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quarta-feira, 12 de abril de 2006 - 21:04De papel, Miniaturas

O país das miniaturas

SÃO PAULO (arte, arte pura) – Olha, pode ter igual. Mas melhor que o Brasil nesse negócio de miniaturas, desafio qualquer um. Navegando de bobeira, encontrei este site, de Miniaturas de ônibus. Quando a gente fala de viajar na internet, neste caso é literal. São ônibus antigos (alguns) e atuais (muitos), desses que a gente vê na estrada, que nos levam e trazem.

Trabalho excepcional, como este Flecha Azul abaixo (tenho certa queda pelos Cometões). Algum tempo atrás postei aqui sobre o Cláudio, do Rio, que faz miniaturas de papel, até comprei um Cometa e um Opala, que restam orgulhosamente na minha estante.

É de enlouquecer a qualidade do trabalho desses artesãos. Outro que me deixa doido é a Automodelli do amigo Antonio Apuzzo e sua linha de nacionais. Tudo feito na mão, pintado com tinta automotiva, encerado, polido.

Enfim, a indústria automobilística brasileira está garantida por essa turma.

Ah, descobri os ônibus no site Toffobus, excepcional, mas que exige cadastro para navegar. Vale a pena.

12 comentários

  1. ronaldo gre da silva disse:

    Onde consigo encomendar miniatura de onibus da Pluma Ciferal e nicola dos anos 70?

  2. Paula disse:

    Olá, parabéns pelo post. Gostaria de falar da loja virtual que faço parte da administração, a Minimundi. Especializada em miniaturas, a loja oferece opções em miniaturas onibus. Espero sua visita e críticas. Obrigada.

  3. Leandro disse:

    Dêem uma olhada nos trabalhos do meu Pai, com muito orgulho. Ele segue uma linha um pouco diferente, constrói seu modelos até a década de trinta, os fabrica do nada e também em papel. Vale a pena dar uma olhada.

    Francisco Iorio
    http://www.automoveisdepapel.com.br

  4. Fernando Antunes disse:

    Anderson, esse impala que abre a porta no meio é um nielson diplomata 350. Ele tinha a pintura antiga da empresa, igual aos dinossauros.O legal desse ônibus era o banheiro que fica do lado esquerdo da escada.

    abraço a todos!

  5. Fábio disse:

    Anderson, a Impala Auto ônibus não era rival da Cometa, mas sim pertencia aos mesmos donos, a Familia Masciolli. Por isso, seus ônibus eram iguais aos da Cometa. Ela fazia “concorrência branca”, com a Cometa nas linhas SP x Belo Horizonte, Campinas x Belo Horizonte e Belo Horizonte x Curitiba.

  6. williams disse:

    gostaria de saber como adiquirir rodas para miniaturas,vc poderia me ajudar.desde já agradeço.

  7. Carlos Malfitani disse:

    Fala Mr. Gomes.

    Existem muitos fabricantes brasileiros de miniaturas e kits que inclusive vendem seus produtos no Japão, Europa e EUA, e batem sistematicamente seus concorrentes locais.

    Alguns exemplos:

    http://www.iritanikits.com
    http://www.redfive.com.br

    Outros fabricantes que não possuem ou desconheço o site.

    AMD (carros de F-1)
    Alfa Brazilian models (Carros de F-1 década de 70)
    RTN (Carros de F-1)
    Fiotti (Carros de corrida, brasileiros e internacionais década de 60 e 70)
    Automodelli (Maverick)

    Faço parte de um grupo que fabrica em conjunto kits de carros históricos de corrida manualmente e tiramos cópias para todos que participaram na realização do master. Alguns de nossos projetos quase protnos: Maverick Berta Hollywood Div.3, DKW Mickey Mouse, DKW Carcará, FEI X-3, Aranae F-vê.

    Quem quiser saber mais sobre as miniaturas, entre em contato pelo meu e-mail

    Abraços.

  8. Anderson Andrade disse:

    Esses cometões são tudo de bom. Já viajei muito neles….

    Agora queria saber se alguém lembra e se possível tem fotos dos “riviais” da cometa antigamente, a extinta viação IMPALA que tinham os ônibus iguais aos da Cometa, mas tinha um que a cometa não tinha os chamados IMPALA DINOSSAURO (acho que era isso), eles tinham a aparência dos Flecha Azul, mas tinham a porta no meio do ônibus.

