal com saudade de fitas cassete. eu tenho dezenas delas de varias marcas ainda lacradas inclusive aquela linda Gradiente de metal. quem quizer adquirir é so entrar em contato comigo. tenho tambem de varias outras marcas ja abertas ate da memorex que o Flavio tanto gosta.

  11. Acarloz disse:

    De vez em quando olho pro tape deck duplo no meu rack e acho que devo tirá-lo de lá, afinal faz anos que não uso, porém depois dessa overdose de nostalgia acho que vou preservá-lo por mais alguns anos.

    Abraço.

  12. VELOZ-HP disse:

    Já que estamos falando em equipamentos sonoros antigos, vou mais atrás ainda no tempo.
    Os meus pais se casaram em 1952 e nesse ano da graça o meu pai comprou uma rádio-vitrola Telefunken (acho que é assim que se escreve) daquelas enormes de madeira laqueada com 8 auto falandes, som estéreo, toca-discos em gabinete deslizante para até 10 unidades empilhadas, 4 velocidades de rpm : !6, 33, 45 e 78 (os mais jovens sabem o que é isso ?) rádios AM, FM e mais 6 opções chamadas K1, K2…até K6 que abrangem todo o planeta sintonizando rádios do Japão, Nova Zelândia, Europa, EUA e até a amada CCCP do amigov kamaradov.
    Se não me engano são 15 ou 20 válvulas de vários tamanhos que energizam tudo isso.
    Era o máximo em entretenimento sonoro da época.
    É também um movel muito bonito e tudo funciona perfeitamente até hoje, mesmo 55 anos após o nascimento.
    Já recebi muitas propostas de venda, inclusive de engenheiros da Telefunken do Brasil (não sei se ela ainda existe), alguns deles conheci no boxe do Amadeo Ferri quando corria de F-Ford e era patrocinado pela companhia. Quando contei que tinha um aparelho desses em casa, ficaram doidos. Nem na Alemanha, onde tinha sido fabricado, existia mais e havia muita procura por ele.
    Evidentemente recusei peremptóriamente todas as propostas.
    Algumas até foram altas como carros ou motos, porém, como disse ao mais insistente deles, carros ou motos eu compro quando quiser e puder, mas as lembranças e recordações dos momentos em família que passei ao som daquele aparelho não tem dinheiro que pague.
    Alí aprendi a adorar música erudita com as aulas dadas por minha mãe e complementadas por meu pai.
    Alí meu pai observou a influência da música celta na primeira vêz que toquei um disco do Gênesis em casa.
    Fomos na Hi-Fi e compramos vários exemplares dessa maravilhosa música e que gerou até um trabalho na escola onde tirei o primeiro lugar.
    Nas inesquesíveis festas de aniversário, natal, reveion, páscoa ou nos domingos antigos ela sempre estava presente dando o fundo musical clássico ou erudito para nós.
    Quando ligávamos o rádio em estações estrangeiras ficávamos adivinhando de que país seria e então os meus pais iam traduzindo o que os locutores falavam e nós, as crianças, ouvíamos tudo atenciosamente se sentindo conectados a um mundo enorme, distante e estranho, com sons diferentes e pessoas longínquas porém, hóspedes como nós dessa pedra que orbita o Sol.
    Qual o valor dessas lembranças ?
    Quantas doces lembranças podemos ter na vida comparadas às amargas e injustas ?
    Que objeto ou dinheiro pode ser compensador na troca por tudo isso ?
    Creio que a única coisa que o dinheiro não compra são nossas melhores lembranças passadas, aquelas que são construidas com o verdadeiro amor que nasce junto a uma família.
    Ele compra apenas as próximas lembranças futuras, mas nessas não estarão mais presentes as pessoas e os sons mais importantes da nossa vida.

