Apareceu e sumiu

SÃO PAULO (não sei se vai dar tempo de blogar amanhã, então divirtam-se com o requentado do domingo!) – Para fechar o barraco dominical, leiam a coluna Retrovisor de Roberto Brandão, sobre carros que surgiram na F-1 como verdadeiros foguetes e viraram traques.

Alguns eram lindos mesmo, como os UOP Shadow. Mas tenho certeza que muita gente aqui vai lembrar de outros.

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22 respostas a Apareceu e sumiu

  1. Carsale disse:

    Poucos foram os modelos de Fórmula 1 que causaram tanto impacto quanto o Tyrrel P34 de seis rodas, apresentado em 1976. Apesar disso, o monoposto projetado por Derek Gardner teve curta temporada e pouco sucesso nas pistas.

  2. Silvânia Sílvia disse:

    Obrigada Armando, é por aí.
    Depois de taaaanntos GPs a gente se confunde um pouco…
    Mas pensando um pouco, Schumi no Copersucar, reflito, o que faria ??? Devo procurar um geriatra ou um psiquiatra?

  3. Incrível Hulk disse:

    MacMac MaQ
    Tyrrell 6 rodas ganhou corrida de F1.
    O mundo já existia antes do carro, lembra?

  4. MacMancada disse:

    Ninguém falou aqui da Tyrrel de seis rodas. Fez um ou outro bom resultado e foi aposentada.

    A March também construiu um “seis” rodas, só que com quatro na traseira. Lembro de ter visto fotos mas acho que nunca correu.

    Valeu !

  5. Armando Vieira disse:

    Desculpe, mas o show da Shadow, com o Jean Pierre Jarier foi em 75, com o Shadow DN-5. Quem ganhou foi o José Carlos Pace, de Brabham.

    Em 74 de fato a vitória foi do Emerson, depois de brigar muito com o Ronnie Peterson, de Lotus. Como os dois carros eram pretos (Shadow e Lotus), creio que está aí a confusão. Em 74 a Shadow usava o modelo DN-3, que eram pilotados por Peter Revson e Jackie Oliver. Revson foi substituído pelo Jarier após sua morte nos treinos realizados em Kyalami, África do Sul.

  6. Silvânia Silvia disse:

    O Shadow deu aquele show em Interlagos em 1974, eu estava acampada no kartódromo com meus irmãos.
    Quem ganhou foi o Émerson com McLaren.

  7. Flavio Chinini disse:

    Complementando, Mansell venceu o GP.

  8. Flavio Chinini disse:

    O Mansell não tomou suspensão, ainda mais se tratando de uma corrida na Inglaterra.

    Aparentemente, o acidente de Laffite na largada do GP da Inglaterra de 1986 não foi tão violento. Mas o choque frontal praticamente destruiu o Ligier. Laffite, que sofreu diversas fraturas nas duas pernas, demorou muito tempo para ser retirado do carro. Outro piloto envolvido no acidente, Jonathan Palmer, que é médico, foi quem prestou os primeiros socorros ao piloto francês.

    Naquele GP, Laffite havia igualado o recorde de grandes prêmios disputados, de Graham Hill.

  9. Máximo disse:

    fugindo um pouco do assunto, o Carlos Malfitani citou a largada de 86 em que o Mansell fez uma lambança danada, e acho que tomou até uma suspensão….
    será que alguém tem o vídeo???

  10. Armando Vieira disse:

    Nunca lí tanta besteira na minha vida. Em primeiro lugar, Lotus e Brabham foram criadas bem antes do V8 Ford Cosworth, tanto que Jim Clarck foi campeão em 63 e 65 com motor Climax. A Brabham foi campeã em 66 e 67 com motor Repco, os Cosworth só estreariam em 67, e a Brabham já ganhava campeonatos.

    A Shadow foi meteórica? É ruim hem, estreou em 73 e parou em 81, ficou 8 anos na F1, e ganhou na Áustria em 77 com o Alan Jones, e além do mais, em Interlagos em 75 ela não parou no meio da prova, e sim quando faltavam apenas 8 voltas para o final, por quebra da bomba de combustível, quando tinha 26 segundos de frente. Já a Ligier estreou em 76, e ficou por lá até ser comprada pelo Prost. Aliás, fala para esse jornalista que o início da campeonato fulminante da Ligier foi em 79.

    Meteóricas? Presta atenção!!!

  11. Flavio Chinini disse:

    Não me esqueço da estréia do Emerson com os Fitti… Em Interlagos, nos treinos livres chegou a ficar em 1º, largou em 5º, mas abandonou. Um começo que encheu de esperança não só os próprios componentes da Equipe Fittipaldi, mas todos os torcedores. Pena que ficou só nisso. O restante da história todos conhecem, que terminou melancolicamente em 1982.