    Lembra desse Flávio ?? Se alguem tiver foto manda o link aí

  9. VELOZ-HP disse:

    Minha história com esse modelo de ônibus é absolutamente insana.
    Em 1972 com 16 anos, troquei 4 rodas de magnésio do Corcel da minha mãe por uma moto Suzuki 50 cc.
    Com essa moto eu ia todos os dias da minha casa até o posto de gasolina do meu avô, onde trabalhava o dia todo e à noite ia à escola.
    Nada de mais, fora o fato de que a distância entre esses dois pontos era de aproximadamente 30 km, atravessando a capital de São Paulo de Oeste para Leste, percorrendo toda a Marginal Tietê até o início da Rodovia Dutra e seguindo até a entrada de Cumbica e daí até a Av Assis Ribeiro. Ida e volta, todos os dias de segunda a sábado.
    Comparado a hoje o trânsito naquela época era mínimo então esse circúito todo era de alta velocidade o tempo todo e no caso da minha moto, velocidade máxima quase 100% do tempo.
    Em pouco tempo eu já tinha modificado a moto inteira, aliviando o peso onde dava, retirando para lamas, setas, enfeites, colocando aros de alumínio, guidão Tomazelli, enfim, a moto original virou uma de competição.
    No motor, fiz tudo o que se podia fazer para ganhar potência sem destruí-lo, como carburador maior e sem filtro, escape dimencionado, magneto trabalhado, velas Champion e pistão e camisa de 75 cc. na última medida.
    Com tudo isso a moto ficou um mini-fogue, dando páus homéricos em todas as 100 e 125 cc dos amigos porém, o meu problema era a velocidade máxima, que no percurso que eu fazia, principalmente na Dutra, era ainda muito baixa.
    Eu não podia aumentar muito a relação final de coroa e pinhão, porque eu ficava sem baixa nenhuma, num motor que só funcionava em alta.
    A solução encontrei numa tentativa de ultrapassagem, onde sem querer peguei o vácuo de um ônibus desses naquela descida em frente à Phillips, no sentido São Paulo-Rio.
    Foi uma coisa incrivel, parecia que eu tinha entrado naquele vácuo de tempo da série Tunel do Tempo.
    O motor subiu assustadoramente de giro, a trazeira enorme ficou maior ainda e tive até que tirar a mão do acelerador para não entrar com moto e tudo dentro do motor do ônibus.
    Pronto, descobri a América, e todos os dias passei a usar esse recurso do vácuo no trecho da Dutra, na ida e na volta.
    Com o tempo fui aprimorando a distância e os sentidos, porque eu tinha que ficar olhando para as luzes de freio do ônibus e o som do escapamento dele, para saber quando o motorista freava e desacelerava, e eu fazer o mesmo. A única coisa que via era a trazeira do ônibus, e as únicas referências que tinha eram as luzes do freio e a desaceleração do bruto.
    Isso tudo, é claro, sem capacete, apenas usando luvas e amarrando os óculos Ray-Ban com elástico para não voar.
    O pior é que não fazia isso para me exibir ou coisa assim, era apenas a única forma de conseguir mais velocidade final na minha pequena moto, porém, da forma mais insana possivel.
    Isso durou 2 meses, até que um dia um cliente do posto viu aquela barbaridade toda passar ao seu lado voando, e como era também muito amigo do meu avô e professor de moral e cívica, foi direto lá, narrar o absurdo que viu.
    Vocês pensam que minha carreira motociclística acabou aí ?
    Não, ao contrário, devo agradecer até hoje a caguetagem do velho professor. Quando expliquei ao meu avô o motivo que me levava a fazer aquilo, êle na hora comprendeu que eu corria mais riscos com uma moto pequena do que com uma grande e imediatamente comprou uma Yamaha RD-200 de um amigo, que eu já estava a fim dela a muito tempo.
    Grande avozão, meu pai x 10, que sabia como ninguém interpretar a mente de um jovem alucinado por motos e carros e que não viveria sem êles jamais.
    É claro que a partir desse dia tudo mudou, e minhas viagens diárias ficaram mais velozes e menos furiozas, e muito mais seguras.
    Logicamente que pouco tempo depois essa moto já estava toda preparada, com kit 250 cc, aros de alumínio, Tomazzelli, etc. , mas essa é outra história, o fato é que graças a esse ônibus da Cometa e um professôr careta, minha vida ficou mais veloz e divertida, porém, mais segura.
    Tanto que sobrevivi a tudo isso para contar como tudo aconteceu.

  10. Natanael Francisco d disse:

    Aprendi a gostar dos “Cometas” quando visitava meus pais em Poços de Caldas; pegava o último ônibus à meia-noite. Lá pelas 4 horas, ao subir a Serra para Poços, o motorista socava o pé no acelerador. O bicho fazia todo o percurso sem perder o fôlego, fazendo o “vetor-soma” das curvas, desobedecendo todos os pontos de ultrapassagem proibida, desrespeitando as mãos duplas. Confesso que sentia medo daquelas curvas que o motorista fazia cegamente, mas era uma boa sensação sentir a estabilidade e potência do veículo. Aliás, não é à toa que prefere-se ir para Curitiba de Cometa: demora 5 horas, enquanto o Itapemerim leva mais de 6.

  11. Rafael Ramos disse:

    Um dos meus sonhos é ter uma bela coleção de miniaturas! Me formei recentemente e estou desempregado ainda, mas assim que arrumar uma graninha,completo minha coleção. Atualmente só tenho uma McLaren MP4-15 do Mika Hakkinen de 2000 em 1:43 da Minichamps.
    Miniaturas são legais demais!
    To até gostando dessas de onibus!

  12. Freud disse:

    Cara, vc teve problemas quando menino?

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