  13. 1GT disse:

    Fitas cromo…e até hoje tenho uma caixa de Sony cromo fechadinha que nunca usei…
    Boa época, boas lembranças…

  14. Daniel disse:

    Também passei por esta fase, e para mim ela acabou não faz assim tanto tempo. Em 97 eu tinha um Logus e o rádio não tinha CD. Alguns dias antes de fazer uma viagem longa, fiquei uma tarde inteira gravando as fitas que me acompanhariam na estrada. Me lembro bem daquele monte de CDs em cima da mesa, da cuidadosa seleção das músicas (que poderia demorar tanto quanto a própria gravação), as contas para que não sobrasse muito espaço no final, etc…, coisas que hoje não fazem muito sentido (e parece que também não temos mais tempo para isso). Acho que foi a última vez que gravei alguma coisa em fitas cassete. Ainda tenho as fitas no meu carro (um Vectra 2001, que em função da disqueteira manteve o toca-fitas no painel), e ouço de vez em quando. A qualidade de fato não é das melhores, mas a sensação de nostalgia compensa os chiados…

  15. José disse:

    Não tem nada a ver com fitas, mas lembrei dos rádios “push botton” hehe. Não lembro se era bosch ou motorradio, sei lá. Aquele sistema de memorizar as estações fuxando o botão era o máximo na época.

  16. Pedro Araújo disse:

    Cara, o duro era ficar de plantão ouvindo o “Domingo Especial” da Alvorada FM aqui de Belo Horizonte pra gravar a parte que os programadores tocavam gravações piratas dos Beatles no “Abbey Road Beatles Club”.
    E hoje já lançaram muita coisa oficial (Beatles na BBC, o Anthology), e o que não foi lançado é só baixar em qualquer programa de troca de Mp3… Tempos modernos…

    As minhas fitas mais classudas eram mesmo as de metal da TDK, a MA90. Mas a maioria, claro, eram as chineludas da Basf… Ainda tenho todas, e de vez em quando digitalizo alguma coisa. Dá trabalho, mas é legal…

    Abraços a todos!

  17. Paulo Gomes disse:

    O esquema era fita de 45 min, a qualidade era bem melhor, Pqp eu tinha um toca fotas que conseguia ler o final das faixas, e eu achava que era o top de tecnologia q se podia ter.

  18. Milton M Bonani disse:

    Este post me trouxe boas lembranças. Vou colocar aqui antes que eu esqueça.rs rs rs.
    Depois desse primeiro som que eu falei lá embaixo, nunca mais eu parei de melhorar a qualidade dos equipamentos. O auge do meu equipamento foi um Receiver Sansui de 250 watts RMS por canal, dois toca-discos Technics SL 1800 com cápsulas Shure, o Akai do qual nunca me desfiz, um mixer nacional que não me lembro o nome de jeito nenhum, mas que era bom, um gravador cassete da Gradiente três cabeças que já era compatível com fitas de metal – acredito que foi o último fabricado – e caixas acústicas enormes feitas sob encomenda com a cubagem de um projeto da Whaferdale inglesa. Era um som animal. Andei olhando outro dia uma revista de som especializada, mas os preços são assustadores. Existem cabos para conexão dos equipamentos que custam cerca de $2000.

  19. Lucas disse:

    Apesar dos meus 24 anos, peguei essa fase. Como sou músico, e sempre fui louco por música também tenho uma boa coleção de fitas K-7, algumas gravadas de CD outras diretamente da minha coleção de vinis (também tenho), tudo através do que era chamado de “aparelho de som” Gradiente DS-700. Uma máquina que não me desfaço por nada. Nele tem tudo: Além das opções rádio, CD, K-7 e disco de vinil, também conta com equalizador gráfico de 7 bandas, e enormes caixas de som com três auto-falantes. Os sons de hoje não chegam nem perto dele.

    No carro, meu irmão mais velho tinha um Tojo no seu Chevetinho azul que vivia brilhando de tão impecável. E aquele aplificador o deixava ainda mais furioso.

    E como as fitas K-7 são dificeis de matar… mesmo agora na era do Mp3, quando comprei o meu carro, um Kadett GS, lá estava o rádio original Blaupunkt com toca-fitas! Enquanto não tenho dinheiro pra comprar um novo, vou me deliciando com as imortais fitas-K-7 devidamente guardadas na minha casa.

    Forte abraço.

  20. Aliandro Miranda disse:

    Saudades, apesar dos meus vinte e poucos anos!

    Aliás, Gomes, fitas cassete eram TDK! Basf era horrível, e corria a lenda de que estragavam o cabeçote.