  12. pauloaidar disse:

    Tinha tb o Parnelli Jones pilotado por Mario Andretti em 75, Andrea Moda, Coloni, os Dallara de 91, AGS, RAM, Onyx, Lamborghini,ATS com Slim Borgudd e patrocinio do grupo ABBA, Fondmetal, Zakspeed,Ensign,Forti Corse, além do carro da equipe que fazia os mais lindos F1, a Lotus 88 Essex..

  13. Eduardo S SP disse:

    O conceito lançado nesta BT55 era o de “low profile” o carro era esguio, como podem lembrar, e segundo falam, os pilotos se cansavam muito durante a pilotagem pois o ar incidia direto no peito deles

  14. Genésio Ortega disse:

    De cabeça dá para lembrar de algumas equipes-meteoro: a Hesketh, de 74 a 75 (76 foi só um ano de aluguel); a Penske, de 74 a 76; e a Eagle, de Dan Gurney, em 1967. Tiveram passagens meteóricas, mas com algum brilho (1 vitória cada).

  15. Eduardo S SP disse:

    Em termos de desempenho teve aquela Arrows de 1997 onde o Hill chegou a liderar corrida com ela, mas foi só

    E em termos de “revolução” entre outros teve a BT55 “skate car” que era muito bonita, mas lenta, quebrava muito motor (pela posição a que o desenho obrigava o motor a ficar) e que não foi pra frente, a unica coisa boa que que sobrou foi que Murray e Nichols e reaproveitaram a idéia basica desse projeto na McLaren em 1988, naquele famoso carro que venceu 15 das 16 corridas daquela temporada

  16. Lecio Martins disse:

    É verdade. no final dos anos ’70 assisti uns treinos da F1 em Jacarepagua†. A novidade eram as Ligier Matra. Acho que o carro não obteve bons resultados, mas dava arrepio ouvir o berro daquele V12 no retão das arquibancadas.

  17. Colin disse:

    E a Lotus 80 com chassis duplo, que na época foi proibida pelo regulamento e nem chegou a estrear?

  18. Carlos Malfitani disse:

    O acidente que encerrou a carreira do Laffite foi em Brands Hatch. E tudo se desencadeou, devido a uma largada confusa do Nigel Mansell.

    Abraços.

  19. Marcos disse:

    O Fan-CAr da Brabham, em 78.
    A única diferença é que este teve sucesso “meteórico” porque foi proibido.
    A Ligier de 86 também era muito boa, mas depois do acidente que encerrou a carreira do Lafitte em Silverstone (ou seria Spa?), também sumiu.

  20. Colin Chapman disse:

    e minha lotus turbina, pergunte ao emrson. por sinal vi daqui de cima o bruno senna na globo hahahaha. acelera bruno hahaahahah. façam-me o favor , ele tem instrutor d epilotagem ahahahah

  21. Daniel disse:

    Um outro exemplo que se encaixa na coluna do Roberto Brandão poderia ser o carro da quipe Prost 1997.

    O primeiro piloto era o frances Olivier Panis e o segundo era o japones Shinji Nakano. Motor e pneus também eram japoneses, respectivamente Mugen-Honda e Bridgestone.

    No inicio da temporada, Panis conseguiu bons resultados e quase venceu na Espanha, mas um forte acidente no GP do Canada abreviou o que poderia ter sido a melhor temporada do frances na F1.

    Mas, parece que a grana foi encurtando para o time de Alain Prost e o carro não manteve o mesmo nivel de competitividade mostrada no inicio da temporada.

  22. Pedro Padilha disse:

    A coluna está muito interessante mas algumas partes estão surpreendentes. A corrida vencida pelo Pace aconteceu em 1975 mas alguns fatos estão errados.
    A Brabham era branca e tinha motor Ford em 1975. O motor Alfa Romeo só foi utilizado pela Brabham de 1976 a 1979 aí o carro foi pintado de vermelho.
    Acho que vc quis dizer Curva 3 ao invés de Subida do Lago. Se eu não me engano a curva na época era chamada de Descida do Lago porque a pista seguia em direção contrária. Se Jarier seguisse do Lago em direção à Ferradura ele se chocaria de frente com os outros carros.
    Quanto à Ligier, tudo bem quenão conquistou nenhum título, mas obteve mais uma vitória com Depailler em 79, 3 (com Laffite e Pironi) em 80 e, após mais duas vitórias com Laffite, chegou até a última corrida em Las Vegas com chance de ser campeão em 81. E Laffite até vinha bem em segundo quando teve um problema de pneus e perdeu muito tempo. Para sorte do Piquet.
    René Arnoux era piloto da Renault nesta época. Ele só foi para a Ligier em 1986.

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