    Aqui em casa ainda tem: 3M, TDK, TRK e algumas Basf. Só não temos mais o deck Telefunken, que foi pro lixo.

  21. Carlos Galto disse:

    Eu tenho um Roadstar RS5500 com acabamento imitando madeira… Se funciona não sei.
    E devo ter umas 100 fitas com rock dos anos 80 e 90. Muito Celso Blues Boy, João Penca, Lobão, Ultrage, Paralamas, Pink Floyd, Eurithmics, Tears for Fears, A-Ha, Pretenders, Elton John, Fleetwood Mac…

    Caraca, já sei o que vou fazer quando chegar em casa!!!!!

    E chefe, não esculhamba as Basf não porque eram as melhores nacionais, antes dos contrabandos de TDK como essa da foto…

  22. Francisco disse:

    A gurizada de hoje é muito esquecida, mesmo. Tenho 22 anos, e mais ou menos 150 k7s gravados. Ouvia rádio no 3 em 1 Philips do pai e ficava sempre com o dedo no gatilho, para gravar as músicas que eu gostava.

    Depois, era pegar cds emprestado e gravar, dois em uma fita maxwell compradas no Uruguai de 90 minutos.

    Melhores tempos. MP3 é um saco.

  23. Cesarov Zuigeberov disse:

    TDK, Fuji e BASF eram campeãs de audiencia! e sempre quis arrumar a tal Gradiente q imitava rolo e nunca consegui!
    Tudo no Motorádio Rio de Janeiro!

  24. Milton M Bonani disse:

    Se falar em fita K-7 é coisa de velho, imagine eu que aínda tenho o meu gravador de rolo Akai 4000DS funcionando. Meu primeiro salário foi a entrada de um som com amplificador, duas caixas Gradiente e esse gravador. Esse Akai foi o que deu para comprar na época, mas o meu sonho era ter um Revox com carretel e velocidade de 10″. Não faz muito tempo, vi um anunciado. O vendedor dizia que foi o gravador utilizado pelos Beatles na gravação dos seus discos. Não sei se é verdade.

  25. Bellote disse:

    Também peguei essa fase de gravar fitas cassete.
    Quando gravava da rádio, tinha que cortar antes da vinheta.

    abs

  26. Ricky Pillot disse:

    O Pioneer enorme que tinha o mostrador redondo era o modelo KP500. Eu tive um no meu Corcel II GT 1979. Eu fiz um rasgo enorme no painel para alojá-lo. Na época todo mundo queria um deste (eu comprei um usado), depois da febre dos TKR e Sony auto-reverse. O grande barato era ir na Santa Efigênia comprar os componentes (auto-falantes, tweeters, fios,etc) e você mesmo instalar tudo no seu carro, e depois era só desfilar!
    Oooo época boa…

  27. Mário Buzian disse:

    FG e amigos,

    Muitas lembranças dos áureos tempos em que ficávamos correndo atrás de músicas como loucos,quem tinha as versões diferentes sempre acabava levando vantagem…Hoje em dia perdeu até a graça,devo confessar…A maior diferença no MP3 é a praticidade,na minha opinião…Mas devo confessar que ainda gravo meus cassettes,mesmo nesses tempos…E mando pros meus amigos que possuem carros antigos,exatamente como fazia nos fins dos anos 70 e começo dos 80…Apesar de ser velho,sujo,ultrapassado e antiquado,guardo todos os meus quase 2000 LP´s de Vinil,e mais de 3000 K7´s impecavelmente,e coleciono os mais diversos modelos…Sem falsa modéstia,tenho até mais modelos diferentes do que possuem esse site,acho que vou escanear algumas fitinhas minhas e mandar pra lá,hehehehe !!!!
    Alguém se lembra das fitas Gradiente Metal 60,que eram transparentes e tinham os rolinhos com o desenho imitando os decks de rolo ???
    Eu tenho três caixas…Bons tempos aqueles…

  28. Carlão disse:

    Putz Gomes, donde vc tá desenterrando estas coisas….????

    É…também já tive minhas fitas…

  29. Fabridney disse:

    Nos anos 90, apareceram umas fitas Fuji. Muito boas e as caixinhas eram diferente e menores.
    Lembro que comprei umas 5 fitas de 90 minutos da BASF. Fazia os meus set-lists e colocava pra gravar. Eu reaproveita milhões de vezes o treco, no final começava a ficar tosco.

  30. SÉRGIO HINGEL disse:

    Eu tinha um TKR no meu fusca 74, motor 1700 cc.,comando P2 com dois Solex 40, de Opala.Não tinha para nenhum TS até 110/120 km.

  31. Ron Groo disse:

    Muito bacana, eu nunca gostei de fita cassete, mas ainda tenho em casa 850 discos de vinil. Ah e tenho o toca discos também, tudo funcionando perfeitamente. Mas como o assunto aqui é tecnologia eu peço licença pra lançar um apelo…PELO AMOR DE DEUS ALGUÉM QUE ENTENDA DE TEMPLATES, HTML E SAIBA USAR AQUELE EDITOR DE SITES DO HPG, EU ESTOU FICANDO LOUCO PRECISO DE AJUDA….obrigado e desculpa aí Flavio, mas com tantos bloqueiros no teu blog achei que alguém poderia me ajudar.

  32. Claudio Bassi disse:

    Eu tenho guardado um toca-fitas Mecca, na versão que não grava, mas tinha o modelo que gravava com microfone externo,, é um típico cara preta. Tive também o famoso TKR cara preta.
    As C-90 quando vieram, por serem mais “pesadas”, davam problemas nos auto-reverse, pois ele revertia antes do final da fita.

  33. Marcelim disse:

    Velharia mesmo é isso aqui, ó:

    http://pwp.netcabo.pt/miklops/images/Akai_GX-630-D_Open_Reel_Tape_Deck_web.jpg

    Deveria ser um problemão quando enrolasse a fita…

  34. Jonny'O disse:

    Erro!
    É anos 70.

  35. Jonny'O disse:

    Caramba!Fita TDK era um luxo!
    Lembro das Basf dos anos 60, eram em plastico em um cinza bem clarinho, seu adesivo era branco com uma faixa laranja e vermelho ,teve uma em laranja e verde, não sei o por que , deveria ser um super luxo!
    Mas o chic mesmo era rodar essas K-7 em um Rodstar com um Tojo.
    Tinha uns toca fitas que não rodavam legal as fitas de 90 ,pesava muito, e era um erro fatal deixar qualquer fita exposta ao sol .

  36. Marcelo disse:

    Gomes. Nota 10!
    Inacreditável que eu passei por tudo isso, nas mesmas situações, com os mesmos aparelhos e nas mesmas situações. Até colocar o nome das músicas com a máquina de escrever eu fazia.
    Muito legal.

  37. milton disse:

    Marcelin,
    Havia mesas e mesas, não precisava ser endinheirado, só apaixonado.

  38. mario estivalet disse:

    E não esqueçam antes disto dos toca-discos Philips para automóvel e dos pais dos K-7, as fitas cartucho dde 4 ou 8 pistas. Ainda tenho uma cartucheira Motorola que funciona e que dá para escutar cartuchos do Roberto Carlos, Frank Sinatra e Rita Pavone…. (tô ficando velho……)

  39. Edu disse:

    Belas lembranças FG…

    Tenho muitas fitas gravadas ainda…lembro que toda gravação começava com um monte de contas e combinações pra fazer o máximo de músicas caber em um lado da fita sem que ela acabasse antes da última música…e quando a conta era “apertada” eu ainda tinha ficava torcendo pra música acabar antes da fita…

    Tempo bom…

  40. Marcelim disse:

    Post movimentado, sô!

    Ah, as mesas de som feitas sob encomenda para os endinheirados equivale aos Home Theater de hoje em dia…

  41. milton sabbag jr. disse:

    Veloz, nos devemos ter nos encontrado em algum momento nas Hi-Fi, vc. conheceu o gerente delas o Beto, grande figura.

  42. Bebeto disse:

    E tinha toda uma técnica para sincronizar as gravações das faixas de diferentes discos e não perder espaço na fita e nem ficar aquele tempo grande entre uma música e outra. e no fim da fita tínhamos que arrumar uma músca que encaixasse exatamente naqueles minutos restantes.

    Revolução foi toca fitas com auto-reverse. Um luxo !
    Bons tempos

  43. Marcelim disse:

    Faltou dizer que deck bom tinha que ser de tres cabeças. E a CCE, vejam só, fez um dos melhores decks nacionais, o CD900, mas o must mesmo era o Akai ou o TEAC.

    E fã de velharia que se preze prefere os gravadores de rolo, colocados em mesas de som feitas de aço escovado que custavam fortunas.

  44. milton disse:

    Oi veloz,
    As únicas diferenças da minha para a sua eram um receiver marantz e um gravador akai 4000-ds, comprados no macro atacadista, o resto era o mesmo prazer, sonhos conquistas e desilusões amorosas, ah eu usava além das fitas memorex, basf as da tdk de noventa minutos, que saudades…
    Abraços

  45. Bebeto disse:

    Eu gostava das TDK´s em primeiro lugar e depois as Basf´s , mas tinham que ser importadas , da Alemanha. E acho que a Chromo era a melhor se não me engano. Basf nacional era ruim. Quando meus pais iam a europa eu pedia que comprasse aquelas pack´s com 6 e passava minhas tardes de sábado gravando Dire Straits, The Police, Scorpions, Pink Floyd, Iron Maiden (era o auge nos anos 80) etc, etc..
    E ninguem falava que era pirataria.

    No colégio trocávamos os LP´s para podermos gravar. Até hoje as fitas k7 são os mais praticos para tocar no carro em bora a qualidade do som seja bem abaixo dos cd´s, mas pelo menos não pulava e não arranhava !

    E Mp3 no carro ainda não está muito legal, nem todos os players tem conexão para Mp3 ainda .

    No fundo é o mesmo processo ainda , só que ao invés de perder tempo gravando fitas, hoje gravamos Cd´s ou baixmos direto para o Ipod.

    Mas uma coisa no passado era muitíssimo melhor, as capas dos discos e seus encartes com as letras. The Wall por exemplo em LP era outra coisa.

  46. F. Castro disse:

    Falaram muito de musica em fita, mas nerd que sou, desde pequeno, carreguei muito jogo e aplicativo pro msx e pro tk via fita.

    Legal era regular o azimuth (cabeça de leitura), abria o som do toca fita, e regulava de acordo com o sumbido.

    E tempo bom…

  47. Askjao disse:

    E era assim mesmo… a revolução foi com as fitas de 90min em substituição as de 60min… o lance era esse mesmo, selecionar as faixas e gravar na fita. Meu tinha um gravador sony com controle de gravação estéreo, ou seja, as músicas, independentemente do LP, sempre ficavam o no mesmo volume. Show de bola!!!

  48. reginaldo disse:

    essa vc tirou de BAIXO do baú….rsrs
    tenho muitas fitas por aqui…
    e vez em quando ainda as ouço. As músicas? são MÚSICAS, não esses ruídos desagradáveis de bundalelê…

  49. VELOZ-HP disse:

    Ora, ora, vejam só.
    Vou te mandar amanhã uma foto da mesa de som que eu e o meu pai projetamos e mandamos construir em 1982.
    Tinha, tem, 2 toca discos Garrard Direct Drive, um equalizador Tarkus, um mixer WB, reciever Polivox, Gravador Gradiente, caixas Polivox 90 e mesa de luzes Galaxie (tinha de ter automovel nisso).
    Muitas e muitas festas foram embaladas por essa mesa num verdadeiro Mini-Papagaio`s, na época máxima das discotecas.
    Os discos de vinil LP eu só comprava na Hi-Fi do Shopping Iguatemi e da Rua Augusta.
    Nos toca-discos só agulhas elípticas Shure M-55 E.
    E na minha case e no meu coração só mulheres bonitas e gostosas.
    Êita tempo bão, sô.
    Amanhã mando-lhe a foto via correio de papel. Semana que vem tá na mão.
    Mostro a cobra e mato o páu.
    Abraços.

  50. Diego Camargo disse:

    Até hoje tenho minhas K7! Apesar que muitas já sumiram. E como minha banda é das antigas, gravamos com K7 os ensaios. Das antigas nada, falta grana pra comprar um gravador digital…

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